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- A aprendizagem baseada em jogos aplicada no processo de ensino-aprendizagem de Geografia no 7º ano de escolaridadePublication . Manuel Calca Lourenço,João; Instituto de Geografia e Ordenamento do Território; Martins,Ana Isabel Matias LouroO presente relatório descreve as atividades desenvolvidas no âmbito da Prática de Ensino Supervisionada na unidade curricular de Iniciação à Prática Profissional III do Mestrado de Ensino de Geografia. Estas foram realizadas na turma A do 7º ano do ensino básico do Colégio Atlântico, tendo sido abordados os conteúdos relacionados com a localização e com os países/capitais. O principal objetivo foi compreender de que forma a aprendizagem baseada em jogos contribuía para o processo de ensino-aprendizagem na disciplina de Geografia. Neste contexto pretendeu-se implementar a metodologia aprendizagem baseada em jogos. Numa primeira fase procedeu-se à recolha das ideias prévias dos alunos, de forma a perceber-se quais seriam os conhecimentos prévios sobre os conteúdos a lecionar. Numa segunda fase, foram introduzidos os conceitos teóricos fundamentais para que os alunos adquirissem os conhecimentos para o jogo proposto, tendo também sido definidas pelo professor em formação as competências a desenvolver. Na terceira fase deu-se a aplicação dos jogos “As Aventuras de Zoro”, criado de raiz pelo professor em formação, e Seterra, jogo comercial já existente com valor educativo. O primeiro jogo abordou os conteúdos relacionados com a localização, já o segundo jogo abordou os conteúdos relacionados com os países e capitais. Por fim, fez-se a análise do desempenho dos alunos bem como dos seus feedbacks relativos às aulas, que se revelaram em ambos os casos bastante positivos. Esta experiência didática revelou a relevância da aplicação da aprendizagem baseada em jogos no processo de ensino-aprendizagem dos alunos, tendo os jogos contribuído para uma maior motivação em sala de aula e para que os alunos construíssem o seu conhecimento. Para além disto também foi possível averiguar e comparar os pontos fortes e fracos da aplicação de jogos criados de raiz pelo professor em formação e jogos já existentes com valor educativo.
- As áreas urbanas : dinâmicas internas. A nossa cidade. Geografia, 11.ºano.Publication . Correia Dias,Mónica; Instituto de Geografia e Ordenamento do Território; Nunes,Sérgio Claudino LoureiroA Geografia é uma ciência que opera os seus métodos e abordagens em categorias de análise como a paisagem, o lugar, a região e o território. A descrição e explicação dos elementos que constituem estas categorias revelam o conhecimento geográfico. Neste contexto, é essencial que os docentes desenvolvam práticas educativas diversificadas que fomentem aprendizagens significativas. Uma das estratégias privilegiadas no ensino da Geografia é o trabalho de campo, atividade de pesquisa que acompanha a disciplina desde a sua constituição como ciência moderna, por permitir a articulação entre teoria e prática e promover a observação crítica do território. No âmbito da Prática de Ensino Supervisionada, realizada em 2022/2023 no contexto do Mestrado em Ensino de Geografia, foi implementada uma sequência didática com uma turma do 11.º ano da Escola Secundária da Amadora, na disciplina de Geografia A. As atividades centraram-se no tema “Os espaços organizados pela população”, com destaque para o subtema “As áreas urbanas: dinâmicas internas”. O trabalho de campo surgiu em dois momentos conspícuos: numa aula fora da escola, na cidade da Amadora, e numa visita a Lisboa. A sequência, intitulada “A nossa cidade”, permitiu uma maior facilidade na articulação entre os conteúdos programáticos e os territórios explorados, dado que se tratava de “falar da cidade, dentro da cidade”. A aplicação dos conceitos teóricos à análise do espaço urbano potenciou o pensamento crítico dos alunos, reforçando a ligação entre o conhecimento geográfico e o seu contexto local. O envolvimento ativo dos estudantes foi favorecido, bem como a sua reflexão sobre problemáticas urbanas contemporâneas, como a sustentabilidade, mobilidade, gestão do território e desigualdades económicas. Esta experiência proporcionou uma aprendizagem mais contextualizada e significativa, promotora de competências geográficas e de uma cidadania territorial informada e consciente.
