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Supply chain resilience : a Portuguese pharmaceutical case study

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Nos últimos tempos, com a globalização da economia, as cadeias de abastecimento das empresas têm estado sob crescente pressão e mais propensas a perturbações. Os riscos que as cadeias de abastecimento enfrentam têm aumentado exponencialmente devido a esta complexidade adicional. Devido a isso, é muito importante compreender os riscos que afetam a cadeia de abastecimento e como potencializar a resiliência da cadeia de abastecimento. Este estudo centra-se na identificação dos riscos presentes no setor farmacêutico português e nas práticas de resiliência da cadeia de abastecimento adotadas pelos profissionais ligados à cadeia de abastecimento neste mesmo setor. Este estudo centra-se nos riscos e nas práticas da cadeia de abastecimento presentes no setor farmacêutico. Foram realizadas sete entrevistas com profissionais da cadeia de abastecimento de seis empresas com presença em Portugal. Foi realizada uma análise de modo a compreender o que estes profissionais e empresas identificam como riscos da cadeia de abastecimento e quais as práticas de resiliência da cadeia de abastecimento que adotam. No total, o estudo identificou um total de vinte e um riscos na cadeia de abastecimento, com principal foco nos riscos ambientais, de abastecimento e de processo. Os principais riscos incluem a sobre extensão da cadeia de abastecimento devido à globalização e à concentração de fornecedores. Adicionalmente, os resultados também indicaram que os profissionais entrevistados e as suas empresas se concentraram mais nas fases de preparação e resposta da resiliência da cadeia de abastecimento, muitas vezes negligenciando as fases de recuperação e crescimento, conforme demonstrado pelo tipo de práticas de resiliência da cadeia de abastecimento que adotam. A principal consequência das perturbações na cadeia de abastecimento foi identificada como a falta de stock, o que no setor farmacêutico tem consequências não só financeiras, mas também para a saúde pública. Por fim, foram identificadas vinte e uma práticas de resiliência da cadeia de abastecimento nas dimensões de visibilidade, flexibilidade, redundância e colaboração. Os resultados apontam que as empresas compreendem a resiliência da cadeia de abastecimento, mas muitas vezes limitam a sua aplicação a programas informais e com apoio limitado da alta administração. A regulamentação neste setor também foi considerada prejudicial à resiliência da cadeia de abastecimento.
In recent times with the globalization of the economy, companies’ supply chains have been under increasing pressure and more prone to disruptions. The risks that supply chains face have exponentially increased due to this added complexity. As such, understanding what risks affect supply chain and how supply chain resilience can be potentialized is of high importance. This study focusses on identifying the risks present in the Portuguese pharmaceutical sector and the supply chain resilience practices adopted by supply chain linked professionals in this same sector. This study focusses on the risks and supply chain practices present in the pharmaceutical sector. Seven interviews were conducted with supply chain professionals from six companies with presence in Portugal. An analysis is made in order to understand what those professionals and companies identified as supply chains risks and what supply chain resilience practices they have adopted. The result revealed a total of twenty-one identified supply chain risks with a primary focus on environmental, supply and process risks. Key risks include overextension of the supply chain due to globalization and supplier concentration. Furthermore, results also indicated that interviewed professionals and their companies focused more on the readiness and responsiveness phases of supply chain resilience, often neglecting the recovery and growth phases as shown by the type of supply chain resilience practices they adopt. The major consequence of supply chain disruptions was identified as stockouts, which in the pharmaceutical sector has not only financial but also public health consequences. Finally, there were twenty-one supply chain resilience practices identified within the visibility, flexibility, redundancy and collaboration dimensions. Results point out that companies do understand supply chain resilience but often limit its application in informal programs and with limited top management support. Regulation in this sector was also found to be detrimental to supply chain resilience.

Descrição

Trabalho Final de Mestrado, Management and Industrial Strategy, ISEG, 2025.

Palavras-chave

Contexto Educativo

Citação

Projetos de investigação

Unidades organizacionais

Fascículo