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Autores
Orientador(es)
Resumo(s)
Será que o Atlântico, em particular o Atlântico Norte, está realmente a perder a centralidade estratégica e económica que tem tido nos últimos séculos? Esta é a primeira grande questão a que este ensaio pretende dar resposta, mesmo que necessariamente parcial.O que não oferece dúvida é a centralidade do Atlântico para Portugal. Para o bem e para o mal, esteja o espaço atlântico a perder ou a ganhar centralidade, estejam as potências atlânticas a ganhar ou perder peso na distribuição global de poder, sejam quais forem
as tendências e mudanças que afetem o Atlântico, elas serão fundamentais para o futuro de Portugal, como o foram para o seu passado.A segunda questão fundamental deste ensaio é a de saber se Portugal pode hoje ter uma política atlântica e, se sim, qual deveria ser? Será, por outras palavras, que Portugal à procura de um papel internacional pós-colonial se pode dar ao luxo de definir prioridades no quadro de uma política externa minimamente autónoma? Há quem considere que não. Não é esse o ponto de vista deste ensaio. Por isso apontaremos para algumas sugestões concretas no sentido de posicionar melhor Portugal no Atlântico do futuro.
Descrição
Palavras-chave
Contexto Educativo
Citação
Reis, B. C. (2015). A centralidade do atlântico: Portugal e o futuro da ordem internacional. (IDN Cadernos, 19)
