Publicação
Restrição de crescimento fetal precoce : análise de desfechos perinatais
| datacite.subject.fos | Ciências Médicas | pt_PT |
| dc.contributor.advisor | Santo, Susana | |
| dc.contributor.advisor | Fonseca, Andreia | |
| dc.contributor.author | Fernandes, Márcia Maria Caeiro | |
| dc.date.accessioned | 2024-05-02T13:36:45Z | |
| dc.date.available | 2024-05-02T13:36:45Z | |
| dc.date.issued | 2023-06 | |
| dc.description | Trabalho Final do Curso de Mestrado Integrado em Medicina, Faculdade de Medicina, Universidade de Lisboa, 2023 | pt_PT |
| dc.description.abstract | A Restrição de Crescimento Fetal (RCF) precoce é uma complicação da gravidez, diagnosticada antes das 32 semanas de gestação e caracteriza-se pelo não atingimento do potencial de crescimento biológico do feto. Esta patologia pré-natal pode originar-se em causas fetais, maternas ou, mais frequentemente, uteroplacentárias, acrescendo um maior risco de morbilidade e mortalidade perinatal, bem como maior risco de diversas patologias a longo prazo. Desta forma, considerando o potencial impacto destas complicações clínicas, pretendeu-se realizar um estudo retrospetivo descritivo, incluindo casos de RCF precoce acompanhados no Serviço de Obstetrícia do Centro Hospitalar Universitário Lisboa Norte, identificados e acompanhados de acordo com o protocolo para abordagem e vigilância destas gestações, com o objetivo de avaliar os seus desfechos perinatais. Incluíram-se 47 gestações complicadas por RCF precoce, tendo sido avaliados um conjunto de parâmetros, dos quais se salientam os resultados seguintes: idade gestacional média à data do parto foi de 31,6 semanas, sendo que quase metade dos recém-nascidos nasceu entre as 28 e 34 semanas de gestação. O peso médio ao nascer foi de 1169g, com cerca de 72% dos recém-nascidos a nascer com extremo baixo peso. A maioria dos partos ocorreu por cesariana (84,4%) e 80,0% das gestantes apresentavam indicação para terminar a gravidez de acordo com o protocolo instituído. Foram admitidos na UCIN 82% dos recém-nascidos, havendo necessidade de suporte ventilatório em 33 deles (73,3%). Verificaram-se 3 mortes neonatais e 2 mortes fetais. As patologias perinatais mais frequentemente apresentadas foram a displasia broncopulmonar, a retinopatia da prematuridade, a hemorragia intraventricular e a sépsis neonatal, concluindo-se que 84,4% dos recém-nascidos apresentaram pelo menos um desfecho perinatal adverso. | pt_PT |
| dc.description.abstract | Onset Fetal Growth Restriction (FGR) is a complication of pregnancy, which is diagnosed before 32 weeks of gestation and is characterized by failure to reach the fetal biological growth potential. This prenatal pathology can originate from fetal, maternal or, more frequently, uteroplacental causes, increasing the risk of perinatal morbidity and mortality, as well as a greater risk of innumerous pathologies in the long term. Considering the potential impact of these clinical complications, a descriptive retrospective study was conducted, including cases of early-onset FGR surveilled at the Obstetric Service of Centro Hospitalar Universitário Lisboa Norte, which were identified and followed-up in accordance with the protocol for approach and management of these pregnancies, aiming to the evaluation of perinatal outcomes. A total of 47 pregnancies complicated by early-onset FGR were included, and a set of parameters were evaluated, with the following results: mean gestational age at delivery was 31,6 weeks, with almost half of newborns being born between at 28 and 34 weeks of gestation. Mean birth weight was 1169g, with around 72% of newborns being born with extremely low birth weight. Most deliveries occurred by cesarean section (84,4%) and 80% of the pregnant women had an indication to terminate the pregnancy according to the established protocol. Around 82% of newborns were admitted to the NICU and 33 of them (73,3%) needed ventilatory assistance. There were 3 neonatal deaths and 2 fetal deaths. The most frequently presented perinatal pathologies were bronchopulmonary dysplasia, retinopathy of prematurity, intraventricular hemorrhage and neonatal sepsis, concluding that 84,4% of newborns had at least one adverse perinatal outcome. | pt_PT |
| dc.identifier.tid | 203404513 | pt_PT |
| dc.identifier.uri | http://hdl.handle.net/10451/64638 | |
| dc.language.iso | por | pt_PT |
| dc.subject | Restrição de crescimento fetal | pt_PT |
| dc.subject | Restrição de crescimento fetal precoce | pt_PT |
| dc.subject | Desfechos perinatais | pt_PT |
| dc.subject | Fluxometria | pt_PT |
| dc.subject | Obstetrícia | pt_PT |
| dc.title | Restrição de crescimento fetal precoce : análise de desfechos perinatais | pt_PT |
| dc.type | master thesis | |
| dspace.entity.type | Publication | |
| rcaap.rights | restrictedAccess | pt_PT |
| rcaap.type | masterThesis | pt_PT |
| thesis.degree.name | Mestrado Integrado em Medicina | pt_PT |
