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Publicação

Caracterização da População Jovem Açoriana com Diabetes Tipo 1: Estudo de Fatores de Risco Nutricionais e Ambientais

dc.contributor.authorDias, Tiago
dc.contributor.authorTeixeira, Vitor Hugo
dc.contributor.authorCarvalho, Rita
dc.contributor.authorCésar, Rui
dc.contributor.authorVaz-Fernandes, Paula
dc.date.accessioned2023-09-19T14:59:35Z
dc.date.available2023-09-19T14:59:35Z
dc.date.issued2017
dc.description.abstractpor deficiência absoluta de insulina. Apesar da influência genética para a destruição autoimune das células-β pancreáticas, menos de 10% dos indivíduos geneticamente suscetíveis progridem para a manifestação da doença. Assim, fatores ambientais vêm sendo implicados na patogenicidade da DM1. Foi objetivo deste estudo caracterizar a população de jovens açorianos com DM1, avaliando a exposição a fatores ambientais de risco para a DM1 durante a gravidez e período da infância anterior ao diagnóstico da doença. Métodos: A metodologia do estudo teve como base a realização de entrevistas telefónicas às mães de 53 jovens com DM1 de idade igual ou inferior a 20 anos e com residência nos Açores. O inquérito aplicado contemplou os possíveis fatores ambientais e nutricionais de risco para o desenvolvimento de DM1, desde o nascimento até ao momento do diagnóstico. Resultados: Os resultados demonstraram que as crianças açorianas com DM1 foram diagnosticadas, em média, em idades mais precoces, ao contrário do que está descrito na literatura internacional. Observou-se uma baixa frequência (62,3%) e curta duração de amamentação materna exclusiva (média de 2,1 meses) e frequências consideráveis de introdução precoce de alimentos sólidos (30,2%), glúten (54,7%) e leite de vaca (24,5%), fatores que poderão estar associados a um maior risco de desenvolvimento de DM1. As progenitoras com menos escolaridade foram as que menos amamentaram, que o fizeram durante menos tempo e que mais cedo introduziram alimentos sólidos e leite de vaca na alimentação dos filhos. As crianças que não foram amamentadas bem como as que foram amamentadas durante menos tempo foram, em média, diagnosticadas mais cedo. Conclusão: Estes resultados reforçam a importância da elaboração de políticas assertivas para o cumprimento das recomendações de alimentação no 1º ano de vida, particularmente destinadas a progenitoras com menor escolaridade.pt_PT
dc.description.versioninfo:eu-repo/semantics/publishedVersionpt_PT
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/10400.5/28614
dc.language.isoporpt_PT
dc.peerreviewedyespt_PT
dc.rights.urihttp://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/4.0/pt_PT
dc.subjectAçores; Alimentos; Amamentação; Diabetes Mellitus Tipo 1; Dieta; Exposição Ambiental.pt_PT
dc.titleCaracterização da População Jovem Açoriana com Diabetes Tipo 1: Estudo de Fatores de Risco Nutricionais e Ambientaispt_PT
dc.title.alternativeCharacterization of the Young Azorean Portuguese Population with Diabetes Type 1: Study of Nutritional and Environmental Risk Factorspt_PT
dc.typejournal article
dspace.entity.typePublication
oaire.citation.endPage35pt_PT
oaire.citation.issue1pt_PT
oaire.citation.startPage29pt_PT
oaire.citation.titleRevista Portuguesa de Endocrinologia, Diabetes e Metabolismopt_PT
oaire.citation.volume12pt_PT
rcaap.rightsopenAccesspt_PT
rcaap.typearticlept_PT

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