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Biofilmes fúngicos : impacto em saúde pública

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Na Natureza existem inúmeras espécies fúngicas mas apenas uma pequena parte é capaz de causar doença em mamíferos. A virulência dos fungos evoluiu em resposta às pressões selectivas impostas pelos predadores ambientais. Os três fungos patogénicos predominantes no ser humano são Candida albicans, Cryptococcus neoformans e Aspergillus fumigatus. Candida albicans é um agente patogénico oportunista, natural da microbiota da mucosa humana, e consegue prosperar em diversos nichos do hospedeiro saudável. É capaz de causar desde infecções superficiais a infecções sistémicas letais pela disseminação na corrente sanguínea ou invasão dos órgãos. A transição de comensalismo para parasitismo exige um hospedeiro susceptível mas é também um processo activo. Mais de 90% das candidíases são atribuídas a cinco espécies: C. albicans, C. glabrata, C. parapsilosis, C. tropicalis e C. krusei. A candidémia é frequentemente associada ao crescimento de biofilmes nos dispositivos médicos. Os biofilmes de C. albicans são um problema crescente na prática clínica pois podem-se formar em superfícies naturais e em superfícies estranhas (catéteres venosos centrais, próteses valvulares cardíacas, articulações artificiais, entre outros). Tipicamente são resistentes à terapêutica antifúngica, pelo que o tratamento passa, muitas vezes, pela remoção dos dispositivos infectados, para evitar consequências potencialmente fatais.

Descrição

Trabalho Final de Mestrado Integrado, Ciências Farmacêuticas, Universidade de Lisboa, Faculdade de Farmácia, 2015

Palavras-chave

Antifúngicos Biofilmes Candida albicans Candida não-albicans Mestrado Integrado - 2015 Resistência aos fármacos

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