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Publicação

Perfuração esofágica neonatal : um caso clínico

datacite.subject.fosCiências Médicaspt_PT
dc.contributor.advisorGraça, André
dc.contributor.advisorAbrantes, Margarida
dc.contributor.authorDios, Rita Sofia Lopes de
dc.date.accessioned2022-07-18T16:15:26Z
dc.date.available2022-07-18T16:15:26Z
dc.date.issued2021-07
dc.descriptionTrabalho Final do Curso de Mestrado Integrado em Medicina, Faculdade de Medicina, Universidade de Lisboa, 2021pt_PT
dc.description.abstractIntrodução: A Perfuração Esofágica (PE) Neonatal é uma entidade rara, considerada uma emergência médica, frequentemente de etiologia iatrogénica, como noutras faixas etárias. Prematuros e recém-nascidos com baixo peso à nascença são considerados grupos vulneráveis pelas particularidades do esófago em desenvolvimento e pela necessidade frequente de colocação de tubos orogástricos, endotraqueais e de aspiração orotraqueal, sendo estas as etiologias neonatais mais comuns. A localização mais frequente, os sinais e sintomas, o diagnóstico e a terapêutica da Perfuração Esofágica Neonatal serão abordados neste trabalho. Objetivo: Descrever um caso clínico de Perfuração Esofágica Neonatal iatrogénica num prematuro. O caso apresentado procura salientar questões práticas de maior relevância no diagnóstico e tratamento desta patologia, nesta faixa etária. Caso Clínico: Recém-nascido prematuro de extremo baixo peso, nascido por cesariana de emergência, às 27 semanas de gestação, devido a pré-eclâmpsia materna. No 1º dia de vida, apresentava alterações radiográficas sugestivas de perfuração esofágica, provavelmente iatrogénica pela necessidade anterior de entubação endotraqueal e de colocação de sonda orogástrica, sem sinais e sintomas típicos presentes. Complicou, posteriormente, com pneumotórax e pneumomediastino esquerdos. No tratamento salienta-se uma abordagem conservadora bem-sucedida com antibioterapia de largo espectro, dieta 0, aspiração ativa a baixa pressão da orofaringe, suporte nutricional com alimentação parentérica total, e ainda, drenagem torácica do pneumotórax. Manteve-se clinicamente estável até à alta (ao 65º dia de vida). Conclusões: O diagnóstico de Perfuração Esofágica Neonatal requer uma atenção particular aos achados clínicos e radiográficos sugestivos, não sendo estes sempre fáceis de identificar, nomeadamente neste grupo etário. Neste contexto, a noção de uma etiologia predominantemente iatrogénica torna-se relevante para uma suspeita inicial. A necessidade de mais investigação quanto à abordagem terapêutica é uma realidade premente, de modo a que se consiga optar pela medida mais favorável tanto a curto prazo como na evolução a longo prazo.pt_PT
dc.description.abstractIntroduction: Neonatal Esophageal Perforation (EP) is a rare entity, known as a medical emergency, often iatrogenic as in other age groups. Premature and low birth weight newborns are more vulnerable due to the particularities of a developing esophagus and the frequent need for placement of orogastric, endotracheal and orotracheal aspiration tubes, these being the most common neonatal etiologies. The most frequent location, signs and symptoms, diagnosis and therapy of the Neonatal Esophageal Perforation will be addressed in this work. Objective: To describe a case of iatrogenic neonatal esophageal perforation in a premature infant. The case presented seeks to highlight the most important practical aspects of diagnosis and treatment of this entity, in this age group. Case Report: Premature newborn of extremely low weight, born by emergency C-section, at 27 weeks of gestation, due to maternal preeclampsia. On the first day of life, he presented radiographic changes suggestive of esophageal perforation, probably iatrogenic due to the previous need for endotracheal intubation and placement of an orogastric tube, with no typical signs and symptoms. The patient subsequently worsened due to a left pneumothorax and pneumomediastinum. As treatment, a successful conservative approach is highlighted with broad spectrum antibiotics, diet 0, proximal oroesophageal suction, nutritional support with total parenteral feeding, as well as chest drainage of the pneumothorax. He remained clinically stable until discharge (at 65 days of life). Conclusions: The diagnosis of Neonatal Esophageal Perforation requires particular attention to suggestive clinical and radiographic findings, which are not always easy to identify, particularly in this age group. In this context, the notion of a predominantly iatrogenic etiology becomes relevant to an early suspicion. The need for research on the most indicated therapeutic approach is a reality, in order to be able to define the most favourable measure both in short and long term evolution.pt_PT
dc.identifier.tid202905004pt_PT
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/10451/53837
dc.language.isoporpt_PT
dc.subjectPerfuração esofágica neonatalpt_PT
dc.subjectLesão iatrogénicapt_PT
dc.subjectAbordagem conservadorapt_PT
dc.subjectPediatriapt_PT
dc.titlePerfuração esofágica neonatal : um caso clínicopt_PT
dc.typemaster thesis
dspace.entity.typePublication
rcaap.rightsopenAccesspt_PT
rcaap.typemasterThesispt_PT
thesis.degree.nameMestrado Integrado em Medicinapt_PT

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