- Cidades e diversidade cultural : uma experiência didática na disciplina de Geografia A do 11.º ano de escolaridade.Publication . Filipe de Almeida Casadinho Macedo,André; Instituto de Geografia e Ordenamento do Território; Esteves,Maria Helena Mariano de Brito Fidalgo; Vale,Margarida Maria de Araújo Abreu Vilar de Queirós doInserido no Mestrado em Ensino da Geografia no 3.º ciclo do Ensino Básico e no Ensino Secundário, o presente relatório visa explanar o trabalho desenvolvido com os estudantes, do 11.º I, da Escola Secundária Jorge Peixinho, sobre assuntos da disciplina de Geografia A, integrados no subtema “Áreas Urbanas: dinâmicas internas”, como os problemas urbanos e as medidas de melhoria da qualidade de vida urbana, e da área curricular não disciplinar de Cidadania e Desenvolvimento, relativamente aos temas da “interculturalidade” e dos “direitos humanos”. Assim, através de uma abordagem prática e crítica, pretendeu-se que os estudantes investigassem e debatessem questões reais, numa escala local, com particular enfoque no concelho do Montijo. A implementação de metodologias ativas constituiu um dos pilares deste projeto, permitindo, aos estudantes, o desenvolvimento de competências para a análise de dados geográficos. Uma das principais atividades prendeu-se com a construção de questionários, que permitiram aos estudantes recolher dados sobre o território, desenvolver capacidades de análise e apresentar esses dados de forma gráfica, respeitando as normas da cartografia. O trabalho de campo e as palestras promoveram a capacidade crítica dos estudantes, incentivando-os a recolher informação, refletir sobre os problemas e desafios urbanos e aprofundar conhecimentos na área da Geografia. O projeto focou-se, também, no trabalho colaborativo, estimulando a comunicação entre os estudantes, a resolução de problemas e o desenvolvimento de competências interpessoais. A partilha de ideias e o trabalho conjunto reforçaram o processo de aprendizagem, proporcionando uma experiência mais enriquecedora. Com esta abordagem, o professor deixou de ser um mero transmissor de conhecimento, para se tornar num orientador. Nesta sequência, os estudantes investigaram a sua cidade, refletindo sobre problemas urbanos e diversidade cultural. A recolha de informações através de inquéritos e trabalho de campo levou a uma reflexão colaborativa que culminou na criação de uma curta-metragem em pequenos grupos.
- As condições do ambiente térmico no interior de habitações precárias durante o inverno : o caso do Bairro Cova da Moura (Amadora)Publication . Silvestre da Conceição,Catarina; Instituto de Geografia e Ordenamento do Território; Fragoso,Marcelo Henrique Carapito Martinho; Viljoen de Vasconcelos, JoãoApesar do inverno ameno Portugal é dos países da Europa onde a população tem mais dificuldade em manter a habitação aquecida, evidenciando a vulnerabilidade dos portugueses às baixas temperaturas interiores, situação agravada em habitações com fraca qualidade construtiva como no caso de habitações precárias. A exposição a temperaturas internas abaixo do limiar de conforto recomendável (18ºC) acarreta consequências para a saúde e bem-estar dos residentes. Este estudo pretende analisar o comportamento da temperatura no interior de habitações no emblemático bairro da Cova da Moura durante o inverno, bem como a perceção dos residentes acerca do conforto proporcionado pelas mesmas. No estudo participaram voluntariamente residentes de seis habitações, na sua realização foram utilizados dois métodos: um quantitativo, através da medição das temperaturas interiores e exteriores, com a colocação de dataloggers nas divisões do quarto e sala; e outro, qualitativo, com a realização de entrevistas narrativas. Os resultados apontam para uma perceção de frio por parte dos residentes, não sendo exagero afirmar que sentem frio nas suas casas; as divisões encontram-se, frequentemente, abaixo dos valores de conforto recomendáveis, mesmo nas habitações com valores de temperatura mais elevados, o que demonstra a exposição ao frio interior a que se encontram sujeitos os residentes. Os resultados são corroborados pelas entrevistas, onde é referido o desconforto sentido durante o inverno nas habitações. Ademais, os comportamentos adaptativos recaem habitualmente no aquecimento individual, devido à falta de recursos financeiros, verificando-se o uso moderado de equipamentos de aquecimento, sendo notório por parte de alguns residentes uma atitude de conformismo em relação ao frio. É de destacar a realização de intervenções (ex: substituição das janelas), que revelaram efeitos positivos na perceção do conforto sentido pelos residentes na sua habitação. Os resultados deste estudo poderão ser uma mais-valia para a criação de soluções a fim de mitigar o desconforto térmico invernal.
