IE - GIPE - Artigos em Revistas Nacionais
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- Atitudes dos jovens face a si próprios, rendimento escolar e zona geográficaPublication . Martins, Maria Da Conceição; Veiga, Feliciano HenriquesA presente investigação pretendeu estudar como se caracterizam as atitudes dos jovens alunos face a si próprios, e como e que tais atitudes se diferenciam em função do rendimento escolar e da área geográfica. Utilizou-se uma amostra de 1281 jovens, com ida de entre 12 e 18 anos, dos 7º, 9º e 11º anos e de zonas geográficas diferentes, interior e litoral do pais. Procedeu-se a aplicação do inquérito, contendo a Escala Autoconcepto Forma 5. Na analise dos resultados, foram encontradas correlações significativas e positivas entre o autoconceito e as classificações em matemática, português, ciências e história, bem como diferenças estatisticamente significativas no autoconceito, favoráveis aos alunos do interior. Os resultados foram interpretados a luz da literatura revista, terminando o estudo com sugestões de novas investigações.
- Atitudes e preocupações de professores e outros agentes educativos face à inclusãoPublication . Santos, Joel; César, MargaridaNo século XXI, as sociedades caracterizam-se pela complexidade e diversidade. Também as escolas são caracterizadas como espaços/tempos complexos e diversificados (César, 2003, 2009). Desenvolver práticas mais inclusivas é fundamental para a construção de cenários educativos que acolham a diferença como recurso valioso para todos (Ainscow & César, 2006; Armstrong, Armstrong, & Barton, 2000). Estudar as mudanças que a formação de agentes educativos promove nos sentimentos, atitudes e preocupações face à educação inclusiva é, assim, essencial (Loreman, Earle, Sharma, & Forlin, 2007; Sharma, Forlin, Loreman, & Earle, 2006). Este trabalho insere-se num projecto mais vasto, Educação Inclusiva e Processos de Formação, cujo principal objectivo é estudar que sentimentos, atitudes e preocupações apresentam os agentes educativos, antes e após uma formação relacionada com a educação inclusiva. Desenvolvemos este estudo assumindo uma abordagem interpretativa e um design baseado num long panel survey. A sub-amostra deste estudo inclui agentes educativos (N=81), em formação inicial ou pós-graduada, em instituições de ensino superior, da região da Grande Lisboa. Como instrumentos de recolha de dados utilizámos: (1) a recolha documental; e (2) a escala SACIE – Sentiments, Attitudes & Concerns about Inclusive Education, de Loreman, Earle, Sharma, & Forlin (2006), aplicada em dois momentos: no início e no final das unidades curriculares seleccionadas. Os dados revelam um ligeiro aumento do número de sujeitos que indicam atitudes mais inclusivas face aos alunos caracterizados como apresentando necessidades educativas especiais, quando se confrontam os dois momentos da aplicação da escala. Revelam, ainda, um elevado nível de preocupações face à educação inclusiva.
- Auto-estima familiar e social como amortecedores de acontecimentos stressantesPublication . Ochoa Gonzalo, Musitu; Veiga, Feliciano HenriquesNeste trabalho, procedeu-se à análise das dimensões social e familiar da auto-estima como amortecedores de acontecimentos de vida stressantes. No modelo de Lin e Ensel (1989), tomado como referência no presente estudo, a auto-estima é considerada como o principal recurso de âmbito psicológico, enquanto que os acontecimentos de vida não desejáveis constituem um importante stressante social. Utilizou-se uma amostra de 405 jovens adultos (entre 18 e 31 anos) de ambos os sexos e diferentes níveis socioculturais. Foram realizadas análises cluster e análises da variância. Os resultados permitiram encontrar um efeito positivo da auto-estima familiar, e um efeito negativo dos acontecimentos de vida não desejáveis, no bem-estar psicológico (baixo ânimo depressivo). A dimensão da autoestima social também revelou funcionar como um amortecedor de efeitos de acontecimentos stressantes.
