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  • Autoridade é construída e contextual
    Publication . Sanches, Tatiana; Antunes, Maria da Luz; Lopes, Carlos; Association of College & Research Libraries
    Os recursos de informação refletem a experiência e a credibilidade dos seus criadores e são avaliados com base na necessidade de informação e no contexto em que a informação será usada. A autoridade é construída na medida em que várias comunidades podem reconhecer diferentes tipos de autoridade. É contextual na medida em que a necessidade de informação pode ajudar a determinar o nível de autoridade necessário.
  • Criação de informação como um processo
    Publication . Sanches, Tatiana; Antunes, Maria da Luz; Lopes, Carlos; Association of College & Research Libraries
    A informação pode ser produzida e transmitida sob qualquer formato ou método. O processo iterativo de pesquisar, criar, rever e divulgar informação varia e o produto resultante reflete essas diferenças.
  • A informação tem valor
    Publication . Sanches, Tatiana; Antunes, Maria da Luz; Lopes, Carlos; Association of College & Research Libraries
    A informação possui várias dimensões de valor, inclusive como mercadoria, como meio de educação, de influência, de negociação e de compreensão do mundo. Interesses jurídicos, políticos e socioeconómicos influenciam a produção e disseminação da informação.
  • Investigação como questionamento
    Publication . Sanches, Tatiana; Antunes, Maria da Luz; Lopes, Carlos; Association of College & Research Libraries
    A investigação é iterativa e depende de perguntas cada vez mais complexas ou novas, cujas respostas, por sua vez, desenvolvem perguntas ou linhas de investigação adicionais em qualquer campo.
  • Comunicação académica como diálogo
    Publication . Sanches, Tatiana; Antunes, Maria da Luz; Lopes, Carlos; Association of College & Research Libraries
    A comunidade académica, de investigadores e de outros profissionais, envolve-se num diálogo sustentado com novos insights e descobertas que ocorrem ao longo do tempo, em resultado de diferentes perspetivas e interpretações.
  • Pesquisa como exploração estratégica
    Publication . Sanches, Tatiana; Antunes, Maria da Luz; Lopes, Carlos; Association of College & Research Libraries
    A pesquisa de informação é muitas vezes não linear e iterativa, exigindo a avaliação de uma variedade de fontes de informação e a flexibilidade mental para a procura de caminhos alternativos à medida que uma nova compreensão se desenvolve.
  • Referencial da literacia da informação para o ensino superior: versão portuguesa
    Publication . Sanches, Tatiana; Antunes, Maria da Luz; Lopes, Carlos
    O Referencial para a Literacia da Informação para o Ensino Superior (Framework) resulta da crença de que a literacia da informação é um movimento de reforma educacional que só realizará o seu potencial através de um conjunto mais rico e mais complexo de ideias centrais. Ao longo dos quinze anos desde a publicação dos Padrões de Competência em Literacia da Informação para o Ensino Superior, os bibliotecários académicos e os seus pares em associações do ensino superior desenvolveram resultados de aprendizagem, ferramentas e recursos que algumas instituições empregaram para introduzir conceitos e competências de literacia da informação nos seus currículos. Contudo, as rápidas mudanças no ambiente do ensino superior, juntamente com o dinâmico e muitas vezes incerto ecossistema de informação em que todos trabalhamos e vivemos, requerem uma nova atenção para a concentração em ideias fundacionais sobre esse ecossistema. Os estudantes têm um maior papel e responsabilidade na criação de um novo conhecimento, na compreensão dos contornos e da dinâmica do mundo da informação em mudança e na utilização ética da informação, dos dados, e das competências académicas. Os professores têm uma maior responsabilidade na conceção de currículos e tarefas que promovam um maior envolvimento com as ideias centrais sobre informação e competências nas suas disciplinas. Os bibliotecários têm uma maior responsabilidade na identificação de ideias centrais no seu próprio domínio do conhecimento que possam ampliar a aprendizagem para os estudantes, na criação de um novo e coeso currículo para a literacia da informação, e na colaboração mais alargada com o corpo docente. O modelo oferecido aqui é designado intencionalmente por Referencial porque se baseia num conjunto de conceitos centrais interligados, com opções flexíveis de implementação, e não num conjunto de normas ou resultados de aprendizagem, ou em qualquer enumeração prescritiva de competências. No cerne deste Referencial encontram-se interpretações conceptuais que organizam muitos outros conceitos e ideias sobre informação, investigação e competências académicas num todo coerente. Estas interpretações conceptuais são inspiradas pelo trabalho de Wiggins e McTighe, que se concentra em conceitos e questões essenciais no desenvolvimento de currículos, e também por conceitos nucleares (threshold), que são as ideias em qualquer disciplina que representam a passagem para uma compreensão alargada ou para formas de pensar e exercer no âmbito dessa disciplina. Este Referencial baseia-se num estudo Delphi que identificou vários conceitos nucleares na literacia da informação, mas o Referencial foi moldado utilizando novas ideias e ênfases para os conceitos nucleares. Dois dos elementos adicionados ilustram importantes objetivos de aprendizagem relacionados com esses conceitos: as práticas do conhecimento, que são demonstrações de formas pelas quais os estudantes podem aumentar a sua compreensão sobre os conceitos de literacia da informação e as disposições, que descrevem formas de abordar a dimensão afetiva, atitudinal ou de valorização da aprendizagem.
