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A administração belga face à presença asiática na região dos Grandes Lagos: do período de ocupação aos anos 30

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A questão asiática apresenta-se como um dos temas dominantes da gestão colonial na África Oriental, Centro Oriental e Austral durante o século XX. A instalação naqueles territórios de povos oriundos da península arábica, golfo pérsico e sub continente indiano, herança transmitida às sociedades africanas do Índico ocidental durante mais de um milénio de contactos transoceânicos, constituía, nas primeiras décadas da ocupação europeia, um traço comum tanto da sua paisagem humana e cultural como da sua vida económica. Por volta dos anos trinta é, portanto, visível a intenção da administração de gerir com equidade os interesses no seio da comunidade asiática. Com efeito, num contexto colonial em que à maioria da população africana se reservara, sobretudo, a função de produzir, emigrar e cumprir as obrigações tributárias, face à inexistência de colonização branca e, por último, dada a limitada presença do pequeno comércio europeu, nomeadamente de origem grega, italiana e indo-portuguesa, foram os comerciantes Árabes e Hindus que, maioritariamente, seriam chamados a assumir o dinamismo interno da actividade comercial. Daí a importância que assumem estes asiáticos na história da ocupação belga na região dos Grandes Lagos.

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Keywords

História colonial Administração colonial belga Comunidade asiática População autóctone Atividade comercial Bélgica África

Pedagogical Context

Citation

Leite, Joana Pereira. 2005. "A administração belga face à presença asiática na região dos Grandes Lagos: do período de ocupação aos anos 30". Instituto Superior de Economia e Gestão. CEsA - Documentos de Trabalho nº 69/ 2005.

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