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A floresta e os medos na "épica" de Chrétien de Troyes

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Acreditava o homem medievo que, para além do mundo visível existia outro mundo, o do imaginário, tão real quanto aquele. O imaginário encontrava-se, por excelência, na floresta, simultaneamente atrativa e repulsiva, prenhe de perigos reais e imaginários, ameaçadora para quem nela via as ameaças da guerra, porque era o lugar onde se travavam as batalhas, o espaço por excelência da Tavola Redonda, mas também o caminho para a corte de Artur, onde os cavaleiros alcançavam fama e glória, a par do feiticeiro e profeta Merlim, que proporcionara o nascimento do futuro rei. Mas era também espaço de tentações, demónios e medos, onde deambulavam ursos e javalis, entre outros seres “nomeados” e explicados pelo Cristianismo. Quando um cavaleiro decidia atravessá-la, expunha-se à prova, meio de ascese e perfeição, a par do buscado pela ciência dos números ou pelo culto das relíquias… um imaginário feudal, mas também campesino, com a presença constante da mitologia celta, onde não falta o deus Loki, progenitor de terríveis criaturas, e Yggdrasill, a Árvore do Mundo imaginário!

Descrição

Palavras-chave

História medieval Imaginário medieval Floresta Idade Média Chrétien de Troyes, 113.-1185?

Contexto Educativo

Citação

SILVA, Carlos Guardado da - «A floresta e os medos na Idade Média : uma leitura possível de Chrétien de Troyes». In: SILVA, Carlos Guardado da, coord. – O imaginário medieval. Lisboa : Colibri, Universidade de Lisboa. Faculdade de Letras. Instituto de Estudos Regionais e do Municipalismo Alexandre Herculano; Torres Vedras : Câmara Municipal, 2014. p. 73-79. (Turres Veteras ; 16).

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