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- Histórias com vida & vidas com históriaPublication . Madeira, Ana; Cabeleira, HelenaSob o título Histórias com Vida & Vidas com História, o presente e-book disponibiliza uma parcela restrita de testemunhos orais e materiais empíricos colhidos no território do PIS entre Agosto de 2019 e Fevereiro de 2020. Esta colheita permitiu a criação de um Banco de Memórias documentando biografias escolares e processos de alfabetização (formais ou informais), integrando também um conjunto de materiais iconográficos concedidos ao Projecto MRIR por um total de 83 indivíduos entrevistados na região do PIS. Com base nestes relatos autobiográficos será doravante possível trabalhar sobre objectos específicos ou aprofundar problemas de pesquisa até aqui pouco explorados, o que nos parece constituir um legado relevante para a comunidade científica. Todo o volume de trabalho realizado pelo Projecto MRIR, e toda a riqueza de materiais empíricos (testemunhos orais, registos audiovisuais, iconografia, etc.) recolhidos ao longo de quatro anos – entremeados por dois anos de pandemia – jamais poderá ser comprimido num único livro. Também por esse motivo, assumimos a incompletude destas Histórias com Vida & Vidas com História, esperando com este e-book homenagear tanto ‘os vivos’ quanto ‘os mortos’ em reconhecimento e memória dos quais, de resto, dedicamos todo este trabalho – o que foi feito e o que fica por fazer.
- Escritas e Cultura na Europa e no Atlântico ModernosPublication . Chartier, Roger; Rodrigues, José Damião; Magalhães, JustinoEste livro ilustra uma modernidade letrada. Desde Quinhentos que a escrita está presente como manuscrito e como impresso e, com ela, a leitura. A modernidade é impensável sem a cultura letrada das elites e sem a aplicação da escrita a novos domínios materiais, simbólicos, de governo e administração, socioculturais, como também sem a aculturação escrita de novos públicos. Tendo a escrita como motivo central, Escritas e Cultura na Europa e no Atlântico Modernos desvela o mundo dos textos, ilustra os campos autoral, editorial, do leitor, comunicacional, intrínsecos à cultura escrita, toma a escrita como campo simbólico, de representação, poder e mobilização. E, enfim, apresenta a cultura escrita como constitutiva da Europa e do Atlântico modernos. Incidindo sobre uma realidade complexa e multidimensional, este livro traz a historicidade e a perspectiva histórica para o centro dos estudos humanísticos, sociais, culturais, educacionais.
- Formação Educacional e Tecnológica. Uma Análise dos Avanços da Educação Ambiental no Ensino Técnico, Tecnológico e Politécnico / Brasil - PortugalPublication . VILHENA DE OLIVEIRA, ANDRÉ; NASCIMENTO VILHENA, NIDIANNE; Magalhães, JustinoAnálise dos avanços da Educação Ambiental no Ensino Técnico, Tecnológico e Politécnico, ocorridos no Brasil, Portugal, em especial no Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Amazonas - IFAM - Campus Manaus Centro - CMC.
- Monumenta Histórica: o Ensino e a Companhia de Jesus (séculos XVI a XVIII): 1700-1759Publication . Rosa, Teresa Maria Rodrigues da FonsecaEste volume III de Monumenta Historica da Provincia Lusitana, é composto por 34 documentos do século XVIII. No fundamental, trata-se de Relatórios e Pareceres relativos às circunstâncias históricas e à proscrição da Companhia em Portugal. Alguns destes documentos apresentam uma visão geral sobre a história e a influência da Companhia em Portugal e na Cristandade. Fica comprovado que até meados do século XVIII, a Companhia de Jesus não cessou de ampliar a acção, no ensino e na missionação em Portugal. No conjunto dos 3 volumes, Monumenta Historica traz à leitura e à investigação documentos inéditos sobre a Companhia, possibilitando o aprofundamento e a revisão de alguns pressupostos subjacentes à História Moderna. Possibilitam também uma reconstituição da história da Companhia no ensino, nomeadamente a história dos Colégios.
