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Grupos e afiliações sociais

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Resumo(s)

Nem toda aglomeração de pessoas pode ser considerada um grupo. Os participantes de uma aglomeração não comungam de cumplicidades sociais que os vinculem para além de circunstâncias momentâneas que os levam a alguma aproximação física. Os grupos, pelo contrário, afirmam-se por comportamentos que buscam expressar e legitimar identidades, numa luta pela significação. As identidades grupais entrecruzam-se com identidades pessoais em processos de identificação que reflectem a intersecção de um “eu” com um “nós”, em contraposição com outros, olhados como “eles”. No presente ensaio apresentam-se alguns estudos de caso de culturas de grupo. Num primeiro momento, toma-se por objecto de estudo a cultura cigana, aproximada por abordagem etnográfica; logo de seguida, centramo-nos num ritual presente em grupos de rapazes transmontanos, a denominada festa dos rapazes. Em ambos os casos veremos que a força da tradição é evocada para justificar o desenvolvimento de culturas de grupo, por efeito de processos de socialização que se transmitem de uma geração a outra. Finalmente, analisam-se culturas juvenis contemporâneas (estilos e afirmações de identidade) passando pela discussão dos chamados revivalismos tribalistas. Palavras-chaves: Grupos sociais, cultura, identidade.

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Palavras-chave

Contexto Educativo

Citação

Pais, J M (2011). Grupos e afiliações sociais. Revista Teias, 12 (26), 247-286

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