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Redes de inovação

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Resumo(s)

Nesta dissertação pretende-se estudar o conceito de redes de cooperação através de três perspectivas: a sociológica através da relação entre humanos, a estrutural, através das tecnologias de informação e estruturas biológicas e a económica que terá maior representatividade nesta dissertação. No dia-a-dia da sociedade, podemos assistir ao estabelecimento de redes sociais e redes de influência. Numa perspectiva mais estrutural, através da Internet, das redes ponto-a-ponto e das redes de comunicação, nas vertentes de informática e de telecomunicações ou através das estruturas biológicas, onde no nosso próprio organismo são estabelecidas redes, desde o nível neuronal até ao nível molecular. E numa perspectiva económica, através da empresa onde trabalhamos e das redes de cooperação que estas estabelecem com parceiros. Apesar de serem referenciadas as três perspectivas, o estudo incidirá maioritariamente na perspectiva económica. No mundo actual estabelecemos diariamente novas redes e terminamos outras. Importa estudar, porque o fazemos e qual a melhor forma de tirarmos partido disso. Com todas as variáveis que existem nas relações que estabelecemos facilmente se percebe que não existe uma receita única e que é necessário analisar, planear e executar para que as relações que estabelecemos tenham sucesso. Pretendemos nesta dissertação criar uma definição de tipologia de rede, tendo em conta o tipo de abertura da participação dos actores e modelo de governança a adoptar. Esta definição deverá ser iniciada com uma análise prévia ao projecto e posterior resposta a um conjunto de questões que vão sendo efectuadas ao longo da dissertação. Consoante o tipo de abertura e modelo de governança adoptados obter-se-á uma tipologia de rede que esquematiza as ligações e sinergias que se estabelecem entre os actores. Serão estudados em detalhe dois casos, um caso onde houve uma forte participação de Portugal e outro caso que representa uma rede que está a ser construída na União Europeia. Iremos também fazer referência a um modelo de inovação não linear, numa perspectiva mais aberta. Hoje em dia está muito presente o conceito de inovação aberta, este conceito é disruptivo face ao conceito inicial de inovação linear, mas será que é para onde estamos a caminhar, será que tudo o que se faz agora em inovação segue o modelo inovação aberta? Esta dissertação pretende também mostrar que não é garantida a mudança, o que se vê realmente é que em algumas situações de projectos específicos faz sentido criarem-se inovações abertas, mas isso não representa a regra para tudo e é com essa visão flexível e de análise que esta dissertação pretende apresentar o que são redes de inovação, como aparecem e como se relacionam. Este projecto tem essencialmente o objectivo teórico de estudar o conceito de rede no geral, ir a um nível granular com a análise de uma rede em Portugal e dar ênfase às redes europeias numa perspectiva de prospecção ao analisar o que está a Europa a pensar para o seu futuro. O interesse neste estudo surge, da importância que as redes têm na sociedade actual e na importância da cooperação, para a Europa poder tornar-se numa potência mundial com elevado nível de competitividade. A Europa deverá evitar a dispersão dos seus membros e apostar na realização de objectivos com um interesse comum. Com a competitividade actual, a Europa beneficiará bastante se conseguir criar redes de cooperação, para o desenvolvimento sustentável, procurando o crescimento sustentável, riqueza e coesão social.

Descrição

Mestrado em Economia e Gestão de Ciência, Tecnologia e Inovação

Palavras-chave

Contexto Educativo

Citação

Lança, Joana da Costa Lopes. 2011. "Redes de inovação". Dissertação de Mestrado. Universidade Técnica de Lisboa. Instituto Superior de Economia e Gestão.

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Editora

Instituto Superior de Economia e Gestão

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