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- Transportes e mobilidade em Portugal : uma Proposta Didática na Geografia do 11.º anoPublication . de Soveral Rodrigues Oliveira,Diogo; Instituto de Geografia e Ordenamento do Território; Esteves,Maria Helena Mariano de Brito FidalgoO presente relatório tem como objetivo a exposição e reflexão das atividades que foram desenvolvidas durante a minha iniciação à prática docente. Esta experiência permitiu-me entrar em contacto com uma turma do ensino secundário de 11º ano de Geografia A, inserida no curso de Línguas e Humanidades do Agrupamento de Escolas Frei Gonçalo de Azevedo, tendo sido acompanhado pela professora cooperante Carla Fernandes. Durante a sequência didática, o tema abordado foi “A diversidade de modos de transporte e a desigualdade espacial das redes”. Durante este período, foram desenvolvidas atividades que promoveram o trabalho colaborativo, tais como a elaboração de um trabalho de grupo sobre os modos de transporte, bem como um roleplay relacionado com a mobilidade sustentável e ainda outras atividades pedagógicas, tais como, a realização de quizes, a realização de uma atividade com recurso à metodologia Jigsaw. Foram ainda elaboradas uma ficha de avaliação formativa e uma ficha de avaliação sumativa. Os resultados obtidos permitem concluir que o ensino dos transportes e da mobilidade em Portugal se revela como uma oportunidade essencial para fomentar o interesse, motivação e envolvimento dos alunos durante o processo de ensino e aprendizagem. Para além disso, ao relacionar o tema com a sustentabilidade, permite que os alunos possam desenvolver competências de pensamento crítico, resolução de problemas e de consciência ambiental. Deste modo, priorizou-se a diversificação dos métodos de ensino e aprendizagem, bem como a adoção de metodologias ativas que promovem um ensino construtivista e uma aprendizagem significativa, com o objetivo de fomentar o desenvolvimento de diversas competências que vão ao encontro das Aprendizagens Essenciais e do Perfil do Aluno à Saída da Escolaridade Obrigatória.
- A população e a sua evolução : uma experiência didática em Geografia, 8º Ano.Publication . Pinto de Almeida,Dário; Instituto de Geografia e Ordenamento do Território; Nunes,Sérgio Claudino LoureiroO relatório insere-se na unidade curricular de Iniciação à Prática Profissional III, do Mestrado em Ensino de Geografia no Ensino Básico e Secundário. Pretende enquadrar, descrever e refletir sobre as atividades desenvolvidas numa sequência didática de Geografia na turma E, do 8º ano, da Escola Básica 2, 3 Miguel Torga, na Amadora, sob a orientação da professora cooperante, a Dra. Maria Fátima Rebelo. A sequência incidiu sobre a População e a Mobilidade, nomeadamente o tema da População e Povoamento e compreendeu 18 aulas. Desenvolveram-se diversas atividades didáticas, como a elaboração de uma pirâmide etária, a realização de um póster de incentivo à natalidade em Portugal, a utilização do mentimeter para identificar os conhecimentos prévios dos alunos, a encenação de um teatro, a realização de fichas de trabalho, a utilização da aplicação coogle para a elaboração de um esquema e a vinda de um convidado para relatar a sua história de vida, enquanto imigrante. Na avaliação, realizou-se um quiz de revisão para a ficha de avaliação, respondeu-se uma questão-aula sobre os movimentos populacionais e realizou-se uma ficha de avaliação sobre a população e os movimentos populacionais. Os alunos utilizaram uma plataforma pedagógica-didática útil ao desenvolvimento de competências, de extrema importância para a sua formação enquanto alunos e pessoas.