- Dinâmicas Internas das Áreas Urbanas : uma Experiência Didática na Disciplina de Geografia do 11.º Ano de EscolaridadePublication . Filipa Monteiro Dias,Joana; Instituto de Geografia e Ordenamento do Território; Esteves,Maria Helena Mariano de Brito FidalgoNo âmbito da unidade curricular de Iniciação à Prática Profissional III do Mestrado em Ensino de Geografia da Universidade de Lisboa, foi desenvolvido o presente relatório, que incide nas atividades realizadas na Escola Básica e Secundária de Salvaterra de Magos, incluindo a lecionação de aulas de Geografia A a uma turma do 11.º ano de escolaridade, entre outras atividades desenvolvidas na escola. As temáticas, “As áreas urbanas: dinâmicas internas” e “A rede urbana e as relações campo-cidade”, foram lecionadas em dez aulas, nas quais se abordou os principais problemas urbanos das cidades portuguesas e possíveis soluções para os mitigar. As atividades realizadas em sala de aula passaram pela recolha de ideias prévias, exploração de apresentações multimédia, conceitos e sites, análise de vídeos, mapas e gráficos, realização de uma ficha formativa, esquemas e quizzes, entre outras. As principais estratégias de aprendizagem cooperativa mobilizadas foram o trabalho em grupo e o debate. Ao longo das atividades desenvolvidas, os alunos foram avaliados formativa e sumativamente. A partir dos resultados obtidos, verificou-se que tiveram maior facilidade em compreender os conteúdos curriculares relacionados com a qualidade de vida urbana. Tal ficou espelhado na revisão da matéria de aulas anteriores e realização de esquemas e quizzes, em que os alunos identificaram dinâmicas e problemas urbanos das cidades portuguesas, bem como possíveis soluções para os mitigar. Comprovou-se a importância da educação geográfica na preparação dos jovens alunos para a compreensão dos problemas urbanos atuais e no desenvolvimento de conhecimentos e competências fundamentais, e que a gestão do tempo de aula e a adequação das questões colocadas à turma podem e devem ser melhoradas numa prática futura, assim como a relação professor-aluno ser o pilar essencial que molda todo o processo de aprendizagem.
- O estudo do Meio Natural : uma experiência de aprendizagem cooperativa em Geografia no 7.º ano de escolaridadePublication . Reis Bizarro,Sofia; Instituto de Geografia e Ordenamento do Território; Esteves,Maria Helena Mariano de Brito FidalgoA prática de ensino supervisionada assume-se como uma etapa fundamental na formação inicial de professores permitindo a consolidação de competências estruturantes para o seu futuro profissional, tornando-os mais conscientes das exigências do ensino e do seu papel no contexto educativo. Este relatório apresenta uma reflexão sobre a experiência pedagógica obtida na Escola Secundária de Pinhal Novo no acompanhamento de uma turma de 7.º ano de escolaridade, centrando-se no estudo do ‘Meio natural: clima e formações vegetais’. A atualidade e complexidade deste eixo temático requer a adoção de práticas educativas ajustadas à realidade dos alunos, que os conduzam à compreensão crítica da relação entre a sociedade e a natureza no equilíbrio sistémico do planeta, preparando-os com um conjunto de conhecimentos, atitudes e valores fundamentais para responder aos crescentes desafios globais. Tendo em conta estes pressupostos, a conceção das atividades letivas estruturou-se em torno do trabalho cooperativo como dinâmica central de interligação entre as diversas componentes do currículo, privilegiando diversas metodologias ativas de ensino, como o jigsaw, investigação em grupo e a realização de uma campanha de sensibilização. Ao longo deste processo os alunos foram desafiados a analisar, questionar e investigar problemas socioambientais, delineando soluções e quadros de aplicação prática do conhecimento geográfico, tendo em vista a promoção de aprendizagens significativas. Os resultados alcançados evidenciam que a articulação entre os conteúdos curriculares com as dimensões da cidadania e educação ambiental, criam condições para que os sujeitos educativos façam uma leitura mais responsável da sua realidade, demonstrando interesse em participar ativamente na sua transformação. A par das competências transversais estabelecidas através do trabalho cooperativo, esta abordagem estimulou estes jovens a envolver a comunidade escolar na adoção de práticas ecológicas que reforçam a importância da educação geográfica no exercício de uma cidadania global e comprometida com o desenvolvimento sustentável.
