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Orientador(es)
Resumo(s)
Objective: To characterize CTCs application in the diagnosis and management of patients with RCC. We will examine which methods have been and are being used for CTC enrichment and selection in RCC patients, we will assess CTC detection rates in this population and finally we will focus on whether CTC evaluation can relate with tumor staging and survival in RCC patients.
Data Sources: Literature search on PUBMED since inception until 05/05/2017.
Review Methods: Publications in English with a sample size larger than one patient were considered. Editorial comments, letters to the editor and review articles were excluded. Search was limited to studies which performed isolation and enumeration of circulating tumor cells from peripheral or central veins, with a description of enrichment methods used in RCC patients.
Results: There has been a great diversity in methods for CTC detection in RCC. The main detection techniques are RT-PCR, MACS, CellSearch® and Microfluidics. Detection rates range widely, from 14 to 95%. Apparently, CA9 and CD147 are the best capture antigens so far for CTC detection in RCC patients. CTC detection correlates with the presence of lymph node and distant metastasis and overall survival. The number of CTC detected and the number of cells with mesenchymal characteristics is related to disease staging.
Conclusion: CTC study is still in an experimental phase. We need to standardize the methods, validate these preliminary results and further comprehend the relation between the presence of these cells and the staging and prognosis of RCC. On the other hand, the use of CTC detection in clinical practice may be the cornerstone for treatment selection strategies in a new personalized oncological treatment era.
Objetivo: Caracterizar a aplicação das células tumorais circulantes (CTC) no diagnóstico e abordagem do doente com carcinoma de células renais (CCR). Avaliamos os métodos que foram e que estão a ser usados na deteção de CTC em doentes com CCR, as taxas de deteção obtidas nesta população, e finalmente analisaremos a relação entre a presença de CTC e o estadiamento e sobrevida da doença. Bases de Dados: Literatura publicada na PUBMED até 05/05/2017. Metodologia: Publicações em inglês com uma amostra maior do que um doente. Comentários editoriais, cartas ao editor e artigos de revisão foram excluídos. Limitado a estudos que realizassem o isolamento e deteção de CTC de veias centrais ou periféricas, com a descrição dos métodos usados em doentes com CCR. Resultados: A diversidade de métodos usados para o isolamento de CTCs em doentes com CCR é grande. As técnicas mais comuns são RT-PCR, MACS, CellSearch® e Microfluídica. As taxas de deteção variam muito, entre 14 e 95%. Aparentemente, quando combinados, os antigénios de captura CA9 e CD147 são, até agora, os mais fidedignos na deteção de CTC em doentes com CCR. A presença de CTCs foi relacionada com a presença de adenopatias, metástases à distância e com a diminuição da sobrevida. O número de CTC e o número de CTC com características mesenquimatosas foi também relacionado com o estadiamento da doença. Conclusão: O estudo das CTC no CCR encontra-se ainda em fase experimental. Será necessário padronizar métodos, validar resultados e melhor compreender a correlação entre a presença destas células e o estadiamento e prognóstico destes doentes. Por outro lado, o uso destas células na clínica poderá ser a base para estratégias de seleção de tratamentos, numa nova era de tratamentos oncológicos personalizados.
Objetivo: Caracterizar a aplicação das células tumorais circulantes (CTC) no diagnóstico e abordagem do doente com carcinoma de células renais (CCR). Avaliamos os métodos que foram e que estão a ser usados na deteção de CTC em doentes com CCR, as taxas de deteção obtidas nesta população, e finalmente analisaremos a relação entre a presença de CTC e o estadiamento e sobrevida da doença. Bases de Dados: Literatura publicada na PUBMED até 05/05/2017. Metodologia: Publicações em inglês com uma amostra maior do que um doente. Comentários editoriais, cartas ao editor e artigos de revisão foram excluídos. Limitado a estudos que realizassem o isolamento e deteção de CTC de veias centrais ou periféricas, com a descrição dos métodos usados em doentes com CCR. Resultados: A diversidade de métodos usados para o isolamento de CTCs em doentes com CCR é grande. As técnicas mais comuns são RT-PCR, MACS, CellSearch® e Microfluídica. As taxas de deteção variam muito, entre 14 e 95%. Aparentemente, quando combinados, os antigénios de captura CA9 e CD147 são, até agora, os mais fidedignos na deteção de CTC em doentes com CCR. A presença de CTCs foi relacionada com a presença de adenopatias, metástases à distância e com a diminuição da sobrevida. O número de CTC e o número de CTC com características mesenquimatosas foi também relacionado com o estadiamento da doença. Conclusão: O estudo das CTC no CCR encontra-se ainda em fase experimental. Será necessário padronizar métodos, validar resultados e melhor compreender a correlação entre a presença destas células e o estadiamento e prognóstico destes doentes. Por outro lado, o uso destas células na clínica poderá ser a base para estratégias de seleção de tratamentos, numa nova era de tratamentos oncológicos personalizados.
Descrição
Trabalho Final do Curso de Mestrado Integrado em Medicina, Faculdade de Medicina, Universidade de Lisboa, 2017
Palavras-chave
Carcinoma de células renais Células tumorais circulantes Urologia
