DE - Documentos de trabalho / Working Papers
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- 3-step analysis of public finances sustainability : the case of the European UnionPublication . Afonso, António; Rault, ChristopheWe use a 3-step analysis to assess the sustainability of public finances in the EU27. Firstly, we perform the SURADF specific panel unit root test to investigate the mean-reverting behaviour of general government expenditure and revenue ratios. Secondly, we apply the bootstrap panel cointegration techniques that account for the time series and cross-sectional dependencies of the regression error. Thirdly, we check for a structural long-run equation between general government expenditures and revenues via SUR analysis. While results imply that public finances were not unsustainable for the EU panel, fiscal sustainability is an issue in most countries, with a below unit estimated coefficient of expenditure in the cointegration relation with revenue as the dependent variable.
- 3-step analysis of public finances sustainability: the case of the European UnionPublication . Afonso, António; Rault, ChristopheWe use a 3-step analysis to assess the sustainability of public finances in the EU27. Firstly, we perform the SURADF specific panel unit root test to investigate the mean-reverting behaviour of general government expenditure and revenue ratios. Secondly, we apply the bootstrap panel cointegration techniques that account for the time series and cross-sectional dependencies of the regression error. Thirdly, we check for a structural long-run equation between general government expenditures and revenues via SUR analysis. While results imply that public finances were not unsustainable for the EU panel, fiscal sustainability is an issue in most countries, with a below unit estimated coefficient of expenditure in the cointegration relation with revenue as the dependent variable.
- 30 anos de investigação sobre externalidades do IDE para as empresas domésticas : que conclusões?Publication . Crespo, Nuno; Fontoura, Maria PaulaDurante as últimas três décadas, surgiu uma vasta literatura sobre a existência potencial de externalidades do IDE para as empresas domésticas traduzidas em ganhos de produtividade. Esta ocorrência relaciona-se com o facto de as empresas multinacionais possuírem activos intangíveis que podem ser transmitidos às empresas domésticas. A análise empírica não dá, contudo, indicações claras sobre o fenómeno. Neste artigo, analisamos o mais vasto conjunto de estudos sobre este tema até hoje analisado, tomando em consideração a ocorrência de externalidades intra e inter¬sectoriais. Destacamos a diversidade de canais e respectivos efeitos através dos quais as externalidades para as empresas domésticas se podem materializar. Delineamos ainda rumos para uma melhor clarificação dos factores condicionantes da ocorrência do fenómeno, tendo em consideração que diversos estudos empíricos têm mostrado que este existirá, provavelmente, apenas para um sub-grupo de empresas domésticas e/ou quando estiverem reunidas determinadas condições.
- Abertura ao exterior : uma inevitabilidade para as pequenas economias insulares e condição essencial para o desenvolvimento sustentável de S. Tomé e PríncipePublication . Santo, Armindo EspíritoEste texto discute, muito rapidamente, por que razão as pequenas economias insulares são pressionadas a abrirem-se ao exterior e quais as condições pelas quais devem orientar o seu processo de desenvolvimento sustentável. Em particular, o texto discute qual deve ser a orientação externa da economia de S. Tomé e Príncipe para a sua internacionalização no contexto atual da economia mundial. Dadas as características estruturais da economia de S. Tomé e Príncipe, nomeadamente a persistência dum setor produtivo decadente, instituições económicas, políticas e sociais muito frágeis, e uma dotação de recursos humanos com importantes limitações, a abertura ao exterior deve ser considerada como crucial para a promoção do seu desenvolvimento. Ademais, este país depende exclusivamente de fluxos externos para a sua sobrevivência. Destarte, uma tal abertura é primordial na medida em que constitui um incentivo ao investimento directo estrangeiro, que é fundamental ao financiamento de actividades produtoras de riqueza com vista à redução sustentável do desemprego e da pobreza. Maior abertura ao exterior tenderá a fazer aumentar progressivamente o investimento direto estrangeiro e ajuda externa, os quais constituem um importante fator, senão mesmo, o único de momento, para a inserção de S. Tomé e Príncipe na atual economia mundial globalizada. Para que uma tal abertura contribua para o seu desenvolvimento, propõe-se que ela deva ser conduzida com base em estratégias económicas congruentes com a especificidade das pequenas economias insulares. Isto é, que as atividades económicas selecionadas se adequem à pequena dimensão e isolamento do território de maneira a contornar os efeitos negativos das deseconomias de escala. Mas também a estabilidade política, boa governação e valorização dos recursos humanos são essenciais.