- O estudo dos contrastes mundiais na Geografia do 12º ano de escolaridade : contributos para a educação para a cidadaniaPublication . Filipa Marques António,Inês; Instituto de Geografia e Ordenamento do Território; Esteves,Maria Helena Mariano de Brito FidalgoO presente relatório apresenta a Prática Profissional, no âmbito do Mestrado em Ensino da Geografia no 3º Ciclo do Ensino Básico e Ensino Secundário. As aulas supervisionadas descritas no relatório foram desenvolvidas no âmbito da disciplina de Geografia C no 12º ano de escolaridade, do curso de Ciências Socioeconómicas, do Colégio Atlântico, localizado na União de Freguesias do Seixal, Arrentela e Aldeia de Paio Pires. Durante a Prática de Ensino Supervisionado foi lecionado o tema 4 do Mundo dos Contrastes, com a supervisão do professor Joaquim Vítor. A Geografia lecionada procurou contribuir para aprofundar diferentes conceitos, com foco nas questões mundiais, nas desigualdades no desenvolvimento e no desenvolvimento sustentável, com a intenção de sensibilizar os alunos a participarem ativamente, tornando-se cidadãos responsáveis. Foram mobilizadas diversas estratégias e recursos importantes para conseguir os resultados desejados. Foram implementados trabalhos de grupo, simulações, debates e discussões, exploração de documentos, utilização de recursos multimédia e icebreakers (quebra-gelos). A avaliação formativa resultou da participação dos alunos, da auto e heteroavaliação, e do feedback da professora. A avaliação sumativa foi realizada através de um trabalho de grupo sobre as cidades sustentáveis e da realização do teste de avaliação como forma de consolidação do que aprenderam ao longo das aulas. As atividades realizadas permitiram que os alunos desenvolvessem uma maior consciencialização e responsabilidade como cidadãos, com conhecimento e autonomia para compreender e tentar resolver alguns os problemas. Isto aconteceu em diferentes momentos, como quando participaram em debates sobre as desigualdades mundiais, no momento que simularam uma carta aberta ao Presidente da República sobre possíveis medidas de apoio à natalidade, ou ainda quando trabalharam sobre as cidades sustentáveis, debruçando-se sobre os problemas e possíveis soluções do concelho do colégio
- Fluxos mundiais e competências de cidadania democrática : uma abordagem pedagógico-didática no Ensino da Geografia C no 12.º ano de escolaridadePublication . Filipe Martins da Costa,Sérgio; Instituto de Geografia e Ordenamento do Território; Esteves,Maria Helena Mariano de Brito Fidalgo; Hortas,Maria João BarrosoO presente relatório de prática de ensino supervisionada, desenvolvido no âmbito do Mestrado em Ensino de Geografia no 3.º Ciclo do Ensino Básico e Secundário, centrou-se na temática "Fluxos Mundiais e Competências de Cidadania Democrática", abordada na disciplina de Geografia C do 12.º ano. A sequência didática teve como objetivo principal conduzir os alunos na compreensão crítica dos fluxos globais (migratórios, comerciais, financeiros, de informação e ambientais) e suas implicações nas sociedades contemporâneas, promovendo o desenvolvimento de competências de cidadania democrática, conforme definidas no Referencial do Conselho da Europa (2016). A intervenção pedagógica decorreu na Escola Secundária de Alcochete, com a turma 12.ºE, estruturada em dez aulas, seguindo uma abordagem construtivista e metodologias ativas, como trabalho colaborativo, investigação orientada e comunicação oral e escrita. A sequência didática decorreu em três fases: exploração (diagnóstico de conceitos prévios), desenvolvimento (pesquisa e construção colaborativa) e síntese (apresentações e reflexão crítica). A avaliação combinou métodos formativos e sumativos, incluindo autoavaliação e heteroavaliação. Os resultados demonstram um elevado envolvimento dos alunos, com destaque para o desenvolvimento de competências como pensamento crítico, cooperação, empatia e responsabilidade, evidenciando a importância do recurso a estratégias de aprendizagem ativas no ensino da Geografia para a formação de cidadãos informados, críticos e participativos. O relatório conclui destacando a relevância das estratégias pedagógicas implementadas para a formação de cidadãos ativos e conscientes para intervir, com uma atitude democrática, nos desafios que um mundo globalizado e fragmentado coloca.
