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Publicação

Efeitos agudos de um protocolo de exercício funcional na rigidez arterial, em adolescentes e jovens adultos com cardiopatia congénita cianótica : estudo piloto

dc.contributor.authorRosa, Enoque Martins Leocádio Feleja da
dc.contributor.institutionFaculdade de Motricidade Humana
dc.contributor.supervisorRodrigues, Maria Helena Santa Clara Pombo
dc.date.accessioned2026-01-30T10:30:03Z
dc.date.available2026-01-30T10:30:03Z
dc.date.issued2025
dc.descriptionMestrado em Exercício e Saúde, 2025, Universidade de Lisboa. Faculdade de Motricidade Humana
dc.description.abstractIntrodução: As doenças cardiovasculares são a principal causa de morte mundial. A rigidez arterial, associada à disfunção endotelial, pode ser influenciada pelo exercício. Em jovens com cardiopatias congénitas cianóticas, como a tetralogia de Fallot e a circulação de Fontan, a rigidez arterial e a função endotelial são frequentemente comprometidas. Este estudo avalia os efeitos do exercício funcional na rigidez arterial, comparando jovens com cardiopatias congénitas a indivíduos saudáveis. Objetivo: Avaliar os efeitos agudos do exercício na rigidez arterial em jovens com cardiopatias congénitas, comparando a resposta vascular com indivíduos saudáveis, visando otimizar protocolos de treino. Métodos: Estudo piloto quase-experimental com 9 participantes (3 com cardiopatias congénitas, 6 saudáveis), avaliando rigidez arterial, pressão arterial, composição corporal e capacidade cardiorrespiratória antes (M0), 5 minutos (M1) e 15 minutos (M2) após exercício. O protocolo incluiu treino em circuito de resistência e aeróbio, com análise estatística utilizando SPSS (testes não paramétricos). Resultados: O grupo de doentes teve menor consumo máximo de oxigénio (U = 1.00; p = 0.048) e frequência cardíaca máxima (U = 0.00; p = 0.024) que o grupo saudável. Mudanças significativas na frequência cardíaca (χ² = 12.00; p = 0.002) e velocidade de onda de pulso (χ² = 6.33; p = 0.042) ocorreram no grupo saudável. O grupo saudável apresentou maior velocidade de onda de pulso pós-exercício (U = 1.00; p = 0.048). Conclusão: O exercício aumentou a rigidez arterial no grupo saudável, mas não nos doentes. A menor capacidade aeróbia e a medicação podem ter influenciado as respostas. O estudo sugere a personalização da prescrição de exercício e mais pesquisas com amostras maiores.pt
dc.formatapplication/pdf
dc.identifier.tid203986792
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/10400.5/116857
dc.language.isopor
dc.subjectCardiovascular Diseases
dc.subjectArterial Stiffness
dc.subjectEndothelial Dysfunction
dc.subjectExercise
dc.subjectTetralogy of Fallot
dc.subjectFontan Circulation
dc.subjectPulse Wave Velocity
dc.subjectEndothelial Function
dc.subjectCongenital Heart Disease
dc.subjectFunctional Exercise
dc.subjectDoenças Cardiovasculares
dc.subjectRigidez Arterial
dc.subjectDisfunção Endotelial
dc.subjectExercício físico
dc.subjectTetralogia de Fallot
dc.subjectCirculação de Fontan
dc.subjectVelocidade de Onda de Pulso
dc.subjectFunção Endotelial
dc.subjectCardiopatias Congénitas
dc.subjectExercício Funcional
dc.titleEfeitos agudos de um protocolo de exercício funcional na rigidez arterial, em adolescentes e jovens adultos com cardiopatia congénita cianótica : estudo pilotopt
dc.typemaster thesis
dspace.entity.typePublication
rcaap.rightsopenAccess

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