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Tempo, Sincronicidade e Práxis Cênica: uma discussão sobre a não causalidade nos processos de criação teatral

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A compreensão da incapacidade de transformação total da sociedade a partir do fracasso da modernidade em seu projeto de origem, o “fim das utopias”, culminou em práticas estéticas que abandonam a noção linear e histórica de tempo concretizando-se em um presente absoluto, ou presente perpétuo, como denominou Fredric Jameson. O presente artigo visa refletir a respeito da temporalidade na cena teatral pós-moderna utilizando para tal as pesquisas artísticas de Jerzy Grotowski e dos artistas brasileiros Renato Cohen e Idylla Silmarovi, assim como o relato de experiência do autor do presente texto, relacionando as obras artísticas desses com o diagnóstico de fim da temporalidade de Jameson na passagem do período moderno para a pós-modernidade e os estudos da sincronicidade de Carl Gustav Jung.

Descrição

Palavras-chave

Tempo Performance Pós-modernidade Sincronicidade Jung

Contexto Educativo

Citação

In: Convocarte, nº8 (set. 2019): Arte e Tempo, p. 276-291

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Centro de Investigação e Estudos em Belas-Artes, Faculdade de Belas-Artes da Universidade de Lisboa

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