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A importância da atualização dos inventários de movimentos de vertente na avaliação da suscetibilidade

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Há pelo menos três décadas que os movimentos de vertente têm sido alvo de inúmeros estudos na região a Norte de Lisboa, dos quais têm resultado inventários sistematicamente atualizados (e.g. Ferreira et al., 1987; Zêzere, 1997; Garcia, 2012; Oliveira, 2012). Estes inventários são frequentemente desenvolvidos com base em fotointerpretação, na interpretação de elementos morfológicos a partir da topografia digital e em trabalho de campo. Os inventários de movimentos de vertente, que geralmente integram a tipologia do movimento, a sua configuração espacial e a data de ocorrência, sempre que a mesma seja conhecida, são depois utilizados como informação de base para a elaboração de estudos sobre suscetibilidade, perigosidade e risco. Um pressuposto aceite na comunidade científica é o de que futuros movimentos de vertente têm maior probabilidade de ocorrer sob condições idênticas às que originaram instabilidade no passado. Por outras palavras, é assumido que os movimentos não acontecem aleatoriamente, uma vez que resultam da interação entre processos físicos e leis mecânicas que determinam a estabilidade ou instabilidade. Neste contexto, é razoável questionar até quando deverá ser feita a atualização dos inventários, para uma mesma área de estudo. Assim, o presente trabalho pretende responder a duas questões: 1) a constante atualização dos inventários de movimentos de vertente proporciona uma considerável melhoria nos modelos subsequentes ou existe um limite a partir do qual essa melhoria se torna apenas residual? 2) a extensão da área em estudo desempenha um papel relevante na decisão de atualizar ou não os inventários? O trabalho é desenvolvido em três áreas de estudo distintas, com movimentos de vertente inventariados em vertentes naturais até 2010: a bacia da ribeira de Alenquer (130 km2; 480 movimentos); a bacia do rio Grande da Pipa (111 km2; 1029 movimentos); e as bacias do rio Silveira e da ribeira de Santo António (43 km2; 196 movimentos). A metodologia passa pela inventariação de novos movimentos de vertente, ocorridos entre 2010 e 2018, e a produção de novos mapas de suscetibilidade, por tipologia de movimento, de forma a responder às duas questões anteriormente colocadas.

Descrição

Palavras-chave

Movimentos de vertente Avaliação da suscetibilidade Inventários históricos Atualização de inventários

Contexto Educativo

Citação

Oliveira, S.C., Garcia, R.A.C., Zêzere, J.L., Melo, R. (2019). A importância da atualização dos inventários de movimentos de vertente na avaliação da suscetibilidade / The impact of updating the landslides inventories in the susceptibility assessment. Geomorfologia 2019. Que futuro para a Geomorfologia? Publicações da Associação Portuguesa de Geomorfólogos, Vol. XI, pp. 91-92.

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