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Resumo(s)
A gravidez é caraterizada por um aumento das necessidades metabólicas e por alterações hormonais que se traduzem em valores bioquímicos cuja minuciosa análise permite avaliar a saúde da mesma. A evolução dos exames realizados à grávida, mais precisamente no ramo da bioquímica, permitiu a inovação ao nível das análises clínicas, garantindo um cuidado rigoroso da saúde da mãe e do feto. Com o decorrer da gravidez, uma precisa avaliação concecional é considerada bastante pertinente pois a mulher passa por relevantes alterações anatómicas, fisiológicas, bioquímicas e endócrinas e, como resultado destas mudanças, muitos dos valores de referência para mulheres não grávidas não são apropriados para as grávidas. O objetivo do trabalho desenvolvido consiste em explorar e abordar os dois principais tipos de alterações bioquímicas que ocorrem, especificamente, a nível materno, não sendo abordadas as que afetam, exclusivamente, o feto. Numa primeira parte irão ser referidas aquelas que são comuns e típicas da gestação, designadas como fisiológicas e, numa segunda parte, aquelas que são consideradas alarmantes ou indicadoras de patologia. Quando se verificam este tipo de alterações patológicas, com principal destaque para aquelas que levam a complicações maternas, é importante conhecer a sua etiologia e os parâmetros caracteristicamente alterados em cada uma para que se possa atuar naquelas que sejam passíveis de resolução.
Descrição
Trabalho Final de Mestrado Integrado, Ciências Farmacêuticas, Universidade de Lisboa, Faculdade de Farmácia, 2015
Palavras-chave
Alterações bioquímicas Alterações fisiológicas Alterações patológicas Gravidez Mestrado Integrado - 2015
