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Autores
Orientador(es)
Resumo(s)
A coarctação da aorta (CoAo) é responsável por 6-8% das doenças cardíacas congénitas. Deve ser detectada e tratada nas idades pediátricas, mas há doentes que só são diagnosticados na idade adulta.
O tratamento cirúrgico era, até há pouco tempo, o único disponível. Nos anos 80, a angioplastia por balão foi introduzida como alternativa terapêutica. Contudo, devido aos resultados menos bons (recoarctação) e às complicações do procedimento (formação de aneurismas no local), a utilização de stents não-revestidos tornou-se o tratamento de eleição da CoAo (nativa e recorrente), no adulto. Ultimamente, a introdução de stents revestidos com politetrafluoro-etileno (e-PTFE) é cada vez mais a opção terapêutica de escolha, mas as indicações ainda não estão normalizadas.
È descrito o caso dum jovem adulto com CoAo nativa, tratado com a implantação dum stent revestido, com sucesso.
Descrição
Trabalho Final do Curso de Mestrado Integrado em Medicina, Faculdade de Medicina, Universidade de Lisboa, 2015
Palavras-chave
Coarctação Aorta Angioplastia percutânea Stent Cardiologia