- A Geografia e o estudo das atividades económicas no 8ºano de escolaridade : uma experiência didática numa turma multiculturalPublication . Carvalho Dias,Catarina; Instituto de Geografia e Ordenamento do Território; Esteves,Maria Helena Mariano de Brito Fidalgo; Hortas,Maria João BarrosoO presente Relatório de Prática de Ensino Supervisionada enquadra-se no Mestrado de Ensino de Geografia no 3º Ciclo do Ensino Básico e Ensino Secundário e apresenta a prática profissional ocorrida na Escola Básica e Secundária Matilde Rosa Araújo, no ano letivo 2022/2023. A intervenção educativa decorreu numa turma do oitavo ano de escolaridade, onde prevalece a diversidade cultural. Neste sentido, as estratégias pedagógico-didáticas aplicadas tinham a intencionalidade de colocar os alunos a interagir. Assim, em todas as atividades implementadas o trabalho colaborativo a pares foi uma constante. Aliado ao trabalho colaborativo integraram-se as TIC, com o objetivo de motivar os alunos na construção das aprendizagens. Foram realizadas fichas e questionários através do Google Forms e do Padlet, jogos didáticos recorrendo ao Kahoot e ainda visualizados vídeos através da Escola Virtual, da Aula Digital e do Youtube. A avaliação formativa teve por base a realização das atividades mencionadas, já a avaliação sumativa decorreu da realização de dois testes. As estratégias pedagógico-didáticas aplicadas foram implementadas quando lecionado o tema das “Atividades Económicas”, mais concretamente os subtemas: Recursos, processos de produção e sustentabilidade, e, Setor I (Primário), Setor II (Secundário), Setor III (Terciário). A lecionação deste tema envolve inicialmente o saber de conceitos básicos, como o que são recursos naturais, fontes de energia, consumo sustentável, setor de atividade, população ativa e inativa e desemprego. Ao longo da sequência letiva, foi notória a participação e a motivação dos alunos durante as aulas, o trabalho colaborativo foi uma mais-valia nas aprendizagens por potenciar momentos de interação, de partilha e entreajuda na realização das tarefas, permitindo também um conhecimento mútuo entre pares, dimensões que é fundamental valorizar numa turma multicultural. Contudo todo o esforço demostrado pelos alunos na construção das aprendizagens não foi refletido na melhoria das classificações nos dois testes individuais realizados.
- O impacto das redes sociais nas viagens solo femininasPublication . Telles Paiva,Renata; Instituto de Geografia e Ordenamento do Território; Bakas,Fiona EvaNos últimos anos, a tecnologia e as redes sociais tornaram-se centrais no planeamento de viagens, permitindo o acesso a conteúdos visuais, relatos pessoais e redes de apoio que facilitam a tomada de decisão. Este fenómeno é particularmente relevante para mulheres que viajam sozinhas, cujo número tem crescido significativamente, impulsionado pela autonomia e pelo empoderamento feminino. Apesar da importância das redes sociais neste contexto, poucos estudos analisam a relação entre plataformas digitais e os desafios de género enfrentados por estas viajantes. A presente dissertação tem como objetivo investigar de que forma as redes sociais influenciam o turismo solo feminino, explorando como as questões de género permeiam as interações e narrativas online. Adotou-se uma abordagem metodológica mista, combinando análise quantitativa e qualitativa. Foram aplicados questionários, com 106 respostas válidas, para mapear padrões de utilização e perceção das redes sociais, complementados por 11 entrevistas semiestruturadas, que permitiram aprofundar experiências pessoais, práticas de autoproteção e perceções sobre empoderamento. Os resultados indicam que as mulheres que viajam sozinhas utilizam as redes sociais de forma consciente, seletiva e estratégica, integrando inspiração, planeamento e fortalecimento da identidade pessoal. As plataformas digitais funcionam como fontes de informação, redes de apoio e espaços de referência para modelos de viagem, ao mesmo tempo que proporcionam segurança e senso de comunidade. A investigação evidencia que o turismo solo feminino não é apenas uma experiência de lazer, mas uma prática social e cultural marcada por autonomia, gestão de riscos e construção de identidade. Estes resultados contribuem para a literatura sobre turismo digital, viagens solo femininas e comportamento do consumidor, destacando a necessidade de abordagens de género em estudos sobre turismo e tecnologia, e apontando oportunidades para o setor turístico atender de forma mais eficaz e segura as viajantes solo.
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