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Esclerose múltipla : do diagnóstico à terapêutica

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Resumo(s)

A esclerose múltipla é a doença inflamatória crónica mais comum do sistema nervoso central, sendo a principal causa de incapacidade neurológica não traumática no jovem adulto. É caracterizada pela desmielinização e consequente perda axonal, sendo esta uma situação irreversível. A sua etiologia permanece desconhecida, contudo, os fatores ambientais associados à suscetibilidade genética são importantes no seu desenvolvimento. Apresenta manifestações clínicas muito variáveis, podendo surgir como surtos, seguidos de períodos de recuperação, ou de forma progressiva, que rapidamente se pode tornar incapacitante. O diagnóstico da esclerose múltipla baseia-se na revisão de 2010 dos critérios de McDonald, que relaciona os sinais e sintomas clínicos com exames complementares, nomeadamente a ressonância magnética. Em 1983, o interferão ß-1b foi aprovado como o primeiro tratamento modificador da doença. Atualmente existem outros fármacos aprovados, que atuam em diferentes passos da fisiopatologia desta doença, e muitos outros em fase terminal de desenvolvimento.

Descrição

Trabalho Final de Mestrado Integrado, Ciências Farmacêuticas, Universidade de Lisboa, Faculdade de Farmácia, 2015

Palavras-chave

Mestrado Integrado - 2015 Desmielinização Diagnóstico Esclerose múltipla Fisiopatologia Tratamento modificador da doença

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