- A Geografia e o estudo das atividades económicas no 8ºano de escolaridade : uma experiência didática numa turma multiculturalPublication . Carvalho Dias,Catarina; Instituto de Geografia e Ordenamento do Território; Esteves,Maria Helena Mariano de Brito Fidalgo; Hortas,Maria João BarrosoO presente Relatório de Prática de Ensino Supervisionada enquadra-se no Mestrado de Ensino de Geografia no 3º Ciclo do Ensino Básico e Ensino Secundário e apresenta a prática profissional ocorrida na Escola Básica e Secundária Matilde Rosa Araújo, no ano letivo 2022/2023. A intervenção educativa decorreu numa turma do oitavo ano de escolaridade, onde prevalece a diversidade cultural. Neste sentido, as estratégias pedagógico-didáticas aplicadas tinham a intencionalidade de colocar os alunos a interagir. Assim, em todas as atividades implementadas o trabalho colaborativo a pares foi uma constante. Aliado ao trabalho colaborativo integraram-se as TIC, com o objetivo de motivar os alunos na construção das aprendizagens. Foram realizadas fichas e questionários através do Google Forms e do Padlet, jogos didáticos recorrendo ao Kahoot e ainda visualizados vídeos através da Escola Virtual, da Aula Digital e do Youtube. A avaliação formativa teve por base a realização das atividades mencionadas, já a avaliação sumativa decorreu da realização de dois testes. As estratégias pedagógico-didáticas aplicadas foram implementadas quando lecionado o tema das “Atividades Económicas”, mais concretamente os subtemas: Recursos, processos de produção e sustentabilidade, e, Setor I (Primário), Setor II (Secundário), Setor III (Terciário). A lecionação deste tema envolve inicialmente o saber de conceitos básicos, como o que são recursos naturais, fontes de energia, consumo sustentável, setor de atividade, população ativa e inativa e desemprego. Ao longo da sequência letiva, foi notória a participação e a motivação dos alunos durante as aulas, o trabalho colaborativo foi uma mais-valia nas aprendizagens por potenciar momentos de interação, de partilha e entreajuda na realização das tarefas, permitindo também um conhecimento mútuo entre pares, dimensões que é fundamental valorizar numa turma multicultural. Contudo todo o esforço demostrado pelos alunos na construção das aprendizagens não foi refletido na melhoria das classificações nos dois testes individuais realizados.
- Os recursos hídricos : usos, limitações e sustentabilidade. Uma experiência didática em trabalho de campo, 10.º ano de escolaridadePublication . Emanuel de Mendonça Santos,Diogo; Instituto de Geografia e Ordenamento do Território; Nunes,Sérgio Claudino Loureiro; Hortas,Maria João BarrosoNa Escola Secundária Rainha Dona Leonor, em Lisboa, e no 3º período de 2022/2023, numa turma de 10º ano de escolaridade, foi implementada uma sequência letiva enquadrada pelo subtema Os recursos hídricos, centrada na aquisição de hábitos de gestão e consumo daqueles numa perspetiva de sustentabilidade. A sequência letiva foi suportada por vários documentos de referência a nível nacional e internacional. O contributo da educação geográfica para o quotidiano de um futuro adulto é dado, também, pelas suas perceções das relações entre o meio humano e o meio físico. Face à multiplicidade e à velocidade de sucessão dos acontecimentos na atualidade, as estratégias adotadas em sala de aula devem alertar os alunos para os fatores que fazem mudar a qualidade de vida e a sustentabilidade dos recursos a diversas escalas. O grande desafio do professor durante a sua prática letiva é o de, através das experiências obtidas até ao momento, fazer uma re(construção) do conhecimento, orientando os alunos para um conhecimento científico útil, capaz de se traduzir num savoir-faire. Assim, as estratégias de aprendizagem utilizadas no trabalho de campo foram pautadas por momentos de recolha, tratamento de informação, análise e criação de possíveis soluções com vista à sustentabilidade em sala de aula e na visita ao Centro Interpretativo de Educação Ambiental Água a 360º, com a finalidade de aplicar as várias aprendizagens significativas que foram desenvolvidas com a sequência letiva. Estas estratégias deram aos alunos a oportunidade de re(construir) e aprofundar os conhecimentos; melhorar as competências de leitura e de comunicação, em geral; compreender vários tipos de informação; e promover o relacionamento em grupo num contexto de trabalho. Os alunos terão ainda desenvolvido um conjunto de atitudes e valores a aplicar no seu quotidiano, no seu uso da água, atuando como cidadãos conscientes e críticos relativamente à sustentabilidade hídrica atua