- É só para passar o tempo?: Currículos com sentido em educação inclusivaPublication . César, Margarida; Calado, CláudiaOs actuais documentos de política educativa, nacionais e internacionais, subscrevem princípios subjacentes à educação inclusiva. Como tal, os alunos categorizados como apresentando necessidades educativas especiais (NEE) frequentam escolas e turmas do ensino regular, trazendo vários desafios aos professores, nomeadamente quanto às práticas a implementar, em aula, para que todos os alunos participem nas actividades e tenham acesso ao sucesso escolar. Reconhecemos que existem formas de actuação e tarefas tão enraizadas nas práticas docentes que, por vezes, se diluem no tempo as justificações que presidiram à decisão de as executar. Tal é o caso do registo diário das condições climatéricas observáveis, em muitas turmas do 1.º ciclo do ensino básico (CEB). A caracterização das diferentes estações do ano, recorrendo à observação de distintas condições climáticas, é uma das competências a desenvolver no 1.º CEB. Sendo que as alterações climáticas constituem, actualmente, um problema global, é legítimo pedir à Escola que cumpra um papel estimulante de questionamento das vivências de cada criança e das culturas em que estas participam. Neste estudo, assumimos uma abordagem interpretativa e um design de investigação-acção. Um dos trabalhos de projecto colaborativos que desenvolvemos, designava-se “O tempo que faz…”. Foi realizado no âmbito do projecto de investigação Interacção e Conhecimento, com uma turma do 4.º ano de escolaridade do 1.º CEB, onde participavam quatro alunos categorizados como apresentando NEE. Os principais participantes são os alunos desta turma (N=14) e a professora/investigadora.
- Educação especial: pequenos passos, alguns retrocessos e muito caminho para andarPublication . César, MargaridaEste artigo constitui uma reflexão dialéctica e dialógica sobre a educação especial e a educação inclusiva. Parte de um texto mais curto, produzido a partir de um convite para uma intervenção, na Assembleia da República, na Conferência sobre Educação Especial, realizada a 21 de Março de 2012. Baseia-se na análise dos actuais documentos de política educativa, bem como em 30 anos de práticas profissionais, relacionadas com a educação de alunos cujas características indiciam que precisam de apoios educativos especializados. Descrevem-se os aspectos já conseguidos, que designamos por pequenos passos, assim como os retrocessos que se foram observando neste processo de procurar desenvolver uma educação mais inclusiva. Discutem-se aspectos conceptuais e terminológicos que nos parecem importantes para contribuirmos para uma educação e sociedade mais inclusivas, sustentando-os teoricamente e em evidências empíricas resultantes da investigação e das práticas. Por último, assinala-se o caminho que ainda falta percorrer e iluminam-se possíveis formas de actuação, inclusive quanto à legislação, que facilitariam o percurso em direcção a práticas educativas mais inclusivas. Em síntese, constitui uma análise, avaliação, reflexão critica e partilha do que foi construído e desconstruído, ao longo das últimas décadas, no domínio da educação e diversidade.
- Educação Inclusiva: Desafios à profissionalidade docente e às aprendizagens dos alunos surdosPublication . Melro, Joaquim; César, MargaridaCampo de convergências e de divergências, a educação inclusiva tem vindo a assumir-se num dos pontos centrais das políticas educacionais actuais, pretendendo operacionalizar a efectivação da educação de e para todos (César & Ainscow, 2006). Isto significa que as escolas devem assumir o educar na e para a diversidade, garantindo a todos os alunos um dos direitos fundamentais do ser humano: o direito à educação. Contudo, as práticas iluminam que a Escola nem sempre promove as mudanças necessárias à efectivação desses ideais. Urge que as escolas promovam uma cultura profissional mais colaborativa e reflexiva, de modo a responderem adequadamente à diversidade dos alunos. Pretendemos discutir os resultados de uma investigação realizada numa escola secundária pública de Lisboa, que inclui uma comunidade de alunos Surdos adultos, do ensino secundário (N=10, frequentando do 10.º ao 12.º anos de escolaridade). Baseando-nos em estudos de caso, os participantes em que nos centramos são estes alunos. Os resultados iluminam a existência de um fosso entre os ideais e as práticas, pondo em evidência as fragilidades em assegurarmos um dos pilares da educação inclusiva: a implementação de uma cultura profissional colaborativa, capaz de tornar a educação de e para todos uma vivência possível.