- A Experiência das Juntas Escolares no Concelho de Mafra: Finais do Século XIX - I RepúblicaPublication . Silva, Carlos Manique daNa presente investigação aquilo que se procura enfatizar – o contexto será o do município de Mafra – é a ideia (tributária do conceito de município pedagógico) de que os municípios “exploraram as margens de autonomização até ao limite das suas potencialidades, com vista a uma idealização e a uma política escolar e educativa que lhes conferisse uma identidade e singularidade, cultural, social, económica” (Magalhães, 2010: 214). À luz histórica, o nosso olhar – que pretende contribuir para o conhecimento do papel dos municípios na educação e no desenvolvimento locais no período em que vigora a Reforma de Rodrigues Sampaio (recorde-se, de 1881 a 1892) e no entremeio descentralizador de 1919 ao período final da I República – focar-se-á, não diretamente, na ação educativa da Câmara Municipal de Mafra, mas num órgão de dimensão concelhia – a Junta Escolar. O esforço interpretativo das evidências empíricas – essencialmente fontes locais – é guiado por um conjunto de interrogações exploratórias: até que ponto o mencionado órgão agiu por motu proprio? Contendeu em algum momento com as orientações da Câmara Municipal de Mafra? Foi capaz de explorar margens de autonomia no sentido de ir ao encontro das realidades locais? Que interlocutores privilegiou? E, finalmente, em que domínios centrou a sua intervenção? Sabemos, na referência aos textos legais, que as competências e responsabilidades transferidas para os municípios e paróquias são, sobretudo, de gestão (orçamento, recursos físicos, contratação e pagamento de vencimentos a professores). Na verdade, tudo o que concernia a disciplinas, programas, métodos pedagógicos, exames e manuais escolares (no fundo, ao ato educativo e à organização pedagógica) ficava a cargo da política central; os serviços de Inspeção Escolar terão, aliás, um papel relevante no controlo externo do sistema de ensino. Seja como for, admitimos que as respostas às questões por nós formuladas não se encontram apenas nas diretrizes consignadas na letra da lei. Por outras palavras, assumimos a diversidade das experiências de descentralização em função dos contextos e dos atores em presença. Há, pois, um espaço de possibilidades que se abre.
- Monumenta Historica: o Ensino e a Companhia de Jesus (séculos XVI a XVIII): 1581-1700Publication . Rosa, Teresa Maria Rodrigues da FonsecaO presente ebook Monumenta Historica. O Ensino e a Companhia de Jesus (séculos XVI a XVIII), Volume II (1581-1700) é composto por 29 documentos sobre a Província Lusitana no trânsito do século XVI para o século XVII. A Companhia de Jesus intentava assegurar o ensino nos diferentes quadrantes do território português. Em função das características e das necessidades, fundava Residências, Seminários, Colégios. Em Évora, a Companhia fundou um Colégio, posteriormente elevado à categoria de Universidade – a Universidade Teológica. As missões eram instâncias temporárias. Em Goa, os Missionários Jesuítas fundaram um Colégio onde funcionava uma missão. Os documentos deste volume II de Monumenta Historica dão continuidade à série documental sobre a Província Lusitana da Companhia de Jesus. No início de cada documento fez-se a respetiva identificação: elementos cronológicos, dados topográficos, ordenação do ano, mês, dia e lugar, sempre que possível. Optou-se também por incluir um pequeno sumário em cada texto, assim como, a contextualização. A análise sumária dos documentos dá nota da afirmação da Companhia, sua implantação geográfica e constituição de uma pedagogia institucional como missionação e formação teológica. A Companhia de Jesus visava a formação das elites teológicas e governantes. Foi-se implantando nos principais centros urbanos portugueses, centros religiosos, centros escolares e centros estratégicos de missionação e formação clerical, como comprovam os documentos agora publicados. A recolha das fontes necessárias à consecução deste II Volume da Monumenta Historica incidiu particularmente nos fundos das bibliotecas e arquivos que passamos a nomear: Academia das Ciências de Lisboa; Arquivos Nacionais/Torre do Tombo; Biblioteca Nacional de Portugal/ Reservados; Biblioteca da Ajuda; Biblioteca Pública e Arquivo Distrital de Évora e, nomeadamente, no Arquivo Romano da Companhia de Jesus (A.R.S.I.).
