Browsing by Author "Boaventura, Rui"
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- Amber, beads and social interaction in the Late Prehistory of the Iberian Peninsula: an updatePublication . Odriozola, Carlos P.; Sousa, Ana C.; Mataloto, Rui; Boaventura, Rui; Andrade, Marco; Villalobos García, Rodrigo; Garrido-Cordero, José Ángel; Rodríguez, Eugenio; Martínez-Blanes, José María; Avilés, Miguel Ángel; Daura, Joan; Sanz, Montserrat; Riquelme, José AntonioThe identification of archaeological amber has been used in Iberian prehistory to evidence long-distance exchanges and engage Iberia in networks that connect western Europe with central and northern Europe, the emergence of social complexity, and the consolidation of trade networks. However, until now, no comprehensive analytical study of the Iberian amber has been produced to support any of the interpretive models currently in use. This paper approaches the analysis of Iberian Peninsula amber artefacts by considering their provenance (based on FTIR characterization), chronology, and spatial relationship with other exotica. Our work increases the number of analyzed artefacts to 156 (24%), out of the c. 647 currently known for the Iberian Peninsula. Based on these new data and a review of Murillo-Barroso and Martinón-Torres (2012), this overview outlines amber consumption patterns from the 6th to 2nd millennia BCE and demonstrates long-distance amber exchange connecting Iberia with the Mediterranean region from the Neolithic period onwards.
- Armazém de dados espacial aplicado à geoarqueologiaPublication . Nogueira, Pedro; Máximo, Jaime; Moita, Patrícia; Boaventura, Rui; Pedro, Jorge; Machado, Susana; Almeida, Luís; Mataloto, Rui; Pereira, AndréNeste trabalho é descrita a criação de um Data Warehouse que será parte integrante de um projeto de investigação financiado pela FCT e que pretende obter e cruzar informação arqueológica com informação geográfica e geológica. Um dos objetivos principais é cruzar informação arqueológica com informação geológica procurando encontrar as relações entre os esteios de sepulcros do megalítico e as formações geológicas que lhes deram origem. Foi naturalmente criada uma base de dados relacional que contém a maioria da informação existente. A base de dados resulta ela própria da conjugação de informação que se encontra dispersa por outras bases de dados, ficheiros e tabelas de menor dimensão. De entre os dados iniciais podemos referir uma base de dados com a informação sobre os sepulcros que contêm os objetos arqueológicos em estudo (antas, megalitos, esteios, etc.). Um segundo tipo de informação recolhida em SIG é a geologia de base, isto é, as unidades e formações geológicas que estão definidas nas cartas geológicas às diferentes escalas. O terceiro tipo de informação é a informação geográfica, desde a divisão administrativa, informação sobre vias de comunicação (Openstreet Map) ou sobre as curvas de nível. Além desta informação previamente existente, foi necessário criar nova informação com base na previamente existente. Um exemplo disso são os mapas de declives e os mapas de orientação das vertentes, que foram criados a partir da informação topográfica (i.e. curvas de nível). Um outro exemplo de informação que foi criada especificamente para este projeto é a informação petrológica sobre os sepulcros e sobre os afloramentos de rochas nas suas vizinhanças. Esta informação foi obtida pelos geólogos do projeto, através da recolha de amostras provenientes de afloramento de rochas em locais escolhidos, quer nos próprios sepulcros em estudo. Essas amostras foram analisadas ao microscópio para a realização de estudos petrográficos e enviadas para laboratórios especializados em análises químicas para obtenção da informação geoquímica. Os resultados até agora obtidos com o sistema criado permitem cruzar a informação existente nas diversas dimensões espácio-temporalmente, apoiando os investigadores no cruzamento da informação anteriormente obtida e realizar novas modelações salientando as interações entre arqueologia, geografia e geologia.
- Bridging GenderPublication . Munson, Marit K.; Boaventura, Rui
- Chronology of Megalithism in South-Central Portugal.Publication . Boaventura, Rui
- Componentes de adornos de pedra verde de Vila Nova de São Pedro (Azambuja): estudo de proveniências e redes de troca no 3º milénio a.n.e. no actual território portuguêsPublication . Odriozola, Carlos P.; Sousa, Ana Catarina; Boaventura, Rui; Villalobos, CarlosApresentam‑se os resultados da análise de composição (XRF) de 121 adornos de pedra verde provenientes do povoado calcolítico de Vila Nova de São Pedro e depositados no Museu Arqueológico do Carmo. Verificaram‑se adornos produzidos sobre talcos, muscovites e variscites. Em relação aos adornos de variscite foi possível estimar as suas prováveis áreas de proveniência com base na comparação com os valores obtidos de materiais geológicos de Zamora, Huelva e Barcelona, com maior incidência na primeira.
