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Publicação

Como pode a frequência da passada influenciar os fatores de risco para a síndrome da banda iliotibial em atletas femininas de trail?

dc.contributor.authorRangel,André Filipe Coelho
dc.contributor.institutionFaculdade de Motricidade Humana
dc.contributor.supervisorCabral,Sílvia Arsénio Rodrigues
dc.date.accessioned2026-01-23T17:25:01Z
dc.date.available2026-01-23T17:25:01Z
dc.date.issued2025
dc.descriptionMestrado em Treino de Alto Rendimento,2025, Universidade de Lisboa. Faculdade de Motricidade Humana
dc.description.abstractA síndrome da banda da iliotibial é uma das lesões mais comuns entre corredoras, especialmente em atletas de trail running, sendo influenciada por fatores biomecânicos como a carga mecânica e os padrões de movimento durante a corrida. O objetivo deste trabalho foi analisar a relação entre a frequência da passada e dos fatores de risco biomecânicos, nomeadamente a carga cumulativa e os ângulos intersegmentares da anca e joelho. Participaram sete atletas femininas de trail running, que realizaram testes de corrida num terreno irregular com sensores inerciais e palmilhas de pressão para recolha de dados cinemáticos e dinâmicos. Os resultados não encontraram correlação significativa entre a frequência da passada e a carga cumulativa, nem com os ângulos articulares analisados. A literatura sugere que uma menor frequência da passada pode aumentar o risco de lesões devido à maior carga cumulativa e alterações biomecânicas, mas os resultados deste trabalho não comprovam essa hipótese. A limitação da amostra e a variabilidade do terreno podem ter influenciado os dadospt
dc.description.abstractIliotibial band syndrome is one of the most common injuries among female runners, particularly in trail running athletes, and is influenced by biomechanical factors, including mechanical load and movement patterns during running. The aim of this study was to analyze the relationship between stride frequency and biomechanical risk factors, namely cumulative load and intersegmental angles of the hip and knee. Seven female athletes participated, performing running tests on uneven terrain with inertial sensors and pressure insoles to collect kinematic and dynamic data. The results did not find a significant correlation between stride frequency and cumulative load, nor with the analyzed joint angles. The literature suggests that a lower stride frequency may increase the risk of injuries due to higher cumulative load and biomechanical alterations, but the results of this study do not support that hypothesis. The sample size limitation and terrain variability may have influenced the dataen
dc.formatapplication/pdf
dc.identifier.tid203987306
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/10400.5/116800
dc.language.isopor
dc.subjectBiomechanics
dc.subjectRunning
dc.subjectKinematics
dc.subjectCumulative load
dc.subjectJoint angles
dc.subjectHip
dc.subjectKnee
dc.subjectInjuries
dc.subjectGround reaction force
dc.subjectMovement analysis
dc.subjectBiomecânica
dc.subjectCorrida
dc.subjectCinemática
dc.subjectCarga cumulativa
dc.subjectÂngulos articulares
dc.subjectAnca
dc.subjectJoelho
dc.subjectLesões
dc.subjectForça de reação do solo
dc.subjectAnálise do movimento
dc.titleComo pode a frequência da passada influenciar os fatores de risco para a síndrome da banda iliotibial em atletas femininas de trail?pt
dc.typemaster thesis
dspace.entity.typePublication
rcaap.rightsopenAccess

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