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Orientador(es)
Resumo(s)
Os africanos, na sua maioria, migram dentro do próprio continente e constituem somente 9% da população mundial que migra internacionalmente. As migrações em África , para além de intra-regionais, são instáveis, grandemente fomentadas pelos conflitos e, à semelhança do resto do mundo, apresentam taxas cada vez maiores de participação feminina. O nexo mais evidente entre migrações e desenvolvimento, o fluxo de remessas financeiras, continua a crescer e distingue-se de outros fluxos externos de financiamento pela estabilidade, previsibilidade e por beneficiar directamente as famílias. Em cenário de crise, é o fluxo que menos diminui. Por estas razões, o assunto atrai atenção crescente de investigadores e políticos, dando lugar a uma conjuntura na qual predomina a ideia de existir uma correlação positiva entre migração e desenvolvimento. Entretanto, persiste a escassez de informação e a ausência de coerência e coordenação nas acções dos actores estatais e não estatais. Este texto pretende analisar, de forma sintética, os padrões das migrações, as remessas e a relação destas com o desenvolvimento em África, assunto pouco explorado em língua portuguesa.
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Palavras-chave
Contexto Educativo
Citação
Tolentino, Nancy Curado. 2009. "Migrações, remessas e desenvolvimento: o caso africano". Instituto Superior de Economia e Gestão – SOCIUS Working papers nº 9/2009
