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Publicação

A influência da inteligência emocional no bem-estar dos estudantes de medicina : um estudo longitudinal

dc.contributor.advisorChambel, Maria José, 1962-
dc.contributor.authorPais, Inês Raposo Alexandre
dc.date.accessioned2015-11-19T12:56:28Z
dc.date.available2015-11-19T12:56:28Z
dc.date.issued2015
dc.date.submitted2015-07-01
dc.descriptionTese de mestrado, Psicologia (Secção de Psicologia dos Recursos Humanos, do Trabalho e das Organizações), Universidade de Lisboa, Faculdade de Psicologia, 2015pt_PT
dc.description.abstractO presente trabalho tem como objetivo analisar o papel da Inteligência Emocional (IE) como preditora do bem-estar dos estudantes de Medicina, ao longo do tempo. Assim, hipotetizou-se que, com o decorrer do tempo, os estudantes com maiores níveis de IE, por um lado, apresentariam níveis reduzidos de burnout e, por outro, níveis elevados de engagement, quando comparados com estudantes com níveis inferiores de IE. Foi realizado um estudo longitudinal em dois momentos temporais – nos anos letivos 2013/2014 e 2014/2015 do curso superior de Medicina da Universidade de Lisboa –, sendo que a amostra comum a ambos os momentos foi de 34 estudantes cujas respostas a um questionário de autoavaliação foram posteriormente analisadas. Os resultados indicaram que apenas uma dimensão da IE (regulação das emoções) apresentou uma influência longitudinal em uma das vertentes do burnout (exaustão) e no engagement. Esta investigação constitui um contributo para a problemática do bem-estar no contexto académico de Medicina, apresentando importantes implicações práticas para futuras considerações pelos estabelecimentos de ensino de Medicina, com vista a formarem médicos que apresentem uma IE mais elevada e, consequentemente, um maior nível de bem-estar e melhor qualidade de assistência aos futuros pacientes.pt_PT
dc.description.abstractThis study aims to analyse the role of Emotional Intelligence (EI) as an overtime predictor of medical students well-being. Thus, it was hypothesized that, as time passes by, students with higher EI scores, on one hand, would show reduced levels of burnout, and on the other hand, would show high levels of engagement, as compared to students with lower EI scores. A longitudinal study was conducted at two time points – in academic years 2013/2014 and 2014/2015 of Medical School, at University of Lisbon –, with a sample of 34 portuguese students common to both years, whose answers to a self-evaluation questionnaire were further analysed. Results indicate that only one dimension of EI (regulation of emotions) presented a longitudinal effect in one of the burnout dimensions (exhaustion) and engagement. This research represents a contribution within the framework of medical students wellbeing concerns, providing significant practical implications for future consideration by medical education institutions, in order to graduate doctors who will present higher levels of EI and, consequently, a greater wellbeing and better quality care for future patients.pt_PT
dc.identifier.tid201915510
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/10451/20525
dc.language.isoporpt_PT
dc.subjectEstudantes de medicinapt_PT
dc.subjectInteligência emocionalpt_PT
dc.subjectBurnoutpt_PT
dc.subjectEngagementpt_PT
dc.subjectTeses de mestrado - 2015pt_PT
dc.titleA influência da inteligência emocional no bem-estar dos estudantes de medicina : um estudo longitudinalpt_PT
dc.typemaster thesis
dspace.entity.typePublication
rcaap.rightsopenAccesspt_PT
rcaap.typemasterThesispt_PT
thesis.degree.nameMestrado em Psicologiapt_PT

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