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Autores
Orientador(es)
Resumo(s)
Being vulnerable to behavioral biases influences our financial decisions and can lead
to sub-optimal financial judgment. Poor financial literacy can lead to the same result. The aim
of this paper is to understand whether we can mitigate behavioral biases by ensuring a formal
education in finance. This research studies the impact of both personal aspects and financial
literacy level on the propensity to incur on behavioral biases. We also aim to assess if there is
a positive correlation between behavioral biases.
We create a survey to measure both financial literacy and behavioral biases. Everyone
who has a master’s degree in finance or in a similar field or is attending one was eligible for
the study. We find that household characteristics, such as income and number of members, play
a significant role in predicting behavioral biases even within individuals with a formal financial
education. However, we can affirm that the influence of personal aspects, as gender or age, on
behavioral biases can be mitigated. We find no effect of the actual level of financial literacy on
behavioral biases. The exception would be a high level of actual knowledge will mitigate
overconfident behavior. We conduct further analysis for three additional measures of the level
of financial literacy. In regard to the influence of demographic factors, we obtain comparable
results using these additional variables. The household variables continue to be statistically
relevant in predicting several biases. We continue to observe no apparent strong influence of
financial literacy on behavioral biases as suggested in the literature. Finally, we noticed no
differences in the findings when we included two new factors to the model that proxied
education and experience.
Ser vulnerável a desvios comportamentais influencia e pode condicionar negativamente as nossas decisões financeiras. A fraca literacia financeira pode levar ao mesmo resultado. O presente estudo avalia se estes desvios comportamentais podem ser mitigados, quando garantida uma educação formal em finanças. É estudado o impacto de aspectos demográficos e o nível de literacia financeira na propensão para desvios comportamentais. Também é analisada a existência de uma correlação positiva entre desvios comportamentais. Foi criado um inquérito que visa a medir o nível de literacia financeira e a propensão para desvios comportamentais. Todos os participantes que têm ou estão inscritos num mestrado em finanças ou num outro semelhante foram elegíveis para o estudo. Descobrimos que as características do agregado familiar, como o rendimento e o número de membros, desempenham um papel significativo na previsão dos desvios comportamentais, mesmo em indivíduos com reconhecida educação financeira. No entanto, podemos afirmar que a influência dos aspectos demográficos, como o género ou a idade, sobre os desvios comportamentais pode ser mitigada. Não encontramos efeito do nível de literacia financeira sobre desvios comportamentais. Com exceção, um alto nível de conhecimento financeiro mitiga o comportamento excessivamente confiante. Foram realizadas análises complementares usando três medidas adicionais do nível de literacia financeira. Em relação à influência dos fatores demográficos, obtemos resultados similares utilizando estas novas variáveis. As características do agregado familiar continuam a ser estatisticamente relevantes na predição dos vários desvios comportamentais. Não é encontrada nenhuma aparente grande influência da literacia financeira nos vários desvios comportamentais, como sugerido na literatura. Por fim, não são observadas diferenças nos resultados quando são adicionados dois novos fatores ao modelo que espelhavam a educação e a experiência.
Ser vulnerável a desvios comportamentais influencia e pode condicionar negativamente as nossas decisões financeiras. A fraca literacia financeira pode levar ao mesmo resultado. O presente estudo avalia se estes desvios comportamentais podem ser mitigados, quando garantida uma educação formal em finanças. É estudado o impacto de aspectos demográficos e o nível de literacia financeira na propensão para desvios comportamentais. Também é analisada a existência de uma correlação positiva entre desvios comportamentais. Foi criado um inquérito que visa a medir o nível de literacia financeira e a propensão para desvios comportamentais. Todos os participantes que têm ou estão inscritos num mestrado em finanças ou num outro semelhante foram elegíveis para o estudo. Descobrimos que as características do agregado familiar, como o rendimento e o número de membros, desempenham um papel significativo na previsão dos desvios comportamentais, mesmo em indivíduos com reconhecida educação financeira. No entanto, podemos afirmar que a influência dos aspectos demográficos, como o género ou a idade, sobre os desvios comportamentais pode ser mitigada. Não encontramos efeito do nível de literacia financeira sobre desvios comportamentais. Com exceção, um alto nível de conhecimento financeiro mitiga o comportamento excessivamente confiante. Foram realizadas análises complementares usando três medidas adicionais do nível de literacia financeira. Em relação à influência dos fatores demográficos, obtemos resultados similares utilizando estas novas variáveis. As características do agregado familiar continuam a ser estatisticamente relevantes na predição dos vários desvios comportamentais. Não é encontrada nenhuma aparente grande influência da literacia financeira nos vários desvios comportamentais, como sugerido na literatura. Por fim, não são observadas diferenças nos resultados quando são adicionados dois novos fatores ao modelo que espelhavam a educação e a experiência.
Descrição
Mestrado Bolonha em Finanças
Palavras-chave
Behavioral biases Financial literacy Demographic aspects Education Portugal Desvios comportamentais Literacia financeira Aspetos demográficos Educação Desvios comportamentais; Literacia financeira; Aspetos demográficos; Educação; Portugal
Contexto Educativo
Citação
Pereira, Maria Luísa Gomes (2022). “Does financial education mitigate behavioral biases? Evidence from finance graduates”. Dissertação de Mestrado. Universidade de Lisboa. Instituto Superior de Economia e Gestão
Editora
Instituto Superior de Economia e Gestão
