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Mecanismos de neuroproteção pelos polifenóis naturais presentes na alimentação

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Resumo(s)

Com o aumento da esperança média de vida, aumenta também a incidência de doenças neurodegenerativas, como a doença de Alzheimer e a doença de Parkinson. Vários fatores genéticos e ambientais são responsáveis pela patogénese destas efermidades. Entre os mecanismos fisiopatológicos comuns, encontram-se a neuroinflamação, a toxicidade glutamatérgica, a disfunção da atividade mitocondrial, a ativação de vias apoptóticas, a elevação dos níveis de ferro e óxido nítrico bem como a alteração da homeostase oxidação/antioxidantes envolvidos. Esta revisão teve por objetivo principal averiguar se os polifenóis naturais existentes na alimentação têm atividade neuroprotetora sobre estas patologias e por que mecanismos. Foi elaborada através de consulta bibliográfica em fontes secundárias como a PubMed. A dieta, através dos alimentos funcionais, pode representar benefícios para a saúde, através da prevenção, gestão ou tratamento destas doenças. Os polifenóis são metabolites secundários das plantas, frutos e vegetais podendo ser encontrados na dieta nestes alimentos e seus derivados. A curcumina, o resveratrol e o galato de epigalocatequina são dos polifenóis mais estudados e apresentam atividade neuroprotetora ao serem, por exemplo, capazes de combater o stresse oxidativo, de atuar nas vias de sinalização celular ou de modular a epigenética subjacente às doenças neurodegenerativas.

Descrição

Trabalho Final de Mestrado Integrado, Ciências Farmacêuticas, Universidade de Lisboa, Faculdade de Farmácia, 2015

Palavras-chave

Alimentação Doenças Neurodegenerativas Mestrado Integrado - 2015 Neuroproteção Polifenóis

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