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Publicação

Como é que o HIV/SIDA afeta África? : O caso de Angola

dc.contributor.advisorSarmento Ferreira,Eduardo Manuel Machado de Moraes
dc.contributor.authorMartins,Luana Alexandra Rodrigues Brás
dc.contributor.institutionInstituto Superior de Economia e Gestão
dc.date.accessioned2026-04-29T10:10:01Z
dc.date.available2026-04-29T10:10:01Z
dc.date.issued2025
dc.descriptionTrabalho Final de Mestrado, Desenvolvimento e Cooperação Internacional, ISEG, 2025.
dc.description.abstractA epidemia do HIV/SIDA continua a representar um grave problema de saúde pública, sobretudo na África Subsaariana, onde se concentra a maioria dos casos globais. Este estudo analisa o impacto do HIV/SIDA em Angola, tendo como base os determinantes sociais, económicos e estruturais que condicionam a resposta à infeção. Entre os principais fatores identificados estão a desigualdade de género, a pobreza, o acesso limitado aos serviços de saúde, o estigma social e a baixa literacia em saúde. A pesquisa enfatiza ainda os efeitos agravantes da pandemia da COVID-19, que comprometeu a continuidade dos cuidados e a adesão ao tratamento antirretroviral, especialmente entre populações vulneráveis. Apesar dos avanços na prevenção da transmissão vertical e na expansão da terapia antirretroviral, persistem desafios significativos em Angola, com uma prevalência média estimada de 2% e maior incidência entre jovens dos 15 aos 24 anos, particularmente raparigas. O estudo conclui que o sucesso na resposta ao HIV/SIDA depende de uma abordagem intersectorial, do reforço dos cuidados primários de saúde, do combate ao estigma e da adoção de políticas públicas inclusivas, baseadas em evidência científica. O alcance da meta de eliminação do HIV como problema de saúde pública até 2030 requer liderança política, financiamento sustentável e participação ativa da sociedade civil.pt
dc.description.abstractThe HIV/AIDS epidemic remains a major global public health concern, particularly in sub-Saharan Africa, which accounts for most global cases. This study analyzes the impact of HIV/AIDS in Angola by examining the social, economic, and structural determinants that shape the country’s response to the epidemic. Key contributing factors include gender inequality, poverty, limited access to healthcare services, social stigma, and low health literacy. The study also highlights the exacerbating effects of the COVID-19 pandemic, which disrupted care continuity and reduced adherence to antiretroviral treatment, especially among vulnerable populations. Despite progress in preventing vertical transmission and expanding access to antiretroviral therapy, significant challenges remain in Angola, where the estimated national prevalence is around 2%, with a higher incidence among youth aged 15 to 24, particularly girls. The study concludes that an effective response to HIV/AIDS requires an intersectoral approach, stronger primary healthcare, efforts to combat stigma, and inclusive public policies grounded in scientific evidence. Achieving the goal of eliminating HIV as a public health threat by 2030 will depend on political leadership, sustainable funding, and the active engagement of civil society.en
dc.formatapplication/pdf
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/10400.5/118286
dc.identifier.urlhttp://hdl.handle.net/10400.5/118286
dc.language.isopor
dc.subjectHIV/AIDS
dc.subjectAngola
dc.subjectPublic Health
dc.subjectGender Inequality
dc.subjectPrevention
dc.subjectAntiretroviral Therapy
dc.subjectYouth
dc.subjectCOVID-19
dc.subjectHIV/SIDA
dc.subjectAngola
dc.subjectSaúde Pública
dc.subjectDesigualdade de Género
dc.subjectPrevenção
dc.subjectTratamento Antirretroviral
dc.subjectJuventude
dc.subjectCOVID-19
dc.titleComo é que o HIV/SIDA afeta África? : O caso de Angolapt
dc.typemaster thesis
dspace.entity.typePublication
rcaap.rightsopenAccess

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