- Distribution and chronological framework for Iberian variscite mining and consumption at Pico Centeno, Encinasola, SpainPublication . Odriozola, Carlos P.; Villalobos García, Rodrigo; Burbidge, Christopher I.; Boaventura, Rui; Sousa, Ana Catarina; Rodríguez-Ariza, Oliva; Parrilla-Giraldez, Rubén; Prudêncio, M. Isabel; Dias, Maria IsabelAMS radiocarbon and OSL dating, and profiling were used to directly delimit periods of variscite production at Pico CentenoMine 2. These resultswere integratedwith analysis of otherwell-dated periods of variscite production to establish an Iberian-wide chronological framework. Variscite production at Pico Centeno Mine 2 began at ~5200 BC, coincident with alpine jade production or Casa Montero Iberian flint production. Variscite was only used occasionally, together with other greenstones, during the 5th and 6th millennia BC. During the 4thmillenniumBC, variscite use began to increase to its apogee in the first half of 3rd millenniumBC when it appeared in nearly every Iberian burial site. This increase in variscite production and use coincided with decline in the popularity of alpine jade. By the end of the 3rd millennium BC, new resources began to be valued such as Asian and African Ivory, Baltic and Sicilian amber, and copper-based metal products. The variscite cycle thus started with the decline of jade in the 5th–4th millennium BC, and ended with the appearance of copper, ivory and extra-peninsular amber by the end of the 3rd millennium BC.
- El hacha de jadeíta de Portela do Outeiro (Sertã, Castelo Branco, Portugal)Publication . Odriozola, Carlos P.; Villalobos García, Rodrigo; Boaventura, Rui; Sousa, Ana Catarina; Batata, Carlos; Martínez Blanes, José MaríaEste artículo trata sobre el análisis arqueométrico de un hacha de jadeíta depositada en el Museo do Clube da Sertã, en la villa de Sertã (distrito de Castelo Branco, Portugal). De igual forma que sucede en otros museos creados en el s. XIX y comienzos del s. XX, éste incorpora materiales arqueológicos aislados y con escasas referencias al contexto de origen. El hacha en cuestión tan sólo cuenta con una fcha de inventario manuscrita en la que aparece la siguiente descripción (fg. 1): Pedra exótica, encontrada // juntamente com outros numa // escavação junto da Portela do // Outeiro. Caracteriza-se pela sua for-//ma oval e natureza geolo-// gica, inteiramente estranha // à região. C. Ramalhosa La fcha no recoge una fecha sobre la excavación o sobre su integración al museo, pero es probable que este artefacto fuera depositado en un momento próximo a su fundación, en 1917. El hacha fue publicada en el proceso de elaboración de la Carta Arqueológica de Sertã (Batata 1998: 16), donde se reconoce la naturaleza exótica de la materia prima, anotándose como calaíte?
- Entre mortos e vivos: nótulas acerca da cronologia absoluta do Megalitismo do Sul de PortugalPublication . Boaventura, Rui; Mataloto, RuiA definição do período em que se desenrolaram as práticas funerárias, comummente designadas como o fenómeno de Megalitismo conduziu à compilação e revisão das datações pelo radiocarbono conhecidas e/ou publicadas para o Sul de Portugal. Graças ao aumento de dados disponíveis, esse inventário permitiu a recolha de datações absolutas provenientes de locais habitacionais temporalmente contemporâneos de vários tipos de sepulcros, bem como destes últimos, normalmente enquadrados em quatro grupos genéricos: grutas naturais, antas, grutas artificiais e tholoi. Para tal são enumeradas algumas das principais questões consideradas para a utilização e valorização de determinadas datas face a outras, nomeadamente a sua natureza e contexto. Com base na informação compilada para povoados e sepulcros, é hoje possível propor novos parâmetros temporais absolutos para o Megalitismo, entre a primeira metade do IV milénio e meados do III milénio a.n.e., ainda que apresentando características passíveis de faseamento cronológico. Portanto, verificando-se aquelas práticas num período mais curto do que aquele que até recentemente alguns autores propunham. Por outro lado, os vários tipos de sepulcros apresentam também eles próprios faseamentos distintos, ainda que em dado momento tenham tido utilizações coevas.
- Entre vivos e mortos nos IV e III milénios a.n.e. do Sul de Portugal: um balanço relativo do povoamento com base em datações pelo radiocarbonoPublication . Mataloto, Rui; Boaventura, Rui
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