- A importância da Educação Geográfica para a construção da cidadania climática : o estudo do clima no 7.º ano de escolaridadePublication . Batista Guerreiro,Jéssica; Instituto de Geografia e Ordenamento do Território; Esteves,Maria Helena Mariano de Brito FidalgoO presente Relatório de Prática de Ensino Supervisionada insere-se no âmbito da unidade curricular Introdução à Prática Profissional III do Mestrado em Ensino de Geografia no 3.º Ciclo do Ensino Básico e no Ensino Secundário e tem como principal objetivo compreender de que forma a Educação Geográfica pode contribuir para a construção da cidadania climática. Para a consecução do objetivo proposto realiza-se uma descrição e reflexão das aulas lecionadas na turma do 7ºE, da escola EB 2,3 da Bobadela, localizada em Loures, sob orientação da professora cooperante Gracília Morais. A sequência letiva implementada foca-se no estudo do subtema Clima e Formações Vegetais, que integram o tema Meio Natural, segundo as Aprendizagens Essenciais de Geografia do 7.º ano de escolaridade. O planeamento da sequência letiva é sustentado pelos documentos orientadores do sistema educativo português e do agrupamento de escolas da Bobadela. A implementação de estratégias adequadas e desafiantes torna-se crucial para o sucesso de consolidação das aprendizagens e desenvolvimento de competências. Como tal, o trabalho em grupo, enquanto estratégia de aprendizagem, apresenta uma centralidade ímpar neste contexto. Foram igualmente implementadas outras atividades de forma a complementar o sucesso das aprendizagens nomeadamente o diálogo e debate com os alunos, a exploração do manual, a elaboração de esquemas no quadro, a realização de exercícios do manual, a análise e debate de notícias e a elaboração de cartazes. Através da sequência letiva implementada desenvolveram-se competências nos alunos desde o saber ao ser. Por um lado, o desenvolvimento e a assimilação de conceitos fundamentais associados ao estudo do clima e dos biomas foi imperativo para fomentar o pensamento crítico dos alunos. Por outro lado, a aprendizagem colaborativa, potenciou e permitiu colocar em práticas as aprendizagens desenvolvidas de forma empírica, tornando a aprendizagem mais significativa e conducente ao exercício da cidadania climática, permitindo-lhes atuar no espaço de forma consciente, responsável e informada.
- Riscos e Catástrofes Naturais na Geografia do 9ºano : contributo para a Educação para o RiscoPublication . Maria da Costa Agostinho,Inês; Instituto de Geografia e Ordenamento do Território; Esteves,Maria Helena Mariano de Brito Fidalgo; Garcia,Ricardo Alexandre CardosoO presente Relatório de Prática de Ensino Supervisionada insere-se no Mestrado em Ensino de Geografia, tendo sido desenvolvido na Escola Secundária Seomara da Costa Primo, no âmbito da unidade temática "Riscos e Catástrofes Naturais" ao 9.º ano de escolaridade. Este relatório tem como base compreender o contributo da Geografia para a Educação para o Risco, valorizando o currículo da disciplina e o trabalho dentro de sala de aula enquanto ferramenta essencial para a promoção de uma cidadania ativa, crítica e informada. O tempo letivo dedicado à Prática de Ensino Supervisionado integrou um total de 17 aulas, durante as quais foram aplicadas metodologias ativas e diferenciadas, com o propósito de promover o envolvimento dos alunos no processo de ensino-aprendizagem. Foram desenvolvidas diversas atividades, tais como o levantamento de ideias prévias, a realização de fichas de trabalho, a visualização de vídeos, a aplicação de quizzes interativos e o trabalho cooperativo. Estas estratégias foram definidas em função das características e necessidades da turma, sendo realizadas através de diferentes recursos, como a apresentação de vídeos breves, antes da exposição dialogada dos conteúdos temáticos. A avaliação nesta turma caracterizou-se pela sua vertente formativa, bem como pela avaliação qualitativa realizada através de uma ficha de avaliação e dois trabalhos de grupo referentes ao tema principal - "Riscos e Catástrofes Naturais". Este relatório evidencia ainda o papel da escola na formação de indivíduos resilientes e conscientes dos desafios ambientais e sociais, especialmente perante o aumento da frequência e intensidade de catástrofes naturais, muitas vezes agravadas por fatores antrópicos. Nesse sentido, o desenvolvimento de um kit de emergência e de um póster sobre fenómenos naturais constituiu um contributo essencial para que os alunos compreendessem a importância da preparação, da prevenção e da resposta adequada em situações de risco, reforçando, assim, os princípios da Educação para o Risco.
