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Publicação

A diáspora guineense qualificada, uma rede periférica no desenvolvimento do país de origem

dc.contributor.authorCó, João Ribeiro Butiam
dc.date.accessioned2010-04-29T10:39:34Z
dc.date.available2010-04-29T10:39:34Z
dc.date.issued2009
dc.description.abstractOs fluxos que envolvem quadros qualificados, assim como as políticas de inversão de possíveis efeitos negativos deste fenómeno, estão cada vez mais na agenda das estratégias de desenvolvimento, tanto a nível das políticas de integração regionais, como das relações e acordos de cooperação entre países. Esta situação é fruto da tomada de consciência da importância das migrações e redes migratórias no processo de desenvolvimento global. Porém, para além do papel que as redes migratórias podem desempenhar nas dinâmicas migratórias actuais, o capital social e simbólico das próprias redes, bem como o oriundo dos seus países de origem, constituem elementos de apreciação (positiva ou negativa) nos modos de incorporação dos migrantes, nas representações de que são passíveis, assim como nos projectos de desenvolvimento ligados aos países de origem. O capital social e simbólico que aqui consideramos tem a ver com os elementos socioculturais e a capacidade que cada rede migratória e o país de origem têm em se organizar e envolver os seus membros em projectos de agenda comum (tanto na origem como no acolhimento). Com propósitos sublinhados a partir das recomendações da NEPAD (Nova Parceria Para o Desenvolvimento da África), assentes em políticas de inversão da fuga de quadros e desenvolvimento de estratégias que permitam a utilização do know how dos guineenses na diáspora para o desenvolvimento da Guiné-Bissau, a diáspora guineense qualificada continua à margem dos problemas de subdesenvolvimento e conflitos que afectam a Guiné-Bissau no início do século XXI. Estes obstáculos no contributo ao desenvolvimento são indissociáveis do capital social e simbólico das suas redes e do próprio país, na estrutura global actual. O caso dos fluxos migratórios guineenses demonstra que a cultura e experiência migratórias não são distribuídas da mesma forma para todas as redes migratorias. Assim, as redes da diáspora guineense qualificada (exemplo da Bolanha e Guineaspora) têm apresentado algumas limitações de ordem organizacional e de operacionalização dos seus objectivos, ao contrário de outras de natureza mais étnica e incrustrada.pt
dc.description.sponsorshipFinanciamento do IPAD (Instituto Português de Apoio ao Desenvolvimento).pt
dc.identifier.citationCó, João Ribeiro Butiam. 2009. "A diáspora guineense qualificada, uma rede periférica no desenvolvimento do país de origem". Instituto Superior de Economia e Gestão – SOCIUS Working papers nº 8/2009pt
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/10400.5/1882
dc.language.isoporpt
dc.publisherISEG - SOCIUSpt
dc.relation.publisherversionhttp://pascal.iseg.utl.pt/~socius/publicacoes/wp/WP_8_2009.pdfpt
dc.subjectdiáspora guineense qualificadapt
dc.subjectcapital culturalpt
dc.subjectcapital simbólicopt
dc.subjectBolanhapt
dc.subjectGuineasporapt
dc.subjectquadros qualificadospt
dc.titleA diáspora guineense qualificada, uma rede periférica no desenvolvimento do país de origempt
dc.typeworking paper
dspace.entity.typePublication
rcaap.rightsopenAccesspt
rcaap.typeworkingPaperpt

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