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Publicação

O desvario da memória

dc.contributor.advisorCosta, Jorge Virgílio Rodrigues Mealha dapt_PT
dc.contributor.advisorCrespo, José Luís Mouratopt_PT
dc.contributor.authorClara, Daniela Sofia Real
dc.date.accessioned2025-05-12T10:51:33Z
dc.date.available2025-05-12T10:51:33Z
dc.date.issued2023-07-21
dc.description.abstractA arquitetura psiquiátrica continua a ser reconhecida pelos seus ambientes hostis, desumanizados e melancólicos destinados a enclausurar a condição de desvario dos insanos. Este é o termo utilizado para descrever um ato de loucura e/ou o diagnóstico de vários comportamentos que não são socialmente aceitáveis e como tal, a pessoa que se encontre nesta condição, é vista como uma ameaça a ser removida da esfera social para passar a habitar um lugar de cura. As carências sentidas na arquitetura psiquiátrica revelam a necessidade de humanizar os ambientes de cura da saúde mental, uma das maiores fragilidades da sociedade contemporânea, pois a substituição do aspecto hostil pelo valor de humanização do espaço confere à arquitetura o respeito pela vida humana. Na base da intimidade entre a arquitetura e a cura, é elaborada a proposta de um Centro de Tratamento de Saúde Mental a partir da reabilitação do antigo Convento de São Paulo em Vila Viçosa. Esta reabilitação encontra-se iluminada pelas premissas do Evidence-Based Design, por visitas a referências nacionais no âmbito da arquitetura psiquiátrica e pelo estudo teórico da evolução dos equipamentos psiquiátricos no decorrer da linha temporal de forma a projetar ambientes seguros e acolhedores, que preservem as memórias de quem o vivencia e promovam a cura psiquiátrica a partir da arquitetura.pt_PT
dc.description.abstractPsychiatric architecture still being recognized for its hostile, dehumanized and melancholic environments designed to enclose the one’s in condition of Insanity. This is the word used to describe an act of madness and/or the diagnosis of various behaviors that are not socially accepted, the person who finds himself in this condition, is seen as a threat to be removed from the social sphere to dwell in a place of healing. The shortcomings felt in psychiatric architecture reveal the need to humanize the healing environments of mental health, one of the biggest weaknesses of contemporary society, because the replacement of the hostile aspect by the value of humanization of space gives architecture respect for human life. On the basis of the intimacy between architecture and healing, the proposal for a Mental Health Treatment Center is elaborated from the rehabilitation of the old Convent of São Paulo in Vila Viçosa. This rehabilitation is illuminated by the evidence-based design premises, by visits to national references in the field of psychiatric architecture and the theoretical study of the evolution of psychiatric equipment over the timeline in order to propose a safe and welcoming environment that preserve the memories of those who experience it and promote psychiatric healing based on architecture.pt_PT
dc.description.versionN/Apt_PT
dc.identifier.tid203410742pt_PT
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/10400.5/100599
dc.language.isoporpt_PT
dc.publisherFaculdade Arquitetura, Universidade Lisboapt_PT
dc.subjectsaúde mentalpt_PT
dc.subjectarquitetura psiquiátricapt_PT
dc.subjectmemóriapt_PT
dc.subjectConvento de São Paulopt_PT
dc.subjectVila Viçosapt_PT
dc.titleO desvario da memóriapt_PT
dc.title.alternativeReconversão do antigo Convento de São Paulo num centro de tratamento de saúde mental em Vila Viçosapt_PT
dc.typemaster thesis
dspace.entity.typePublication
rcaap.rightsopenAccesspt_PT
rcaap.typemasterThesispt_PT

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