- A aprendizagem baseada em jogos aplicada no processo de ensino-aprendizagem de Geografia no 7º ano de escolaridadePublication . Manuel Calca Lourenço,João; Instituto de Geografia e Ordenamento do Território; Martins,Ana Isabel Matias LouroO presente relatório descreve as atividades desenvolvidas no âmbito da Prática de Ensino Supervisionada na unidade curricular de Iniciação à Prática Profissional III do Mestrado de Ensino de Geografia. Estas foram realizadas na turma A do 7º ano do ensino básico do Colégio Atlântico, tendo sido abordados os conteúdos relacionados com a localização e com os países/capitais. O principal objetivo foi compreender de que forma a aprendizagem baseada em jogos contribuía para o processo de ensino-aprendizagem na disciplina de Geografia. Neste contexto pretendeu-se implementar a metodologia aprendizagem baseada em jogos. Numa primeira fase procedeu-se à recolha das ideias prévias dos alunos, de forma a perceber-se quais seriam os conhecimentos prévios sobre os conteúdos a lecionar. Numa segunda fase, foram introduzidos os conceitos teóricos fundamentais para que os alunos adquirissem os conhecimentos para o jogo proposto, tendo também sido definidas pelo professor em formação as competências a desenvolver. Na terceira fase deu-se a aplicação dos jogos “As Aventuras de Zoro”, criado de raiz pelo professor em formação, e Seterra, jogo comercial já existente com valor educativo. O primeiro jogo abordou os conteúdos relacionados com a localização, já o segundo jogo abordou os conteúdos relacionados com os países e capitais. Por fim, fez-se a análise do desempenho dos alunos bem como dos seus feedbacks relativos às aulas, que se revelaram em ambos os casos bastante positivos. Esta experiência didática revelou a relevância da aplicação da aprendizagem baseada em jogos no processo de ensino-aprendizagem dos alunos, tendo os jogos contribuído para uma maior motivação em sala de aula e para que os alunos construíssem o seu conhecimento. Para além disto também foi possível averiguar e comparar os pontos fortes e fracos da aplicação de jogos criados de raiz pelo professor em formação e jogos já existentes com valor educativo.
- Dinâmicas Internas das Áreas Urbanas : uma Experiência Didática na Disciplina de Geografia do 11.º Ano de EscolaridadePublication . Filipa Monteiro Dias,Joana; Instituto de Geografia e Ordenamento do Território; Esteves,Maria Helena Mariano de Brito FidalgoNo âmbito da unidade curricular de Iniciação à Prática Profissional III do Mestrado em Ensino de Geografia da Universidade de Lisboa, foi desenvolvido o presente relatório, que incide nas atividades realizadas na Escola Básica e Secundária de Salvaterra de Magos, incluindo a lecionação de aulas de Geografia A a uma turma do 11.º ano de escolaridade, entre outras atividades desenvolvidas na escola. As temáticas, “As áreas urbanas: dinâmicas internas” e “A rede urbana e as relações campo-cidade”, foram lecionadas em dez aulas, nas quais se abordou os principais problemas urbanos das cidades portuguesas e possíveis soluções para os mitigar. As atividades realizadas em sala de aula passaram pela recolha de ideias prévias, exploração de apresentações multimédia, conceitos e sites, análise de vídeos, mapas e gráficos, realização de uma ficha formativa, esquemas e quizzes, entre outras. As principais estratégias de aprendizagem cooperativa mobilizadas foram o trabalho em grupo e o debate. Ao longo das atividades desenvolvidas, os alunos foram avaliados formativa e sumativamente. A partir dos resultados obtidos, verificou-se que tiveram maior facilidade em compreender os conteúdos curriculares relacionados com a qualidade de vida urbana. Tal ficou espelhado na revisão da matéria de aulas anteriores e realização de esquemas e quizzes, em que os alunos identificaram dinâmicas e problemas urbanos das cidades portuguesas, bem como possíveis soluções para os mitigar. Comprovou-se a importância da educação geográfica na preparação dos jovens alunos para a compreensão dos problemas urbanos atuais e no desenvolvimento de conhecimentos e competências fundamentais, e que a gestão do tempo de aula e a adequação das questões colocadas à turma podem e devem ser melhoradas numa prática futura, assim como a relação professor-aluno ser o pilar essencial que molda todo o processo de aprendizagem.
