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datacite.subject.fosHumanidades::Filosofia, Ética e Religiãopt_PT
dc.contributor.advisorSantos, Nuno Gabriel de Castro Nabais dos
dc.contributor.advisorSoromenho-Marques, Viriato
dc.contributor.authorLaranjeiro, Ivan Toito
dc.date.accessioned2021-02-10T16:00:07Z
dc.date.available2021-02-10T16:00:07Z
dc.date.issued2020-03-06
dc.date.submitted2019-09-12
dc.description.abstractEste ensaio procura uma compreensão teórica do homem neoliberal e os caminhos que levam à sua superação. Como ponto de partida utilizámos Byung-Chul Han e Gilles Lipovetsky para melhor compreender qual o contexto do homem contemporâneo e quais as suas dificuldades existenciais. Byung-Chul Han ao exercer um diagnóstico e análise das doenças contemporâneas, apercebe-se que estas pertencem a uma categoria nova. Tratam-se de doenças da positividade, resultantes da intensificação e reprodução do igual e fruto da saciedade e enfartamento. Doenças como a síndrome de burnout e a hiperatividade distinguem-se das doenças da negatividade que resultam da invasão por corpos hostis e infeçõees. O filósofo germano-coreano revela a origem do excesso de positividade: ele resulta de uma sociedade que se auto-reproduz e se intensifica incessantemente através da produção.pt_PT
dc.identifier.tid202484157pt_PT
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/10451/46273
dc.language.isoporpt_PT
dc.titleO homem neoliberalpt_PT
dc.typemaster thesis
dspace.entity.typePublication
rcaap.rightsopenAccesspt_PT
rcaap.typemasterThesispt_PT
thesis.degree.nameMestrado em Filosofiapt_PT

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