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Resumo(s)
In the first chapter of this thesis, I analyze two films using a metonymic type of analysis. The value I place on metonymy, a term borrowed from rhetoric, is highlighted in the second chapter - this form of association can explain the kind of relationship that exists between surface and depth, or part and whole. It suits not only filmic analysis, but also the relationship between what we mean and what we say about the various objects of our experience. The descriptions that establish this relationship are often grounded on memories. In this sense, the thesis develops, in the third chapter, into a discussion of the role that our memories, being private, have in the interpretation of general things. We will see how this relationship has also a metonymic nature, which, in turn, interpenetrates with metaphorical substitution. The fusion between the two poles - metonymy and metaphor - can perhaps help us better explain the meaning of works of art.
No primeiro capítulo desta tese, analiso dois filmes utilizando um tipo análise metonímico. O valor que dou à metonímia, termo emprestado da retórica, é salientado no segundo capítulo – esta forma de associação pode explicar o tipo de relação que existe entre superfície e profundidade, ou parte e todo. Ela não se adequa apenas à análise fílmica, mas também à relação entre o que queremos dizer e o que efetivamente dizemos acerca dos vários objetos da nossa experiência. As descrições que estabelecem essa relação são muitas vezes fundamentadas partindo de lembranças. Neste sentido, a tese desenvolve-se, no terceiro capítulo, para uma discussão sobre o papel que as nossas lembranças, sendo particulares, têm na interpretação de coisas gerais. Veremos como também esta relação tem uma natureza metonímica, que, por sua vez, se interpenetra com a substituição metafórica. A fusão entre os dois polos - metonímia e metáfora - pode talvez ajudar-nos a explicar melhor o sentido das obras de arte.
No primeiro capítulo desta tese, analiso dois filmes utilizando um tipo análise metonímico. O valor que dou à metonímia, termo emprestado da retórica, é salientado no segundo capítulo – esta forma de associação pode explicar o tipo de relação que existe entre superfície e profundidade, ou parte e todo. Ela não se adequa apenas à análise fílmica, mas também à relação entre o que queremos dizer e o que efetivamente dizemos acerca dos vários objetos da nossa experiência. As descrições que estabelecem essa relação são muitas vezes fundamentadas partindo de lembranças. Neste sentido, a tese desenvolve-se, no terceiro capítulo, para uma discussão sobre o papel que as nossas lembranças, sendo particulares, têm na interpretação de coisas gerais. Veremos como também esta relação tem uma natureza metonímica, que, por sua vez, se interpenetra com a substituição metafórica. A fusão entre os dois polos - metonímia e metáfora - pode talvez ajudar-nos a explicar melhor o sentido das obras de arte.
