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As patologias cerebrais e as doenças neurodegenerativas representam um dos principais desafios da medicina e da saúde pública devido às recentes alterações demográficas mundiais. A elevada incidência e prevalência destas patologias reforça a necessidade do desenvolvimento de métodos eficazes de diagnóstico precoce, seguros para os doentes. O cérebro é um sistema extremamente complexo, estando os seus recetores envolvidos em diversas doenças neurológicas e distúrbios psiquiátricos. Para o estudo das anomalias fisiológicas e estruturais são utilizados radiofármacos, cuja radiação emitida é detetada e quantificada por aparelhos específicos. Os radiofármacos utilizados em estudos imagiológicos cerebrais são baseados em radionuclídeos emissores de positrões, no caso da PET, e radionuclídeos emissores de fotões ?, no caso da SPECT. A medicina nuclear é uma área em constante evolução, tendo disponíveis radiofármacos marcados com variados radionuclídeos, como o 11C, 18F, 123I e 99mTc, sendo este último o mais utilizado em exames de diagnóstico. Todas as etapas envolvendo radiofármacos devem ser manuseadas criteriosamente, desde a produção até à administração ao doente, passando por um controlo de qualidade apertado e pela escolha do radiofármaco apropriado para cada situação específica.
Descrição
Trabalho Final de Mestrado Integrado, Ciências Farmacêuticas, Universidade de Lisboa, Faculdade de Farmácia, 2015
Palavras-chave
Cérebro Diagnóstico Imagiologia Mestrado Integrado - 2015 Radiofármacos
