FM-IMPSP-Livros
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- Minuto azul : contar saúde com ciência e afetosPublication . Santiago, Isabel; Pereira Miguel, J.
- Comunicação em saúde pública : conceitos, estratégias e planos para mais ganhos em saúde : actas da I ConferênciaPublication . Santiago, Isabel de; Pereira Miguel, J.
- Roteiro de intervenção em avaliação do Plano Nacional de Saúde 2012-2016 : um contributo técnicoPublication . Miguel, José Pereira; Almeida, GlóriaQualquer processo de avaliação do Plano Nacional de Saúde (PNS) deve basear-se no próprio conceito de avaliação a adoptar. É natural que um processo deste tipo, existente há longo tempo, tenha evoluído mercê de múltiplas circunstâncias. A primeira referência parece remontar há quatro mil anos, na antiga China. No entanto, no mundo ocidental iniciou-se de forma sistemática só no século XVIII. Um exemplo desta evolução pode observar-se nas diferenças entre as definições adoptadas pela OMS em 1981 e 2001. Em 1981, a OMS, definia avaliação como a forma sistemática de aprender através da experiência, utilizar as lições aprendidas para melhorar as intervenções em desenvolvimento, e promover um melhor planeamento. Recomendava-se que deveria ser um processo contínuo, de forma a tornar as intervenções em saúde mais relevantes, eficientes e efetivas. Já em 2001, aceitava-se que a avaliação seria o exame sistemático das características de uma intervenção de forma a produzir informação/conhecimento que os stakeholders poderiam utilizar para diferentes fins.
- Museu da saúdePublication . Miguel, José Pereira; Andrade, Helena Rebelo; Maltez, Fernando; Almeida, Ramalho de
- Os efeitos da austeridade na saúde da população : evidência internacional e experiência portuguesaPublication . Dias, Carlos Matias; Fonseca, Rita; Contreiras, Teresa; Miguel, José PereiraA evidência disponível, em parte histórica, demonstra que a austeridade em tempos de crise económica tem efeitos predominantemente negativos sobre a saúde dos indivíduos e das populações que incluem aumentos na mortalidade, morbilidade e, factores de risco,assim como diminuição no acesso e utilização de cuidados de saúde.Alguns destes efeitos não são imediatos e podem fazer-se sentir a médio prazo.Numa perspectiva de saúde pública, a austeridade surge, assim, como parte do sistema complexo e ainda não totalmente conhecido que explica porque é que algumas pessoas e algumas sociedades são mais saudáveis do que outras.A austeridade influencia de forma complexa, os factores de risco, protectores e promotores do estado de saúde, assim como as consequências dos problemas de saúde e a resposta organizada das sociedades, consubstanciada nos sistemas de saúde de cada país.
