FC-DE-CIE-GIEDF - Capítulos de Livros
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- Comunicación familiar y autoconcepto: Una aproximación psicosocialPublication . Ochoa Gonzalo, Musitu; Vazquez, Sofía Buelga; Perez, Fernando García; Peirats, Enrique Berjano; Diez, Javier Pons; Veiga, Feliciano Henriques
- Introdução a "Transgressão e Autoconceito dos Jovens na Escola: Investigação diferencial"Publication . Veiga, Feliciano Henriques
- Autoconceito dos jovens: Análise em funçao de variáveis do contexto familiarPublication . Veiga, Feliciano Henriques
- Violência dos Jovens nas Escolas em Função da FamíliaPublication . Veiga, Feliciano Henriques
- A imagem e a ideia de Europa nos manuais escolares do ensino primário em Portugal (1900-1926)Publication . Pintassilgo, Joaquim; Costa, Rui AfonsoO objectivo do presente trabalho é o de proceder a um levantamento das referências à ideia e à imagem da Europa nos manuais escolares portugueses de Instrução Primária no período entre 1900 e 1926; simultaneamente pretendemos reflectir acerca do sentido assumido por essas referências no contexto do Portugal do primeiro quartel do século XX, ou seja, nos últimos e decisivos anos da monarquia constitucional e em todo o breve, embora rico e intenso, momento republicano. O nosso corpus documental é constituído pelos manuais existentes na Biblioteca Nacional de Lisboa para esse período e grau de ensino. A análise incidiu, em particular, sobre 58 manuais, sendo 21 de instrução moral e cívica, 15 de história, 12 livros de leitura e 10 de geografia. Desses manuais, 16 foram aprovados ou utilizados durante a Monarquia e 41 já na República. A divisão entre os dois referidos períodos históricos não marca uma diferença clara, tanto do ponto de vista formal como quanto ao conteúdo, entre os manuais utilizados. Finalmente, importa chamar a atenção para as dificuldades decorrentes do facto de, nos manuais por nós analisados, as referências à ideia de Europa serem escassas, para o que contribui o grau de ensino a que se destinam os manuais. Este facto é, por si mesmo, significativo, levando-nos, no entanto, a reflectir mais a partir da ausência dessa ideia do que da sua presença. A nossa hipótese de trabalho é, então, a seguinte: não há indícios de que se pretenda, no período em análise, socializar numa perspectiva europeia as crianças que frequentam a escola primária, sendo o potencial papel integrador da noção de Europa muito limitado pela concorrência de outras entidades culturalmente unificadoras.
- Reflexões sobre um projecto de democratização cultural em meio escolarPublication . Melo, M Benedita Portugal ENeste texto, procura-se reflectir, na primeira parte, sobre os princípios de intervenção na área cultural que estiveram subjacentes à realização da iniciativa Pontes de Partida, com o objectivo de fazer dos públicos estudantis da cidade do Porto, ainda que efemeramente, praticantes culturais. Equacionam-se os factores que levam os jovens a optar, em regra, por ocupar os tempos livres em actividades de índole essencialmente receptiva e em que medida esta intervenção poderá ter transformado o próprio quotidiano escolar dos alunos, tendo, para isso em atenção, as circunstâncias em que decorre o exercício do trabalho docente. A partir do ponto 5. analisam-se as modalidades e temas do concurso Pontes de Partida preferidas pelos alunos e as razões subjacentes a essas escolhas. Por fim, equacionam-se os efeitos que iniciativas como o Festival integrado no Pontes de Partida poderão gerar nas disposições estéticas e culturais do público juvenil e na sua educação enquanto cidadãos.
- A República e o ensino da história: inovações e permanênciasPublication . Pintassilgo, JoaquimO tema do presente texto procura expressar a centralidade assumida pela dialéctica inovações – permanências no período republicano, no qual a maneira habitual de ensinar a história, os tradicionais compêndios e toda uma mitologia que vem sendo construída desde o século XIX, convivem com a tentativa de, sob o influxo da Educação Nova, introduzir novos temas e novas metodologias e de melhorar a qualidade dos compêndios. A República – esse momento particularmente interessante da nossa vivência cultural – procurou desenvolver uma nova educação histórica para a nova sociedade que se afirmava querer construir, isto sem, no entanto, pôr em causa uma certa tradição histórica, considerada conveniente para a afirmação da consciência nacional. Procurando delimitar a abordagem, centrar-me-ei na então designada Instrução Primária. O currículo sempre teve, a este nível, uma componente importante visando explicitamente a integração cultural, a conformidade social e a normalização dos comportamentos. A República não é excepção. É na escola primária que se procura formar o cidadão-eleitor preparado para a vida em democracia; mas é lá também que se pretende promover uma socialização de tipo republicano, necessária à preservação do novo regime. A história é, então, um dos saberes requisitados, tendo em vista a consecução das referidas finalidades. Daí a sua relativa importância curricular e a sua presença no debate cultural do período, já que o sebastianismo, o saudosismo, o seiscentismo, entre outros temas, justificaram acesas polémicas. É, por outro lado, particularmente a este nível, que se investe na construção de uma determinada memória colectiva. Utilizarei como fontes as seguintes: a legislação do período, designadamente reformas do ensino, programas de ensino e instruções pedagógicas deles decorrentes; manuais escolares de história; e alguns textos publicados na imprensa pedagógica da época.
- Y si aprendo contigo? Interacciones entre parejas en el aula de matemáticasPublication . César, MargaridaAs interacções sociais são essenciais para promover as aprendizagens matemáticas, favorecendo os desempenhos dos alunos, em aula. Este texto aborda alguns dos resultados obtidos nos projectos de investigação-acção do projecto Interacção e Conhecimento, ilustrando como as práticas, desenvolvidas em aula, podem respeitar a diversidade e favorecer a apropriação de conhecimentos matemáticos.
- Representações dos alunos do 3.º ciclo acerca da existência dos direitos psicossociais na escolaPublication . Veiga, Feliciano Henriques
- Conductas disruptivas e actitudes hacia la autoridad institucional en adolescentes: el rol de la escuelaPublication . Ochoa Gonzalo, Musitu; Veiga, Feliciano Henriques; Lila, Marisol; Martínez, Belén; Herrero, Juan; Estévez, Estefanía; Moura, H.Este trabalho analisa os vínculos existentes entre a integração escolar dos adolescentes e os comportamentos disruptivos, bem como a sua atitude face à autoridade institucional. A amostra é composta por 1068 adolescentes de ambos os sexos, entre os 11 e 18 anos de idade, que frequentam escolas de ensino público. Os resultados evidenciam que os adolescentes que têm uma atitude mais negativa perante a autoridade institucional também manifestam mais problemas de integração escolar do que os adolescentes bem adaptados; os adolescentes que apresentam mais problemas comportamentais também revelam maiores problemas de integração escolar, em comparação com os adolescentes adaptados. Observou-se igualmente a existência de concordância entre a avaliação realizada pelo professor sobre o nível de integração do aluno e a sua real integração na sala de aula.
