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Autores
Orientador(es)
Resumo(s)
Esse ensaio explora a intrínseca relação entre escatologia e o imaginário do mar na obra do artista Arthur Bispo do Rosário. Bispo era um homem negro que passou a maior parte de sua vida em instituições psiquiátricas. Há uma importante afinidade entre seus delírios psicóticos e a produção de várias centenas de objetos, muitos deles barcos ou formas que mantém uma relação com o mar. Seus objetos podem ser portanto considerados a partir das marcas deixadas pelo trauma do comércio de escravos no Atlântico e abrem reflexões sobre colonialidade e racismo estrutural no contexto brasileiro.
Descrição
Palavras-chave
Bispo do Rosário Arte Loucura Desordem Decolonialidade Mar Memória
Contexto Educativo
Citação
In: Convocarte, nº11 (set. 2020): Arte e loucura, p. 118-145
Editora
Centro de Investigação e Estudos em Belas-Artes, Faculdade de Belas-Artes da Universidade de Lisboa
