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Resumo(s)
A especialidade de imunohemoterapia tem como objetivo o tratamento de doenças, através da utilização de sangue ou dos seus derivados, recorrendo para tal ao processo de tansfusão sanguínea. O sangue utilizado é proveniente de dadores voluntários, que respeitem critérios de elegibilidade, e tem de demonstrar ser seguro para o recetor. As transfusões sanguíneas têm sido associadas à ocorrência de reações adversas. Devido à gravidade de algumas destas reações, é importante evitar que as mesmas ocorram. Desta forma, tornou-se necessário implementar sistemas de hemovigilância, com a finalidade de recolher e processar informação sobre os efeitos adversos resultantes do uso terapêutico de componentes sanguíneos, de forma a prevenir a ocorrência das reações notificadas. Apesar do aumento da segurança transfusional verificado, outros fatores têm tido um impacto negativo nesta prática, o que levou à necessidade de procura de alternativas ao sangue proveniente de dadores, nomeadamente o recurso a transfusões autólogas e a substitutos do sangue. Desta forma, tem vindo a aumentar o interesse no desenvolvimento de alternativas viáveis. No entanto, torna-se necessário aprofundar o estudo dos benefícios e/ou riscos deste tipo de terapêuticas, em comparação com o sangue homólogo.
Descrição
Trabalho Final de Mestrado Integrado, Ciências Farmacêuticas, Universidade de Lisboa, Faculdade de Farmácia, 2015
Palavras-chave
Hemoterapia Hemovigilância Imunohemoterapia Mestrado Integrado - 2015 Reações Transfusionais Transfusão Sanguínea