- Envolvimento de estudantes no ensino superior em regime presencial e a distânciaPublication . Figueiredo, Anelice; Veiga, Feliciano Henriques; Garcia, ÓscarO estudo objetiva pesquisar como se caracterizam as oscilações do envolvimento de estudantes universitários e como se diferenciam os resultados no envolvimento em função do regime de frequência, presencial e a distância. A amostra foi de 1547 estudantes do ensino superior. O instrumento utilizado foi a escala “Envolvimento dos Alunos na Escola – uma Escala Quadridimensional (EAE-E4D). Na análise dos resultados, observou-se que na modalidade presencial a quantidade de estudantes com pontuações inferiores à média é maior, mostrando-se, assim, menos envolvidos que os alunos a distância; foi verificado que existem diferenças estatisticamente significativas no envolvimento em todas as dimensões e no envolvimento total, favoráveis aos sujeitos que estudam a distância. Os resultados foram interpretados a luz da literatura revista.
- Envolvimento dos Alunos na Escola: Conceito e Relação com o Desempenho Académico — Sua Importância na Formação de ProfessoresPublication . Veiga, Feliciano Henriques; Festas, Maria; Taveira, Maria do Céu; Galvão, Diana; Janeiro, Isabel Nunes; CONBOY, JOSEPH; Carvalho, Carolina; Caldeira, Suzana; Melo, Madalena; Pereira, Tiago; Almeida, Ana; Bahia, Sara; Nogueira, JoãoO conceito de envolvimento dos alunos na escola tem vindo a ser colocado no cerne das discussões relacionadas com o sucesso académico e com o abandono escolar. Este estudo faz uma revisão de literatura acerca deste conceito e das suas relações com o desempenho académico, destacando a sua importância no âmbito da formação de professores. Vários estudos sustentam que a falta de envolvimento dos alunos aparece associada ao baixo desempenho académico, a problemas de comportamento e ao abandono escolar. O envolvimento dos alunos na escola apresenta-se, na literatura revista, como uma resposta eficaz para os problemas que afetam as escolas e os seus alunos, como um aspeto a ter em conta na prevenção de padrões de comportamento problemático em contexto escolar e, portanto, como um conceito transdisciplinar de elevada importância na formação de professores.
- Envolvimento dos Alunos na Escola: Relações com variáveis contextuais e pessoais: Uma revisão da literaturaPublication . Veiga, Feliciano Henriques; Galvão, Diana; Festas, Isabel; Taveira, Maria do CéuEste artigo apresenta uma revisão da literatura acerca do conceito envolvimento do aluno na escola e da sua relação com variáveis contextuais e pessoais. Vários estudos sustentam que tanto fatores pessoais (autoeficácia, autoconceito) como contextuais (pares, escola, família) se encontram associados ao envolvimento dos alunos na escola. Se, por um lado, o envolvimento surge na literatura revista como uma resposta potencialmente eficaz para os problemas que afetam as escolas e os seus alunos, por sua vez, a falta de envolvimento aparece associada ao baixo desempenho académico, a problemas de comportamento e ao abandono escolar. É, por isto mesmo, um aspeto a ter em conta na prevenção de padrões de comportamento problemático em contexto escolar.
- Envolvimento dos estudantes no ensino superior: análise em função da residência e do ano académicoPublication . Covas, Filomena; Veiga, Feliciano HenriquesA presente pesquisa analisa as diferenças no envolvimento dos estudantes do Ensino Superior, definido como um processo de investimento motivacional na aprendizagem e na escola, em função das variáveis residência e ano académico. A amostra foi constituída por 715 estudantes tendo os dados sido recolhidos através de um inquérito on-line que incluiu a Escala de Envolvimento dos Alunos na Escola, uma Escala Quadri-Dimensional. Na análise dos resultados em função da residência, foram encontradas diferenças significativas no envolvimento, favoráveis aos estudantes não deslocados e, em função do ano académico, favoráveis, na dimensão afetiva, ao primeiro ano face ao grupo finalista e, na dimensão agenciativa, aos finalistas relativamente ao grupo do segundo ano. Os resultados foram interpretados à luz da literatura revista.
