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Orientador(es)
Resumo(s)
O início do século XVII viu Goa atingir o seu auge, tornando-se uma das primeiras cidades
cosmopolitas do Mundo. Gentes de várias parte do Mundo aqui vinham tratar dos mais
diversos assuntos, afluindo ao seu porto numerosos barcos, gentes e mercadorias de distintas
proveniências. Uma imensa diversidade de idiomas, religiões, etnias ou estratos sociais mesclavam-
se num mosaico diversificado que fazia jus ao caldo cultural aí originado. Era a “Goa
Dourada”, também apelidada como “Roma do Oriente”, cidade conhecida em todo o Mundo
pela sua magnificência: «quem vê Goa não precisa de ver Lisboa», dizia um provérbio goês
dessa época daquela que era a capital do Estado da Índia, um conjunto de possessões sob
domínio português (ou com forte influência portuguesa) que ia do Cabo da Boa Esperança,
no extremo sul de África, até Nagasaqui, no Japão.
Descrição
Palavras-chave
Contexto Educativo
Citação
SANTOS, Joaquim Rodrigues dos. “Salvaguarda do Património Arquitectónico no Estado da Índia Portuguesa: Dos Anseios da Preservação à Instrumentalização Ideológica”. In: SANTOS, Joaquim Rodrigues dos (ed.). Preservar o Património Português Além-Mar. Casal de Cambra: Caleidoscópio, 2017, pp.109-143