- Monumenta Histórica: o Ensino e a Companhia de Jesus (séculos XVI a XVIII): 1540-1580Publication . Rosa, Teresa Maria Rodrigues da FonsecaA história dos Jesuítas é transversal aos Estados Modernos e indissociável da hegemonia cultural do Ocidente. A Companhia de Jesus expandiu‐se pelas missões e conservou‐se pela instituição educativa, tendo na cultura escrita difundida, mediada e formalizada pela escola, um meio de desenvolvimento e normalização. O núcleo fundante do Jesuitismo residiu na conciliação entre os Exercícios Espirituais, as Constituições da Companhia e o Ratio Studiorum. Aos três elementos escritos, a Companhia de Jesus acrescentou a escrita autográfica e epistolar. Cultivada por Inácio de Loiola que deixou mais de 7.000 cartas, a epistolografia foi uma das principais manifestações da Ars Scribendi. Na análise do conjunto de documentos que constitui este Volume I da Monumenta Historica (1540‐1580), encontramos três grandes categorias de escrita na documentação da primeira fase do Jesuitismo. Há uma escrita educativa constituída pelos Exercícios Espirituais e pelas Experiências probatórias, onde a tónica reside na conversão, na edificação e na transformação do indivíduo. Há uma escrita pedagógica – uma parte das Constituições e o Ratio Studiorum. Há uma escrita didática formada pelos compêndios, pelas normas de ensinar e de examinar, pelas diversidade e complementaridade de exercícios, modalidades de apresentação dos conhecimentos, modos de leitura e de escrita, escrituração de presenças, premiações, aconselhamentos. A Monumenta Historica, prefaciada por Justino Magalhães, de que agora se publica o Volume I, é uma recolha sistemática e, dentro do possível, exaustiva da documentação dos Jesuítas da Província Portuguesa. Inclui os aspetos gerais nos planos educativo, pedagógico, didático, incidindo fundamentalmente em relatórios e visitas. São documentos conservados em Arquivos nacionais e no Archivum Romanum Societatis Jesu. Foram considerados e transcritos apenas os documentos referentes a este período. Alguns textos, embora com data posterior, ficaram incluídos nesta obra por se tratar de traslados de documentos referentes a esta época. Este volume da Monumenta Historica é composto por 42 documentos. O primeiro data de 1539 e o último é um Inventário de autores de obras escritas por Jesuítas. É um inventário geral que contém dados para os séculos XVI e XVII, mas também alguma informação sobre o século XVIII. No ordenamento cronológico, este Volume I é relativo aos reinados de D. João III, D. Sebastião (incluindo as regências de sua avó, D. Catarina, e do seu tio‐avô, o cardeal D. Henrique) e ao reinado do cardeal‐rei D. Henrique, falecido em 1580. Inclui ainda o período conturbado da subida ao poder de D. Felipe I, após o triunfo sobre D. António, Prior do Crato, na batalha de Alcântara.
- Os Municípios na Modernização EducativaPublication . Adão, Áurea; Magalhães, JustinoOs Municípios na Modernização Educativa é o terceiro ebook de uma série dedicada aos Municípios na Educação e na Cultura. Tal como os anteriores, resulta do projeto “Atlas-Repertório dos Municípios na Educação e na Cultura, em Portugal (1820-1986)”,com sede no Instituto de Educação da Universidade de Lisboa, financiado pela Fundação para a Ciência e a Tecnologia [Referência PTDC/CPE-CED/116938/2010]. O projeto contou ainda com um apoio financeiro da Fundação Calouste Gulbenkian para publicação dos Inquéritos às Escolas de 1863 e de 1875. Este ebook contém uma abordagem interdisciplinar do complexo municipalização-estatalização-modernização. A história é no entanto a abordagem principal. O ebook é composto por dezasseis estudos, um conjunto dos quais reporta à realidade portuguesa, espanhola e, de algum modo, europeia. Um outro conjunto de textos incide sobre a realidade brasileira. Esta publicação está dividida em três partes: os municípios na educação e na cultura; municipalismo e desenvolvimento local; municípios brasileiros, a educação e o desenvolvimento local. Ainda que de modo próprio, todos estes estudos tomam o referido complexo como objeto epistémico, histórico, pedagógico, social, administrativo, governativo. Tomam o município como unidade de observação e registo, e reelaboram a noção de município pedagógico como meta-história. Estes textos contêm linhas de conjunto sobre a temática do municipalismo moderno e contemporâneo, e há neles duas ideias de fundo: a da intermitência do municipalismo na educação; a da participação dos municípios na modernização da educação, comprovável nos modelos, nas perspetivas, nos discursos. Estes textos retomam as comunicações orais apresentadas no Encontro Internacional “Os Municípios na Modernização Educacional e Cultural”, que decorreu no Instituto de Educação da Universidade de Lisboa, em 12 e 13 de Dezembro de 2014.
