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Autores
Orientador(es)
Resumo(s)
A economia brasileira foi até o final do século XIX baseada no trabalho escravo, especialmente no componente agrícola. No entanto, os trabalhos dos escravizados nem sempre eram imutáveis, e as atividades econômicas das quais os escravizados participavam variavam ao longo do tempo e do local. No século XIX, os tipos de ocupação profissional dos escravizados eram diversos, assim como as condições em que viviam. Como ponto de partida, procuramos apresentar, em linhas gerais, os tipos de ocupação profissional dos escravizados, as condições diferentes dos escravizados e as formas diversas de resistência em contextos ocupacionais específicos para os escravizados no Brasil no XIX. Este trabalho adota a metodologia de pesquisa bibliográfica e a metodologia de pesquisa documental, explorando principalmente os tipos de ocupação profissional no século XIX e as condições de vida dos escravizados brasileiros em diferentes profissões, analisando a mudança do tipo de ocupação profissional conforme a geografia, examinando as cartas de alforria emitidas no século XIX e a forma como os escravizados adquiriram sua liberdade, a fim de aprofundar nossa compreensão da história da escravidão no Brasil. Espera-se que esta dissertação, ao examinar detalhadamente a distribuição ocupacional dos escravizados no Brasil e realizar análises comparativas, forneça insights profundos e esclarecimentos para pesquisas futuras nos campos da história, ciências sociais e transformação social.
Descrição
Tese de mestrado em Estudos Brasileiros, 2025, Universidade de Lisboa, Faculdade de Letras, Instituto de Ciências Sociais
Palavras-chave
Trabalho escravo tipos de ocupação profissional escravidão alforrias
