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Autores
Orientador(es)
Resumo(s)
O artigo analisa a unificação monetária de Portugal (Continente e Ilhas)
concretizada entre 1879 (Madeira) e 1931 (Açores). Num primeiro momento, analisa-se
o quadro monetário das ilhas, onde dominava na circulação a moeda estrangeira e a
moeda insulana ou moeda fraca, enquanto moeda com ágio em relação à moeda
continental. A fraca integração do espaço económico insular com o espaço económico
continental justificará estas características. As propostas de integração monetária
apresentadas no século XIX serão analisadas num segundo momento. Portugal
confrontou-se com conflitos de interesses na unificação do sistema monetário com o
espaço insular. Um longo século mediou entre a alteração do estatuto administrativo e a
integração monetária portuguesa. Mas, Madeira e Açores também tiveram percursos
diferentes. Se no primeiro dos espaços insulares a oposição às propostas de integração
não se fizeram sentir, nos Açores os ecos da oposição no parlamento adiaram a
integração para 1931. Compreender os interesses que protelaram a união monetária será
um dos objectivos deste artigo, o que corresponde a explicar porque data de 1931 a
integração monetária de Portugal
Descrição
Palavras-chave
História económica e empresarial Insularidade Política monetária Integração monetária
Contexto Educativo
Citação
Sousa, Rita Martins de .(2004). “A unificação monetária de Portugal (Continente e Ilhas)”. Ler História, Nº 47: pp. 195-210
Editora
Ler História - ISCTE
