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Publicação

Bipolar disorder and the risk of developing dementia : a literature review

datacite.subject.fosCiências Médicaspt_PT
dc.contributor.advisorChendo, Inês
dc.contributor.authorMota, Rita Vilar da
dc.date.accessioned2018-05-09T15:05:12Z
dc.date.available2018-05-09T15:05:12Z
dc.date.issued2017
dc.descriptionTrabalho Final do Curso de Mestrado Integrado em Medicina, Faculdade de Medicina, Universidade de Lisboa, 2017pt_PT
dc.description.abstractIn the last centuries, the concept of bipolar disorder has suffered multiple modifications at many levels, including the diagnosis and the recognition of the prognosis associated with it. Many authors, based on their clinical observations, have recently conducted studies in order to appraise the possible underlying neuroprogression of the bipolar disorder. Objectives: The aim of this review is to evaluate the existence of a correlation between bipolar disorder and the risk of developing dementia. If this proposition is verified, the target will also be determining which subtype of dementia is more often found in these patients. Methods: a literature review of key papers of all English language articles from a PubMed and b-on literature search (2007–2017) using the keywords “bipolar disorder”, “dementia”, “frontotemporal” and “staging”. In addition to all the articles identified as relevant, the search was augmented by manually reviewing bibliographies from identified reports and recent reviews. Articles were selected for review if their content was instructive to the current topic. Results: There is strong evidence that history of bipolar disorder significantly increased the risk of dementia, specifically behavioral variant frontotemporal dementia. Biomarkers, such as Brain-Derived Neurotrophic Factor and oxidative stress markers, and neuroimaging findings support the hypothesis of an underlying neuroprogression associated with bipolar disorder. Conclusion: A higher risk of dementia, specifically behavioral variant frontotemporal dementia, is patent in bipolar disorder patients. It is also evident that the likelihood of developing cognitive and functional impairment is elevated when there is inadequate treatment and, consequently, increased duration and number of the affective episodes per year. Future studies are necessary, in order to enhance these patients’ outcome, by clarifying the underlying mechanisms of this neuroprogression and, also, by defining the best possible interventions that might avoid developing dementia.pt_PT
dc.description.abstractNos últimos séculos, o conceito de perturbação afetiva bipolar sofreu múltiplas modificações a diversos níveis, incluindo o diagnóstico e o reconhecimento do prognóstico associado. Vários autores, com base nas suas observações clínicas, realizaram, recentemente, estudos com o objetivo de avaliar a possível neuroprogressão subjacente a esta patologia. Objetivos: Esta revisão da literatura tem como propósito apreciar a existência de uma correlação entre perturbação afetiva bipolar e o risco de desenvolvimento de demência. Se esta proposição for verificada, o objetivo será também determinar que tipo de demência é mais frequentemente encontrado nestes pacientes. Métodos: Procedeu-se a uma revisão da literatura dos artigos em Língua Inglesa, resultantes de uma pesquisa nas plataformas PubMed e b-on (2007-2017), usando as palavras-chave “bipolar disorder”, “dementia”, “frontotemporal” e “staging”. Para além de todos os artigos identificados como relevantes, a pesquisa foi aumentada com uma revisão manual das bibliografias dos mesmos. Resultados: Há forte evidência que suporta a correlação entre o diagnóstico de perturbação afetiva bipolar e o posterior desenvolvimento de demência, especificamente a variante comportamental da demência frontotemporal. Biomarcadores e achados imagiológicos apoiam a hipótese de que há um possível mecanismo de neuroprogressão subjacente à perturbação afetiva bipolar. Conclusão: Um risco aumentado de demência, particularmente a variante comportamental da demência frontotemporal, parece estar patente nos doentes com perturbação afetiva bipolar. Também é evidente que a probabilidade de desenvolvimento de défices cognitivos e funcionais é superior, quando existe tratamento inadequado e, consequentemente, maior número e duração dos episódios afetivos. Estudos futuros são necessários, de modo a melhorar o outcome destes doentes, através do esclarecimento dos mecanismos de neuroprogressão subjacentes e, ainda, pela definição de quais as possíveis intervenções mais adequadas, de modo a evitar o desenvolvimento de demência.pt_PT
dc.identifier.tid201781549pt_PT
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/10451/33286
dc.language.isoengpt_PT
dc.subjectPerturbação afetiva bipolarpt_PT
dc.subjectDemênciapt_PT
dc.subjectDemência frontotemporalpt_PT
dc.subjectPsiquiatriapt_PT
dc.titleBipolar disorder and the risk of developing dementia : a literature reviewpt_PT
dc.typemaster thesis
dspace.entity.typePublication
rcaap.rightsopenAccesspt_PT
rcaap.typemasterThesispt_PT
thesis.degree.nameMestrado Integrado em Medicinapt_PT

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