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Publicação

Valorização de subprodutos lenhocelulósicos da fileira oleícola da Zona de Intervenção de Alqueva. Avaliação do potencial teórico de produção de bioetanol

dc.contributor.advisorFragoso, Rita do Amaral
dc.contributor.authorMoreira, João Miguel Alves de Andrade
dc.date.accessioned2022-07-27T14:09:20Z
dc.date.available2022-07-27T14:09:20Z
dc.date.issued2022
dc.descriptionMestrado em Engenharia Agronómica./ Instituto Superior de Agronomia. Universidade de Lisboapt_PT
dc.description.abstractA presente dissertação teve como principal objetivo estimar o potencial teórico de produção de bioetanol 2G a partir dos subprodutos lenhocelulósicos da fileira oleícola da Zona de Intervenção de Alqueva (ZIA). Esta estimativa foi efetuada com base na informação da quantidade de subprodutos recolhida através de inquéritos aplicados aos produtores agrícolas e agroindustriais. O quantitativo de subprodutos gerados pelos inquiridos, representando 20% da área explorada de olival e 30% dos lagares da ZIA, inclui 130 248 t de lenha de poda, 3 597 t de folhas, 152 882 t de bagaço e 7 446 t de caroço. Ficou evidenciado que Serpa, Moura e Ferreira do Alentejo são os municípios que geram mais subprodutos. A estimativa de produção de bioetanol, utilizando valores de rendimento disponíveis em bibliografia, considerou dois cenários: um que não inclui etapa de pré-tratamento dos subprodutos (cenário I); e outro otimizado por aplicação de pré-tratamento (cenário II). No cenário I seria possível produzir 3 171 m3 de bioetanol a partir de lenha de poda, 236 m3 das folhas, 2 691 m3 do bagaço e 291 m3 do caroço. O efeito da aplicação do pré-tratamento seria mais acentuado para a lenha de poda e para o caroço, respetivamente com um aumento de produção de quatro (11 063 m3) e três vezes (868 m3). A produção a partir do bagaço poderia duplicar (6 378 m3) e para as folhas não se verificaria uma variação relevante. Concluiu-se que potencial teórico de produção de bioetanol, para 20% da superfície de olival e 30% dos lagares da ZIA, poderá ser de 6 390 m3 (cenário I) e 18 540 m3 (cenário II). Outro aspeto relevante, evidenciado pelas respostas aos inquéritos, é que os produtores da região têm interesse na entrega dos seus subprodutos para produção de bioetanol 2G, em troca de adubos orgânicospt_PT
dc.description.versionN/Apt_PT
dc.identifier.citationMoreira, J.M.A.A. - Valorização de subprodutos lenhocelulósicos da fileira oleícola da Zona de Intervenção de Alqueva. Avaliação do potencial teórico de produção de bioetanol. Lisboa: ISA, 2022, 110 p.pt_PT
dc.identifier.tid203625129
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/10400.5/25024
dc.language.isoporpt_PT
dc.publisherISApt_PT
dc.subjectAgroindústriapt_PT
dc.subjectAlentejopt_PT
dc.subjectbioetanolpt_PT
dc.subjecteconomia circularpt_PT
dc.subjectsubprodutospt_PT
dc.titleValorização de subprodutos lenhocelulósicos da fileira oleícola da Zona de Intervenção de Alqueva. Avaliação do potencial teórico de produção de bioetanolpt_PT
dc.typemaster thesis
dspace.entity.typePublication
rcaap.rightsopenAccesspt_PT
rcaap.typemasterThesispt_PT

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