- Uma abordagem espacial a economia dos transportes e comunicaçõesPublication . Pontes, José PedroEste survey reflecte o ponto de vista da teoria económica espacial sobre os Transportes e Comunicações. Neste sentido, seguindo Voith (1991), pode afirmar-se que o seu objecto corresponde menos aos aspectos técnicos da oferta de Transportes e Comunicações e mais aos aspectos da sua procura. Nesta, a ênfase não reside nas variações de curto prazo, decorrentes de escolhas modais ou de número de viagens por populações espacialmente fixas, mas nas variações de longo prazo associadas a mudanças nas populações por motivo de alterações residenciais ou de local de trabalho. A justeza desta opção é empiricamente confirmada pelo facto de a elasticidade da procura de um serviço de transporte em relação ao preço ou à qualidade a longo prazo exceder largamente o valor de curto prazo
- Acordo de cooperação cambial entre Portugal e Cabo VerdePublication . Estêvão, João
- A administração belga face à presença asiática na região dos Grandes Lagos: do período de ocupação aos anos 30Publication . Leite, Joana PereiraA questão asiática apresenta-se como um dos temas dominantes da gestão colonial na África Oriental, Centro Oriental e Austral durante o século XX. A instalação naqueles territórios de povos oriundos da península arábica, golfo pérsico e sub continente indiano, herança transmitida às sociedades africanas do Índico ocidental durante mais de um milénio de contactos transoceânicos, constituía, nas primeiras décadas da ocupação europeia, um traço comum tanto da sua paisagem humana e cultural como da sua vida económica. Por volta dos anos trinta é, portanto, visível a intenção da administração de gerir com equidade os interesses no seio da comunidade asiática. Com efeito, num contexto colonial em que à maioria da população africana se reservara, sobretudo, a função de produzir, emigrar e cumprir as obrigações tributárias, face à inexistência de colonização branca e, por último, dada a limitada presença do pequeno comércio europeu, nomeadamente de origem grega, italiana e indo-portuguesa, foram os comerciantes Árabes e Hindus que, maioritariamente, seriam chamados a assumir o dinamismo interno da actividade comercial. Daí a importância que assumem estes asiáticos na história da ocupação belga na região dos Grandes Lagos.
- Agent based models and opinion dynamics as Markov chainsPublication . Banisch, Sven; Lima, Ricardo; Araújo, TanyaThis paper introduces a Markov chain approach that allows a rigorous analysis of agent based opinion dynamics as well as other related agent based models (ABM). By viewing the ABM dynamics as a micro description of the process, we show how the corresponding macro description is obtained by a projection construction. Then, well known conditions for lumpability make it possible to establish the cases where the macro model is stillMarkov. In this case we obtain a complete picture of the dynamics including the transient stage, the most interesting phase in applications. For such a purpose a crucial role is played by the type of probability distribution used to implement the stochastic part of the model which defines the updating rule and governs the dynamics. In addition, we show how restrictions in communication leading to the co–existence of different opinions follow from the emergence of new absorbing states. We describe our analysis in detail with some specific models of opinion dynamics. Generalizations concerning different opinion representations as well as opinion models with other interaction mechanisms are also discussed. We find that our method may be an attractive alternative to mean–field approaches and that this approach provides new perspectives on the modeling of opinion exchange dynamics, and more generally of other ABM.
- Agglomeration and comparative advantage in vertically-related firmsPublication . Pontes, José PedroThis paper models, in game-theoretical terms, the location of two vertically-linked monopolistic firms in a spatial economy formed by a large, high labor cost country and a relatively small, low labor cost country. It is found that the decrease in transport costs shifts firms towards the low production cost country. This process takes two different forms: in labor-intensive industries it leads to spatial fragmentation; in industries with strong input-output relations, agglomerations are conserved, although they shift toward the low labor cost country.
- Agglomeration in a vertically-linked oligopolyPublication . Pontes, José PedroThis paper examines the location of three vertically-linked firms. In a spatial economy composed of two regions, a monopolist firm supplies an input to two consumer goods firms that compete in quantities. The interaction between the firms is modelled by means of a three-stage game, where the firms first select locations, then the upstream firm chooses thedelivered prices of the intermediate good, and finally the downstream firmsselect quantitiesofthe final good. It is concluded that agglomeration is more likely to occur when the ratio between the transport cost of the intermediate good and the transport cost of the final good is higher. If this proportion is low, the existence of an agglomeration varies nonmonotonically with transport costs.
