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“A vida como de costume: A representação da violência sistémica na dramaturgia britânica de matriz realista do pós-Segunda Guerra Mundial (1951-67)”

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Resumo(s)

Depois da Segunda Guerra Mundial, um dos modos mais inquietantes para a representação de situações de conflito e trauma é a violência sistémica. Esta trata da opressão que é exercida sobre os indivíduos ou sobre determinadas classes sociais, pelas forças sociais dominantes, de forma recorrente e inexorável. Esta comunicação coloca em análise um corpus seleccionado de dramaturgia britânica de matriz realista do pós-Segunda Guerra Mundial, um período compreendido entre 1951, data de estreia da peça Saints’s Day, de John Whiting, e 1967, ano de estreia de Dingo, de Charles Wood. Explorarei a maneira como cada obra estudada configura as representações de violência sistémica. Considera-se assim, a representação da violência como um meio para resgatar o teatro da banalização a que muitas vezes é sujeito e, por outro lado, demonstra-se que o teatro se revela particularmente apto a mostrá-la e a conceder-lhe a gravidade necessária ao seu pleno entendimento.

Descrição

Palavras-chave

Violência Sistémica Dramaturgia britânica Kitchen-Sink Drama Pós-Segunda Guerra Mundial

Contexto Educativo

Citação

“A vida como de costume: A representação da violência sistémica na dramaturgia britânica de matriz realista do pós-Segunda Guerra Mundial (1951-67)”, in Ana Gabriela Macedo, Carlos Mendes de Sousa e Vítor Moura (org.), Conflito e Trauma: XVI Colóquio de Outono. Vila Nova de Famalicão: Húmus / Centro de Estudos Humanísticos da Universidade do Minho, 2015, pp. 265-275.

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