Publicação
Acidente isquémico transitório no doente jovem : factores de risco, etiologia e prognóstico
| datacite.subject.fos | Ciências Médicas | pt_PT |
| dc.contributor.advisor | Canhão, Patrícia | |
| dc.contributor.author | Antão, Diogo Miguel Gomes | |
| dc.date.accessioned | 2018-01-30T16:29:43Z | |
| dc.date.available | 2018-01-30T16:29:43Z | |
| dc.date.issued | 2017 | |
| dc.description | Trabalho Final do Curso de Mestrado Integrado em Medicina, Faculdade de Medicina, Universidade de Lisboa, 2017 | pt_PT |
| dc.description.abstract | Contexto: A informação na literatura sobre as características dos doentes jovens com AIT é escassa, nomeadamente sobre factores de risco, etiologia e prognóstico. Métodos: Estudo de coorte de doentes com AIT avaliados consecutivamente na consulta de AIT do HSM, entre 2004 e 2011. Compararam-se factores de risco vascular, apresentação clínica, meios complementares de diagnóstico, etiologia, terapêutica e prognóstico (aos 30 dias e 1 ano) entre os indivíduos com idade ≤55 e >55 anos. Usou-se o teste do χ2, o teste T de Student ou U de Mann-Whitney conforme apropriado. A comparação da ocorrência de eventos entre os dois grupos foi realizada por meio da comparação de curvas de sobrevida e log Rank. Resultados: Incluíram-se 355 doentes – 68 doentes ≤55 anos, 287 >55 anos. Os doentes ≤55 anos apresentaram menos hipertensão arterial (57,4% vs. 75,5%, p=0,003), diabetes mellitus (8,8% vs. 21,7%, p=0,016), dislipidémia (29,4% vs. 55,1%, p<0,001), cardiopatia isquémica (1,5% vs. 11,8%, p=0,010), fibrilhação auricular (1,5% vs. 9,8%, p=0,025) e AIT prévio (0% vs. 13,6%, p=0,001); apresentaram mais tabagismo (35,3% vs. 9,4%, p<0,001). Apresentaram maior frequência de sintomas motores (70,6% vs. 56,8%, p=0,037), menos afasia (16,4% vs. 31,8%, p=0,012) e pontuação ABCD2 média mais baixa (3,6 vs. 4,4, p<0,001). De acordo com a classificação TOAST, as causas mais frequentes foram a cardioembólica e doença de pequenos vasos, tendo a ateromatose de grandes vasos sido menos comum nos doentes jovens. Embora de forma não significativa, verificou-se uma tendência para menor recorrência de eventos vasculares aos 30 dias e ao ano após o AIT nos doentes jovens. Conclusões: Os indivíduos ≤55 anos apresentaram diferenças importantes comparativamente aos indivíduos mais velhos, relativamente aos factores de risco, apresentações clínicas e tipos de etiologias. Deverão ser planeados estudos com amostra maior para confirmar a impressão de que o prognóstico nestes doentes é melhor. | pt_PT |
| dc.description.abstract | Background: There’s a lack of information in the literature on young patients’ characteristics who suffered TIA, especially on risk factors, etiology and prognosis. Methods: Cohort study of TIA patients consecutively evaluated at the TIA clinic at Santa Maria’s Hospital, Lisbon, between 2004 and 2011. The characteristics from those ≤55 years old were compared with the ones >55 years: vascular risk factors, clinical presentation, diagnostic tests, etiology, treatment and prognosis (at 30 days and at 1 year). We used χ2 tests, Student’s T test or Mann-Whitney U test as appropriate. We compared the frequency of outcomes between the young and the older patients using survival curves and log Rank. Results: 355 patients were included – 68 patients ≤55 years, and 287 >55 years. Patients ≤55 years had less arterial hypertension (57.4% vs. 75.5%, p=0.003), diabetes mellitus (8.8% vs. 21.7%, p=0.016), dyslipidemia (29.4% vs. 55.1%, p<0.001), coronary heart disease (1.5% vs. 11.8%, p=0.010), atrial fibrillation (1.5% vs. 9.8%, p=0.025) and previous TIA (0% vs. 13,6%, p=0,001); and had more smoking (35.3% vs. 9.4%, p<0.001) compared to the older subjects. Motor symptoms were more common in the young subjects (70.6% vs. 56.8%, p=0.037), aphasia was less common (16.4% vs. 31.8%, p=0.012), and mean ABCD2 scores was lower (3.6 vs. 4.4, p<0.001). The most frequent TOAST classes were cardioembolism and small vessels disease; large-vessel atherosclerosis was less common in the young patients. Although not reaching significance, young patients had less probability of vascular events recurrence at 30 days and at 1 year after the TIA. Conclusions: Patients ≤55 years old had significant differences comparing to the older patients, especially in their risk factors, clinical presentation and etiology. In the future, it would be important to replicate this study with a larger sample to prove that young patients actually have better prognosis. | pt_PT |
| dc.identifier.tid | 201779862 | pt_PT |
| dc.identifier.uri | http://hdl.handle.net/10451/31276 | |
| dc.language.iso | por | pt_PT |
| dc.subject | Acidente isquémico transitório | pt_PT |
| dc.subject | Jovem | pt_PT |
| dc.subject | Neurologia | pt_PT |
| dc.title | Acidente isquémico transitório no doente jovem : factores de risco, etiologia e prognóstico | pt_PT |
| dc.type | master thesis | |
| dspace.entity.type | Publication | |
| rcaap.rights | openAccess | pt_PT |
| rcaap.type | masterThesis | pt_PT |
| thesis.degree.name | Mestrado Integrado em Medicina | pt_PT |
