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Autores
Orientador(es)
Resumo(s)
O texto tem como tema a aprendizagem organizacional como processo que se desenvolve no interior da escola e conduz à melhoria organizacional. São abordadas as dinâmicas de regulação autónoma das escolas, no que respeita a definição de estratégias tendentes à melhoria organizacional, determinadas pela administração educativa através da construção de Planos de Melhoria (PM), de caráter obrigatório, na sequência da Avaliação Externa das Escolas. De cariz naturalista, privilegiou-se a pesquisa arquivística e a análise documental de 16 planos de melhoria da Área Territorial de Lisboa e Vale do Tejo (2012/2013) e respetivos relatórios de avaliação externa. Através da Teoria de Ação, de Argyris e Schӧn, foram identificados sistemas de aprendizagem de ciclo simples (i.e. escolas que identificam fragilidades sem refletir ou questionar a sua origem) e de ciclo duplo (i.e. escolas que apresentam a capacidade para refletir, através de processos de autoavaliação, sobre as práticas e processos adotados, que podem influenciar o seu desempenho). A análise fez emergir diferenças no modo como as escolas encaram a construção do PM e o respetivo processo de aprendizagem organizacional. Por um lado, perspetivam-no como um instrumento de correspondência face aos resultados e às áreas de melhoria identificadas pelas equipas de avaliação, por outro lado, vêem-no como um instrumento que permite definir os seus próprios objetivos de desenvolvimento e melhoria.
Descrição
Palavras-chave
Aprendizagem organizacional Regulação Planos de melhoria Avaliação externa das escolas
Contexto Educativo
Citação
Tempera, M., & Costa, E. (2017). Planos de melhoria, aprendizagem organizacional e regulação da educação – uma análise de planos de melhoria. In M. Anjos Cohen (Org.), Supervisão, liderança e inclusão (pp.277-286). Ramada: Edições Pedago.
