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Autores
Orientador(es)
Resumo(s)
O presente arfigo tem coumo principais objetivos (i) relacionar aspetos históricos e sociolinguisticos
das ilhas de São Tomé e Príncipe com a emergê¡cia da variedade do português de São Tomé (PST); e (ii)
discutir os fatores responsáveis pela formação do PST, designadamente os implicados na aquisição das
propriedades de subcategorização verbal. Tendo em conta que o porfuguês em São Tomé constitui actualmente a
L1 dominante, resultante de variedades interlinguísticas de L2, discutiremos de que modo o contato linguístico
com o forro, o crioulo local, é responsável pela variação observada nas grelhas argumentais dos verbos.
Mostraremos que uma hipótese baseada unicamente em transferência do forro (santome) é insuficiente para
responder à variação observada no PST e que a fixação de diferenfes valores de parâmetro e, consequentemente,
a emergência de estruturas distintas das exibidas pelo português eruopeu (PE) está relacionada com a
interpretação sintático-semântica que os falantes fazem dos eventos descritos pelos verbos, bem como dos traços
que comportam as preposições que introduzem os argumentos por estes subcategorizados.
Descrição
Palavras-chave
São Tomé e Príncipe Variedades do português Estrutura argumental Variação linguística
Contexto Educativo
Citação
Gonçalves, Rita & Tjerk Hagemeijer. 2015. O português num contexto multilingue: O caso de São Tomé e Príncipe. Revista Científica da Universidade Eduardo Mondlane: Série Letras e Ciências Sociais, 1(1): 87-107.
Editora
Universidade Eduardo Mondlane - Unidade Editorial
