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Isometric mid-thigh pull testing in professional footballers: validity, reliability, and correlation analysis with external loading during official matches

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Resumo(s)

INTRODUCTION: Understanding the maximum strength of football players is considered essential for optimizing and maintaining individuals for high level sports performance. In this regard, the mid-thigh isometric traction test (IMTP) has been proposed to assess the overall maximum strength of football players. OBJECTIVES: This thesis aimed to achieve four objectives, the first being: 1) examine the concurrent validity between two modalities of IMPT testing equipment in healthy individuals: i) with a force platform at the foot; and ii) with a force cell next to the handle bar. The second being: 2) determine if there is a learning period in taking the IMTP test between the first four testing sessions among professional footballers, examining the inter-session reliability between the first two similar sessions. The third being: 3) to verify whether the IMPT peak force is altered following football matches; and, lastly: 4) examine whether the changes in IMPT peak force 48h following matches is related with different external loading parameters experienced by the players during the match. METHODS: For objective 1, one experimental session was conducted with healthy individuals (n=24); and for the remaining objectives, a total of 40 footballers from a professional football team were recruited, and who participated in IMPT testing sessions. External loading parameters were quantified during the matches using a GPS tracking system worn by the footballers. RESULTS: 1) A low concurrent validity was observed between the IMPT testing equipment assessments [ICC = 0.47 (95% CI = -0.21- 0.79), CV = 10.8% (95% CI = 6.88 – 14.8%)]; whereas, a lower IMTP peak force was observed for the testing executed with the force platform (1693.9±112.5 N) compared with the force load cell test (1880.3±156.5 N, p<0.001). 2) Significant differences were found between the first (1843.6± 333.7 N), and second (2008.1± 397.4 N, p= 0.002), the first and third (2143.6± 454.8 N, p<0.001), and the first and fourth (2226.9±442.2 N, p < 0.001) IMTP testing sessions. No significant differences were found between the second and third sessions (p=0.085), and the third and fourth sessions (p= 1.000). Good inter-session reliability was observed between the second and third testing sessions (ICC = 0.84, standard error of measurement of 218.1± 308.4 N). 3) No statistically significant differences were found in both samples (p = 0.744 and p = 0.520). 4) A moderate and negative correlation was found between the IMTP peak force before matches and the footballer’s frequency of “accelerations” (r= -0.501 and p=0.048), and a positive correlation was observed between the IMPT peak force before and after matches (r= 0.738 and p<0.001). No other significant correlations were found. CONCLUSIONS: 1) The IMTP peak force outcome depends on the equipment used, with higher IMTP values obtained using a load cell close to the hands; 2) At least two separate familiarization sessions are necessary for professional footballers to achieve a reliable IMPT assessment; 3) The IMTP performance is unlikely to be altered 48h after football matches compared to the IMPT performance 48h before the matches; and 4) The IMTP assessments before and after the matches do not seem to be correlated with the different external loading parameters exerted by footballers during official matches.
INTRODUÇÃO: Compreender a força máxima em jogadores de futebol é essencial para otimizar e manter o desempenho desportivo individual. Nesse sentido, o teste isometric mid-thigh pull (IMTP) foi proposto para avaliar a força máxima geral nos jogadores de futebol. OBJETIVOS: Esta tese visa atingir quatro objetivos, sendo o primeiro: 1) examinar a validade concorrente entre duas modalidades de equipamentos de teste IMTP em indivíduos saudáveis: i) com uma plataforma de força nos pés; e ii) com uma célula de força próxima das mãos. O segundo é: 2) determinar se há um período de aprendizagem na realização do teste IMTP entre as quatro primeiras sessões para jogadores profissionais de futebol, examinando a confiabilidade inter sessões nas duas primeiras sessões. O terceiro: 3) verificar se o pico de força do IMTP é alterado após os jogos de futebol; e, por último: 4) examinar se as mudanças no pico de força no IMTP 48h após os jogos estão relacionadas com diferentes parâmetros de carga externa obtidos pelos jogadores durante o jogo. MÉTODOS: Para o objetivo 1, foi realizada uma sessão experimental com indivíduos saudáveis (n=24); e para os restantes objetivos foram recrutados um total de 40 futebolistas de uma equipa de futebol profissional, que participaram em sessões de testes no IMTP. Parâmetros de carga externa foram quantificados durante os jogos utilizando um sistema de GPS usado pelos jogadores. RESULTADOS: 1) Observou-se baixa validade concorrente entre as avaliações no equipamento IMTP [ICC = 0,47 (IC 95% = -0,21- 0,79), CV = 10,8% (IC 95% = 6,88 – 14,8%)]; também se observou um menor pico de força IMTP para o teste executado com a plataforma de força (1693,9±112,5 N) em comparação com o teste da célula de carga de força (1880,3±156,5 N, p<0,001). 2) Foram encontradas diferenças significativas entre a 1ª (1843,6± 333,7 N) e a 2ª (2008,1± 397,4 N, p= 0,002), e entre a 1ª e 3ª (2143,6± 454,8 N, p<0,001) e entre a 1ª e 4ª (2226,9±442,2 N, p < 0,001) sessões de teste no IMTP, mas não entre a 2ª e 3ª sessões (p=0,085), e a 3ª e 4ª sessões (p= 1,000). Boa confiabilidade inter sessões foi observada entre a 2ª e 3ª sessões de teste (ICC = 0,84, erro padrão de medição de 218,1± 308,4 N). 3) Não foram encontradas diferenças estatisticamente significativas em ambas as amostras (p = 0,744 e p = 0,520). 4) Observou-se uma correlação moderada e negativa entre o pico de força do IMTP antes dos jogos e a frequência de “acelerações” dos futebolistas (r= -0,501 e p=0,048), e uma correlação positiva foi observada entre o pico de força no IMTP antes e depois dos jogos (r= 0,738 e p<0,001). Não foram encontradas outras correlações significativas. CONCLUSÕES: 1) O resultado do pico de força no IMTP depende do equipamento utilizado, com maiores valores de IMTP obtidos utilizando uma célula de carga próxima às mãos; 2) Pelo menos duas sessões separadas de familiarização são necessárias para que os jogadores de futebol profissional alcancem uma avaliação confiável do IMTP; 3) O desempenho dos jogadores no teste IMTP parece não sofrer alterações 48h antes e depois dos jogos de futebol; e 4) As avaliações no IMTP antes e depois dos jogos não parecem estar correlacionadas com os diferentes parâmetros de carga externa obtidos pelos futebolistas durante os jogos.

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Palavras-chave

Peak force Force platform Portable platform Load cell Maximum force GPS Neuromuscular fatigue Strength Recovery Performance Pico de força Plataforma de força Plataforma portátil Célula de carga Força máxima GPS Fadiga neuromuscular Força Recuperação Desempenho

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