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Publicação

Instituição Escolar e Constituição da Sociedade Moderna: Setecentismo e Reformas Educativas

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Entre final de Seiscentos e primeiras décadas de Oitocentos, correspondendo à crise da escolástica e à instituição da escola moderna, observam-se linhas de continuidade e ruptura. A dinâmica e a síntese de tais longevidade e complexidade configuram-se numa dialéctica formada pelas conjunturas: decomposição, ruptura/reformas, recomposição. A cada conjuntura corresponde um quadro histórico-pedagógico de continuidade e transformação, com desenvolvimento próprio. O protossistema de ensino estruturado nas reformas pombalinas e marianas foi sendo verticalizado e regulamentado nas últimas décadas do século XVIII e nas primeiras décadas do século XIX. No contexto de políticas orientadas para o progresso e de um currículo constitutivo do Estado-nação, a escola como informação, modernização, mobilização e tecnologia do social asseguraria um ensino que começava nas primeiras letras e encerrava nos preparatórios da universidade. Desde as reformas da segunda metade de Setecentos que a instituição educativa dispunha de escrita própria e se tornou constitutiva da contemporaneidade.

Descrição

Palavras-chave

Instituição escolar Sociedade moderna Setecentismo Reformas educativas

Contexto Educativo

Citação

Magalhães, J. (2020). Instituição escolar e constituição da sociedade moderna: Setecentismo e reformas educativas. In R. Chartier, J. D. Rodrigues, & J. Magalhães (Orgs.), Escritas e cultura na europa e no atlântico modernos (pp. 283-314). Centro de História da Universidade de Lisboa/Instituto de Educação da Universidade Lisboa.

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Centro de História da Universidade de Lisboa / Instituto de Educação da Universidade Lisboa

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