  • A autoformação - Relato de vivências autoformativas com profissionais da educação do Brasil e de Portugal (Vol. 2)
    Publication . Loss, Adriana; Caetano, Ana
    O tema “A autoformação no processo educativo e formativo do profissional da educação. Um processo de desenvolvimento pessoal, social e profissional.”, foi desenvolvido a partir de um estudo investigativo com a seguinte problemática “Como a autoformação, para o desenvolvimento pessoal, social e profissional, pode fazer parte da formação inicial e continuada do professor/educador?”. Teve como objetivos: a) Identificar nas vivências de autoformação os processos formativos para o cuidado do educador; b) Relatar as repercussões das vivências nas dimensões intra e interpessoais e éticas do educador; c) Destacar as contribuições da autoformação para a profissão do educador; d) Identificar no entrecruzamento das vivências, nos diferentes espaços de investigação, as reflexões, as aprendizagens e projeções desenvolvidas para o cuidado com as dimensões pessoal, social e profissional; e) Refletir sobre a pesquisa-formação ou investigação-formação como uma proposta metodológica inerente à formação inicial e continuada de professores e A investigação sob a abordagem qualitativa, de caráter descritivo-interpretativo com a metodologia pesquisa-formação ou investigação-formação foi desenvolvida com base no estudo teórico referente à formação de professores e/ou educadores, com base na autoformação/heteroformação/ecoformação (GALVANI), na perspectiva da pesquisa-formação, nas relações humanas, na dimensão ética e da profissão do professor/educador. Assim, a base teórica para a prática do processo de autoformação está nas concepções dos pensadores como: Josso (2004, 2006, 2007, 2008, 2010), Pineau (2006), Dominicé (2006), Nóvoa (1995, 2007, 2009) e Ferrarotti (1991). Tais pensadores possuem teses diferentes, mas eles nos permitem a leitura e releitura do processo de autoformação de adultos. A autoformação na perspectiva da educação emocional (desenvolvimento das “Inteligências” intra e interpessoais ou desenvolvimento da consciência pessoal, social e profissional) e, respectivamente da ética, em Morin (2007, 2008), Lévinas (1980; 1982), Ken Wilber (2007), Damásio (1996; 2010; 2013), Goleman (2007; 2011; 2014), Estrela (2010); Caetano (2010). O estudo empírico foi realizado, a partir de oficinas de vivências ou sessões para a reflexão referente à autoformação, primeiramente, com os estudantes do curso de Pedagogia da Universidade Federal da Fronteira Sul - UFFS, campus de Erechim, localizado no Rio Grande do Sul, bem como, com os professores da rede de ensino público municipal e estadual de e, posteriormente, com os estudantes dos Mestrados do Instituto de Educação da Universidade de Lisboa/Portugal, sendo esses: Mestrado em Ciências da Educação, Mestrado em Educação e Mestrado em Educação e Formação, e aos já diplomados pela referida instituição. Assim, as vivências somente foram possíveis a partir de um intenso estudo e planejamento de propostas pedagógicas em formato de oficinas (no Brasil) e sessões (em Lisboa), as quais são descritas na parte II desse trabalho. Desse modo, pretendemos apresentar nessa obra (volume II) ao leitor um trabalho de investigação, de cunho qualitativo e de abordagem metodológica na pesquisa-formação (JOSSO, 2004; 2010), realizado com grupos de professores a partir da formação continuada, com ênfase na autoformação nas dimensões pessoal, social e profissional. O estudo nos revela, o que já se tinha como hipótese inicial, a necessidade de construirmos currículos, para formação inicial e continuada de professores/educadores, comprometidos com o desenvolvimento de práticas pedagógicas para a autoformação.