- Fluxos mundiais e competências de cidadania democrática : uma abordagem pedagógico-didática no Ensino da Geografia C no 12.º ano de escolaridadePublication . Filipe Martins da Costa,Sérgio; Instituto de Geografia e Ordenamento do Território; Esteves,Maria Helena Mariano de Brito Fidalgo; Hortas,Maria João BarrosoO presente relatório de prática de ensino supervisionada, desenvolvido no âmbito do Mestrado em Ensino de Geografia no 3.º Ciclo do Ensino Básico e Secundário, centrou-se na temática "Fluxos Mundiais e Competências de Cidadania Democrática", abordada na disciplina de Geografia C do 12.º ano. A sequência didática teve como objetivo principal conduzir os alunos na compreensão crítica dos fluxos globais (migratórios, comerciais, financeiros, de informação e ambientais) e suas implicações nas sociedades contemporâneas, promovendo o desenvolvimento de competências de cidadania democrática, conforme definidas no Referencial do Conselho da Europa (2016). A intervenção pedagógica decorreu na Escola Secundária de Alcochete, com a turma 12.ºE, estruturada em dez aulas, seguindo uma abordagem construtivista e metodologias ativas, como trabalho colaborativo, investigação orientada e comunicação oral e escrita. A sequência didática decorreu em três fases: exploração (diagnóstico de conceitos prévios), desenvolvimento (pesquisa e construção colaborativa) e síntese (apresentações e reflexão crítica). A avaliação combinou métodos formativos e sumativos, incluindo autoavaliação e heteroavaliação. Os resultados demonstram um elevado envolvimento dos alunos, com destaque para o desenvolvimento de competências como pensamento crítico, cooperação, empatia e responsabilidade, evidenciando a importância do recurso a estratégias de aprendizagem ativas no ensino da Geografia para a formação de cidadãos informados, críticos e participativos. O relatório conclui destacando a relevância das estratégias pedagógicas implementadas para a formação de cidadãos ativos e conscientes para intervir, com uma atitude democrática, nos desafios que um mundo globalizado e fragmentado coloca.
- A perceção dos Serviços de ecossistemas em áreas urbanas : o caso da Área Metropolitana de LisboaPublication . Filipe Gomes Ferreira,Xavier; Instituto de Geografia e Ordenamento do Território; Abrantes,Patrícia Catarina dos Reis MacedoOs territórios, por todo o planeta, são o resultado de constantes interações entre os sistemas humanos e a Natureza que, ao existirem no mesmo plano, produzem contínuos reequilíbrios espaciais, criadores de paisagem, territórios e sentidos de lugar. Esta inevitável construção dos espaços, rege-se a partir das necessidades e perspetivas humanas sobre os serviços que os ecossistemas proporcionam na evolução, fixação e desenvolvimento das sociedades, com impactos profundos nas dimensões ecológicas, sociais e psicológicas dos indivíduos e comunidades. Simultaneamente, revelam a progressiva decadência dos ecossistemas e as questões morais conectadas à conjuntura cultural, política e económica estabelecida sobre as regiões e as populações. Na atualidade, a consolidação valorativa da pluralidade de escalas sobre os fenómenos e acontecimentos nas regiões, localidades e países têm criado uma série de dinâmicas e interpretações únicas e variáveis que, muitas das vezes, não vão ao encontro da verdadeira necessidade e urgência a um problema. Para além disso, a agravante das mudanças climáticas e, consequente, perda de biodiversidade por mãos humanos, potencia as consequências negativas destes contextos sociais e ambientais. Justamente, procura-se responder às seguintes questões: em que medida, os diferentes contextos geográficos da Área Metropolitana de Lisboa produzem diferentes perceções dos ecossistemas e seus serviços? Que relação existe entre perceção da população e a presença ou ausência dos ecossistemas nos territórios? Ao delinear o alcance dos ecossistemas na vida da população urbana a partir de um inquérito respondido por um total de 272 pessoas em 2015 e 2024. Demonstra-se assim, um panorama geral de desconhecimento integral, acompanhado por uma certa consciência ambiental e abertura ecológica. Deste modo percebe-se que as pessoas estão, de certa forma, dispostas a repensar a sua posição no ambiente. Porém, paira o desafio de o fazer de maneira estratégica, harmoniosa, justa e estimulante à ambiência socialmente equilibrada e ecologicamente contínua.
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