- Do Portugal das Luzes ao Portugal Democrático: Atlas-Repertório dos Municípios na EducaçãoPublication . Magalhães, JustinoDo Portugal das Luzes ao Portugal Democrático. Atlas-Repertório dos Municípios na Educação resulta do projecto “Atlas-Repertório dos Municípios na Educação e na Cultura, em Portugal (1820-1986)”,com sede no Instituto de Educação da Universidade de Lisboa, financiado pela Fundação para a Ciência e a Tecnologia [Referência PTDC/CPE-CED/116938/2010]. O projecto contou ainda com um apoio financeiro da Fundação Calouste Gulbenkian para publicação dos Inquéritos às Escolas de 1863 e de 1875. Este Atlas-Repertório tem por limite temporal 1750 e 1986. Contém uma introdução e uma teorização sobre o município como unidade histórica, cartográfica, pedagógica. O Atlas-Repertório é uma sequência de cinco quadros histórico-pedagógicos: 1º Pombalismo-Joanismo/ estatalização; 2º Vintismo, liberalismo, regeneração/ nacionalização; 3º O local como autarcia – município pedagógico/ republicanismo; 4º Estado Novo/ município corporativo; 5º Revolução Democrática e municipalismo na universalização da educação básica. Os municípios fizeram educação e tomaram a escola como meio de integração, desenvolvimento, modernização. Este Atlas-Repertório congrega o labor de uma Equipa de Investigadores, vasta e interdisciplinar. Os cálculos, os mapas, as conclusões aqui publicados têm como suporte a Base de Dados Atlas-Repertório. Os mapas do 1º quadro e alguns do 2º foram gentilmente elaborados por uma Equipa de Investigadores do Instituto de História Contemporânea da Universidade Nova de Lisboa. Os restantes foram elaborados por uma Equipa de Investigadores do Instituto de Geografia e Ordenamento do Território, da Universidade de Lisboa. Aqui fica, uma vez mais, o agradecimento a todos os Investigadores. Fica também o reconhecimento à Fundação para a Ciência e a Tecnologia e à Fundação Calouste Gulbenkian que confiaram na justeza da ideia e na qualidade do trabalho. Por fim, um agradecimento ao Instituto de Educação da Universidade de Lisboa que criou condições logísticas e humanas para a realização do projecto, bem assim como para a publicação deste Atlas-Repertório.
- História dos municípios na educação e na cultura : incertezas de ontem, desafios de hojePublication . Adão, Áurea, 1942-; Magalhães, JustinoO ebook História dos Municípios na Educação e na Cultura: incertezas de ontem, desafios de hoje, que agora se publica, contém os estudos cuja versão oral foi apresentada pelos autores num Colóquio Internacional realizado em dezembro passado, com igual designação. É a primeira publicação de vulto do Projeto Atlas-Repertório dos Municípios na Educação e na Cultura em Portugal (1820-1986), financiado por Fundos Nacionais através da FCT-Fundação para a Ciência e a Tecnologia e pela Fundação Calouste Gulbenkian. Escrito a diferentes mãos, este ebook dá curso à ideia de que a temática do municipalismo perpassa a realidade histórica portuguesa. Esta publicação combina aspetos de reconstituição histórico-pedagógica e de conceptualização, e estabelece uma longa duração sobre a participação dos municípios na educação e na cultura. O ebook é constituído por nove estudos que dão nota da interdisciplinaridade e da singularidade que cada olhar comporta. Está dividido em três partes: Os Municípios na Educação e na Cultura: construção histórica (das fontes às estratégias de investigação); Os Municípios na Educação e na Cultura: desafios de hoje; Os Municípios na Educação e na Cultura: perspectiva histórico-comparada.
